Forgotten Boys
Postado em 06 de abril de 2006
Fonte: www.forgottenboys.com.br
Durante os anos 90, o cenário de rock alternatio do Brasil estava completamente dominado por bandas de emocore, hardcore e guitar bands. Haviam 2 garotos completamente entediados com essa situação e não estavam entendendo nada do que se passava – eles foram crescidos ao som de gente como os Ramones, Iggy Pop, Johnny Thunders e Wayne Kramer. Não tendo onde ir para ouvir música ou assistir shows, eles etraram num estúdio para gravar um DEMO chamada "…cos revenge is sweet", completamente influenciada pelos Ramones. Eram 3 músicas e um cover. Essa fita foi dedicada ao dead boy Stiv Bators e a Johnny Thunders, que haviam falecido no mesmo ano. Colocaram um foto 3x4 de cada um na capa e se chamaram de "Forgotten Boys" - nenhum outro nome mais apropriado – isso foi em 1997, isso foi em São Paulo, Brasil.
Essa DEMO foi ouvida por poucos. Em 1998, Gustavo Riviera e Arthur Franquini tinham mais um monte de novas composições e convidaram um baixista para integrar a banda. Já no final de 1998 eles gravaram uma outra DEMO, esta com 13 músicas, se chamava "Forgotten Boys" e mesmo com apenas 50 cópias se tornou bem ouvida e bem elogiada. Com essa fita a banda começou a ganhar certa exposição na mídia e no cenário rock, aparecendo como algo "original" e "inusitado" – palavras usadas pela mídia especializada na época.
No começo de 1999 o baixista sai da banda, um amigo apresenta Chuck Hipolitho à banda em troca de um CD do Steve Stevens (que nunca recebeu). Já em 2000 eles tinham seu primeiro disco, chamado "Forgotten Boys", lançado pela gravadora Ataque Frontal de São Paulo, especializada em Punkrock. Esse disco tomou uma semana de gravações, foram gravadas 24 músicas e apenas 16 estão no disco. Quem produziu foi Daniel Ganjaman que já trabalhou com os Racionais MCs, Planet Hemp, Sabotage, Otto e toca na banda paulistana Instituto.
No começo de 2002 Arthur deixa a banda para sua própria boa sorte, mesmo assim Gustavo e Chuck gravam sozinhos um split CD com os argentinos da banda Killer Dolls, tembém produzido por Ganjaman. Esse disco provou de alguma maneira que estavam amadurecendo e que a partir dalí nada mais os pararia. Esse disco foi lançado no mesmo ano pela Spicy Records de São Paulo. Ainda nesse ano de entra Flávio Cavichioli (que já havia tocado com os Pin Ups, IML e Dog School) e é gravado "Gimme More", sem dúvida o trabalho de maior exposição e aprovação pela mídia e público em geral. Com esse disco a banda assina em 2003 com a No Fun Records de Detroit, EUA
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



Rockstadt Extreme Fest anuncia 81 bandas para maratona de 5 dias de shows
A música pela qual Brian May gostaria que o Queen fosse lembrado
O cantor que Robert Plant elogiou: "Sabem quem acho que tem a melhor voz que já ouvi?"
Copa do Mundo do Rock: uma banda de cada país classificado, dos EUA ao Uzbequistão
A melhor capa de disco, segundo Derrick Green, vocalista do Sepultura
A música do Genesis que a banda, constrangida, talvez preferisse apagar da história
A melhor música que Bruce Dickinson escreveu para o Iron Maiden, segundo a Metal Hammer
Edu Falaschi lembra emoção no show do Angra: "Acabou aquilo que sofri pra caralh*!"
A melhor capa de disco de todos os tempos, segundo Vinnie Paul
Edu Falaschi comenta mudanças em sua voz: "Aquele Edu de 2001 não existe mais"
O hit de John Lennon que Ritchie Blackmore odiou: "Parece uma banda semi-profissional"
A respeitosa opinião de Ace Frehley sobre Jimmy Page, guitarrista do Led Zeppelin
A banda que influenciou gigantes do metal, mas era desconhecida pelo público deles
Slayer vem ao Brasil em dezembro de 2026, segundo José Norberto Flesch
Woodstock Rock Store caminha para se tornar patrimônio cultural imaterial de São Paulo
Max Cavalera e os detalhes de sua saída do Sepultura, incluindo como e quando aconteceu
Primórdios: O Rock Brasileiro da década de 50


