Death Angel
Por Antonio Carlos
Postado em 06 de abril de 2006
Um dos grupos que faziam parte da cena Thrash de São Franciscoe e que muito contribuíram para a sua aura de relevância, mas que acabaram caindo no esquecimento da maioria com o passar dos anos, é o Death Angel. Vindo da famosa Bay Area de São Francisco ao lado de outros grandes nomes como Metallica, Slayer, Exodus e Testament, o Death Angel era formado por Mark Osegueda (V), Rob Cavestany (G), Gus Pepa (G), Dennis Pepa (B) e Andy Galeon (D). A banda chamou a atenção logo de cara, só que os motivos foram algumas curiosidades não exatamente relacionadas à música, mas sim devidos a certas pecukiaridades, como o baixíssima faixa etária de seus integrantes (o mais velho tinha 15 anos quando o conjunto foi montado) e o fato de todos os músicos serem de origem filipina – mais: eram todos primos de primeiro grau, à exceção do vocalista Mark, primo de segundo grau.
Contudo, tão logo a banda conseguiu gravar seu primeiro álbum, tudi isso ficou em segundo plano. Porque The Ultra Violence, de 1987, trouxe um thrash metal tão visceral, rápido, técnico, agressivo que ninguem nem se lembrava mais de qualquer outra coisa que não aquele massacre em forma de som pesado. Logo vieram mais outros dois trabalhos de semelhante qualidade, Frolic Throught The Park e o seminal Act III – que continha a fantástica Seemingly Endless Time, cujo o clipe, como os mais antigos certamente se lembrarão, passava em virtualmente todas edições do saudoso programa Fúria Metal, nos primórdios da MTV Brasil.
Só que, em 1990, pouco após o lançamebnto de Act III, o Encerrou as atividades. Ou seja, justamente quando parecia que eles iriam estourar mundo a fora. Foi um dessas separações meio inexplicáveis e que se tornou ainda mais esquisitas quando exatamente o mesmo conjunto , menos o vocalista Mark Osegueda, voltou tocar junto, mas agora son o nome de The Organization (ou seja, quase a mesma coisa que o Hellhammer fez no passado, virando o Celtic Frost). Dois discos – ótimos, por sinal – foram lançados até que, em 1995, banda acabou definitivamene e muito pouco se ouviu acerca de seus músicos então.
Salto para 2001. Chuck Bily, do Testament, convalescendo de câncer, é o benefíário de um evento chamado Thrash Of The Titans, festival beneficiente que reuniudiversos nomes importantissímos do Thrash Metal da Bay Area – dentre eles, o Death Angel, com sua formação quase original (somente o guitarrista Gus Pepa não estava presente, substituído por Ted Aguilar). A idéia inicial era fazer apenas aquele show em homenagem a Billy, mas a reação da platéia naquela noite fez com que os músicos mudassem de idéia naquela noite mesmo. Assim, o Death Angel estava de volta, doz anos depois! E agora em 2004, solta o seu primeiro trabalho inédito de estúdio depois de longos 14 anos inativos, o The Art Of Dying.
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