Tristania
Postado em 06 de abril de 2006
Em 1995, Morten Veland (guitarra e vocal) e Kenneth Olsson (bateria) deixam a banda "Uzi Suicide" para, juntamente com Einar Moen (tecladista e compositor), criar o Tristania.
De origem norueguesa, a banda é um dos maiores representantes do death/gothic metal da atualidade, contudo, no primeiro ano de carreira, o Tristania teve muitos problemas e, antes mesmo de lançar qualquer trabalho, Veland e Moen decidiram se afastar da cena musical.
Munidos de apenas um microfone roubado e seu "four-tracker", os rapazes trabalharam muito em um novo estilo, diferente do heavy metal entoado pelo Uzi Suicide e, depois de alguns meses, sentiram-se confiantes para, junto a Olsson, retomar o antigo projeto, mantendo o nome da banda como Tristania - sugestão de Veland. No mesmo ano, uniram-se ao grupo: Rune Østerhus (Baixo) e Anders H. Hidle (Guitarra). Faltava então, um vocal feminino, descoberto poucas semanas antes deles entrarem em estúdio, no talento e harmonia de Vibeke Stene.
Em maio de 1997, o primeiro CD (demo) estava pronto, com 500 cópias editadas e promovidas através de gravadoras, rádios e revistas especializadas. As vendas foram satisfatórias e Vibeke decidiu continuar no Tristania. Uma das cópias acabou nas mãos da gravadora Napalm Records, que atraída pelo estilo inovador da banda, decidiu assinar um contrato que rendeu a gravação de três álbuns inéditos e o relançamento da demo homônima, totalmente remasterizada.
O primeiro álbum lançado pela gravadora foi o "Widows's Weeds" que, além de impulsionar a carreira da banda, deixou bem claro seu estilo: gótico, com algumas pegadas black metal. Apesar dos excelentes comentários tanto da crítica especializada, como do público, o Tristania decidiu que, antes de lançar o sucessor de "Weeds", viesse o EP "Angina" - com duas músicas inéditas (parte de seu novo trabalho).
No final de 1999, o então intitulado "Beyond the veil" foi lançado, superando as expectativas de vendas e colocando o Tristania no topo do metal norueguês. Tudo levava a crer que a banda, no auge do sucesso, caminharia para a estabilidade, mas em meio a gravação de seu novo álbum, Morten Veland decide deixar o Tristania, o que forçou a banda - sem tempo para selecionar um novo vocalista, a convidar Ronny Thorsen (vocalista do Trail of Tears) para os vocais mais pesados. A idéia deu certo, e o "Worls of Glass" saiu ainda melhor que seu antecessor. Recentemente, o novo vocalista: Kjetil Ingebrigtsen foi integrado a banda.
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



Os 5 álbuns obrigatórios para se ter uma boa base na música, segundo Regis Tadeu
Por que João Gordo não é mais amigo de Max Cavalera, segundo vocalista do Ratos de Porão
Agora é oficial: Ozzfest volta a acontecer em 2027
Os 11 melhores álbuns do glam rock setentista, segundo a Loudwire
As três músicas do AC/DC escolhidas por Brian Johnson entre as suas favoritas
Guitarrista do Rush, Alex Lifeson conta por que parou de fumar maconha aos 72 anos
A música do Pearl Jam que Eddie Vedder escreveu após perder Johnny Ramone
A banda dos anos setenta que Neil Peart nunca se cansou de ouvir; "músicos muito competentes"
Por que Ritchie Blackmore decidiu tocar com o Deep Purple, segundo o próprio
Sid Wilson faz primeira manifestação sobre saída do Slipknot
O clássico dos Beatles que John Lennon disse que deveria ter sido dos Wings
O clássico do Queen em que Freddie Mercury alcançou a nota mais alta de sua carreira
Troy Sanders comenta participação de Geezer Butler no novo álbum do Mastodon
Discos de vinil, CDs, celulares e acessórios em ofertas com até 65% de desconto na Amazon
Padre ouve Metallica pela primeira vez e diz que usaria música pra preparar homilias
Blaze Bayley surpreende ao escolher maior música que escreveu para o Iron Maiden
O hit do Genesis que inicialmente não seria gravado por se parecer demais com Beatles
Steve Vai: não quis ficar com Ozzy pra não ter que tocar Paranoid toda noite



Téléphone: A banda que revolucionou a música francesa
Presença de Palco: dicas para iniciantes
George Harrison: O Beatle calado, sempre à sombra de Lennon e McCartney



