Reação em Cadeia

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Por Paulo Finatto Jr., Press-Release
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A banda Reação em Cadeia, da cidade de Novo Hamburgo (RS), região metropolitana de Porto Alegre (RS), teve o seu início definitivo em 2002, com o lançamento do seu primeiro CD, "Neural". A banda então formada por Jonathan Corrêa (vocal e guitarra), Daniel Jeffman (guitarra), Márcio Abreu (baixo) e Nico Ventre (bateria) em parceria com a gravadora Antídoto efetivaram o lançamento deste 'debut', que para surpresa de todos, já caiu nas graças do público gaúcho em imediato.

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A banda de desconhecida começou a ganhar um grande espaço na grande mídia gaúcha, tendo seu nome vinculado em grandes shows (sempre lotados), em lojas e principalmente nas rádios da capital. A banda que sempre primou por um rock básico, mas com muitas influências hard e até do heavy metal, apresentaram no seu primeiro CD grandes timbres escolhidos, muitas guitarras distorcidas (e pesadas), além de letras emotivas e repletas de sentimentos. A atenção entre as composições de "Neural" despontaram inicialmente para a balada "Me Odeie", até então, um dos maiores hits do Reação em Cadeia. Mas como toda banda de rock/hard que se preze, "Infierno", "Eu não Pertenço a Você", "Letargia" e "Até Parar de Bater" complementam o disco com bases pesadas, e, novamente, letras fortes - todas saídas do universo de vivências pessoais do vocalista Jonathan Corrêa. No balanço final, o grupo conseguiu consolidar o seu nome no Rio Grande do Sul e ainda alcançar 70 mil cópias vendidas.

Em 2003 a banda aproveitou e realizou grande shows, que chegaram a ultrapassar as barreiras do seu estado natal. Turnês foram realizadas no Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Bahia e Goiás, além de outros estados, em apresentações lotadas e um público que sempre esteve do cantando as músicas ao lado da banda. Meses depois, a Reação em Cadeia apresentava o seu primeiro videoclipe, para a faixa "Me Odeie", o que levou a indicação ao Prêmio Multishow na categoria "Grupo Revelação". Com isso, a banda começou a aparecer no centro do país, principalmente no eixo Rio-São Paulo, indicada pela mídia especializada da região como uma nova revelação do rock brasileiro.

Dando continuidade ao trabalho, em abril de 2004 saía "Resto", o segundo álbum da Reação em Cadeia. O disco chega às lojas trazendo uma banda mais experiente, composições mais maduras e pesadas, além de letras muito mais marcantes e introspectivas. Em uma semana foram vendidos mais de 30 mil discos, e sempre o nome Reação em Cadeia esteve presente nas programações das rádios do sul do país. "Estou Melhor" se tornou o primeiro sucesso do álbum, álbum este que ainda teve como faixas destacadas "Voltar", "Segredo", "Quase Amor" e "Tanto Faz". Porém, nem apenas de alegrias vive o Reação em Cadeia. Em agosto do mesmo ano duas baixas na banda: Márcio Abreu (baixo) e Nico Ventre (bateria) saíram por divergências musicais. Para os seus lugares Jonathan e Daniel chamaram Maurício Faria (baixo) e Elías Frenzel (bateria).

Hoje, se alguém duvida do que o Reação em Cadeia é capaz, basta acompanhar a trajetória da banda, saber dos resultados conquistados ou simplesmente ir a um show. Certamente, não há como não fazer parte desta Reação em Cadeia...




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Sobre Paulo Finatto Jr.

Reside em Porto Alegre (RS). Nascido em 1985. Depois de três anos cursando Engenharia Química, seguiu a sua verdadeira vocação, e atualmente é aluno do curso de Jornalismo. Colorado de coração, curte heavy metal desde seus onze anos e colabora com o Whiplash! desde 2000, quando tinha apenas quinze anos. Fanático por bandas como Iron Maiden, Helloween e Nightwish, hoje tem uma visão mais eclética do mundo do rock. Foi o responsável pelo extinto site de metal brasileiro, o Brazil Metal Law, e já colaborou algumas vezes com a revista Rock Brigade.

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