Tradução - Tuonela - Amorphis

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Tradução - Tuonela - Amorphis

Traduzido por Marcelo Rissi

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THE WAY

Forging the future from the timeless stone
Oh let me know how far I can go
Answering the questions
That no one ever asks
Float through the sea of madness
And face the everlasting task

So lonely to wander
So sad to be alone
In the mist of the unknown
Trying to fool myself with dreams
That never come true
So hard to stand my ground
Never again will I fail

Chorus:
Will you tell me not to wait
Tell me to live for today

As the flowers wither
I will forget my pain
Since the stars have shone
The devil has shown me the way

O CAMINHO

Forjando o futuro da pedra atemporal
Oh, deixe-me saber quão longe posso ir
Respondendo às questões
Que ninguém nunca pergunta
Flutue através do mar de loucuras
E encare a missão perpétua

Tão solitário para vagar
Tão triste para se estar sozinho
No nevoeiro do desconhecido
Tentando me enganar com sonhos
Que nunca se tornarão reais
Tão difícil para me manter firme
Nunca mais eu vou falhar

Refrão:
Você me dirá para não esperar?
Diga-me para viver o dia de hoje

Assim que as flores murcham
Eu vou esquecer a minha dor
Desde que as estrelas brilharam
O demônio me mostrou o caminho

MORNING STAR

You live only for yourself
Or send your soul to the heaven's grace
Been weak as the autumn leaves
Or strong as the growing seed
Swallowed into the black
Search for entrance

Chorus:
Watch to the eyes of morning star
Beckon for the savior
But it's much too far
Reach for the infinity
The only thing that remains is decay

ESTRELA DA MANHÃ

Você vive só por si mesmo
Ou envia sua alma para a graça do céu
Tornastes fraco como as folhas de outono
Ou forte como uma semente em crescimento?
Engolido pela escuridão
Procure pela entrada

Refrão:
Veja os olhos da estrela da manhã
Acene para o salvador
Mas ele está muito distante
Alcance a infinidade
A única coisa que resta é a decadência

NIGHTFALL

As a rot to rape
The spring sown seed
A plague sprang forth of his tracks
Churns ran red
When cows milked blood
And famine cracked poor backs

Who would hear a lament sad
Under the bright blue sky
That's sung in hovels dark and low
With eyes too weak to cry

Chorus:
But horror be the nightfall's gloom
For the man upon the road
When moon doth laugh at worthless lives
Twice hard
For all promise showed

Empty stare upon his face
Nine fathoms deep
He set upon the road again
On ground that bears no seed

ANOITECER

Tal qual uma putrefação a estuprar
A semente semeada da primavera
Uma praga saltou a frente de suas trilhas
As natas ficaram vermelhas
Quando as vacas ordenharam sangue
E a fome rachou as costas dos pobres

Quem escutaria um lamento triste
Debaixo do céu azul brilhante
Que é cantado em telheiros escuros e baixos
Com olhos tão fracos para chorar?

Refrão:
Mas que o horror seja a penumbra do anoitecer
Para o homem sobre a estrada
Quando a lua rir para as vidas sem valor
Duas vezes mais forte
Para toda promessa mostrada

Olhar vazio sobre o rosto dele
Nove braças* profundas
Ele pisou na estrada novamente
No chão onde não cresce semente alguma

* Braças = Medida náutica de profundidade equivalente a 1,83 m

TUONELA

Sorrow is my bread
And tears I drink as wine
Oblivion my happiness
Ground under teeth of time

For cold be the stone
When frost devoured the land
Consolation is no gift
Of winter's icy hand

Chorus:
Upon a crust of snow
I'll lay my broken frame
What steel and iron won't take
I'll give in winter's name
No good a sullen scout
No use a simple knave
No groom for brides of plaited hair
This man old and lame

If only I could breathe
To see the sun of may
But still longer are the nights than days
As I wither away

Came the man of crown
With sound of war drums beat
Said no sword arm's strong enough
Without my two good feet

(Chorus)

But not overlooked am I
In eyes of the maid I'll wed
I'll reap the crops of Tuonela
My bride's wealth in death

TUONELA *

A tristeza é meu pão
E as lágrimas eu bebo como vinho
O esquecimento é a minha alegria
Enterrados sob os dentes do tempo

Pois fria seja a pedra
Quando as geleiras devorarem as terras
Consolação não é uma dádiva
Da mão de gelo do inverno

Refrão:
Sob uma crosta de neve
Eu vou repousar minha armadura quebrada
O que aço e ferro não levarem
Eu oferecerei em nome do inverno
Não adianta um rapaz triste
Não serve um simples patife
Nenhum noivo para noivas de cabelos franzinos
Este homem velho e manco

Se ao menos eu pudesse respirar
Para ver o sol de maio
Mas as noites ainda são mais longas que os dias
Enquanto eu definho

Chegastes o homem coroado
Trazendo os sons da batida dos tambores da guerra
Disse: nenhum braço de espada é forte o bastante
Sem meus dois bons pés

(Refrão)

Mas eu não contemplo
Nos olhos da donzela eu vou me casar
Eu vou colher a safra de Tuonela
A saúde de minha noiva na morte

* Tuonela é o nome do reino dos mortos ou o submundo na mitologia finlandesa, equivalente ao Hades na mitologia grega.

GREED

Not thirsty am I for the blood
Of redeemer of thy creed
My hunger can't be satisfied
With flesh of thy Nazarene
No gilded streets of heaven's grace
Entice me in thy speech
No Holy Mother doth condone
All your pillage war and greed

But know thee that all oceans worth
Of waters turned holy
Won't change the course of river
That runs inside of me
My blood flows ever skyward
And pools where thy black is white

For woulst thou not came at my soul
With sword of thy supreme truth
Strike me down on my bended knees
For thy baptism so soothe

My blood flows ever skyward
And pools where thy black is white
Alone am I to raise my head
In the starless forest night

GANÂNCIA

Não sou sedento por sangue?
Do redentor de tua crença
Minha fome não pode ser satisfeita
Com a carne de vosso Nazareno
Nenhuma rua de ouro da graça dos céus
Atrai-me para o vosso discurso
Nenhuma Virgem Maria te perdoa
Toda sua pilhagem de guerra e ganância

Mas saiba-te, que todo o valor dos oceanos
Das águas que se tornaram sagradas
Não vão mudar o curso do rio
Que corre dentro de mim
Meu sangue flui sempre em direção ao céu
E às piscinas onde vosso escuro é branco

Por tu não teres vindo até minha alma
Com a espada da verdade suprema
Golpeie-me de joelhos prostrados
Pelo teu batismo tão sereno

Meu sangue flui sempre em direção ao céu
E às piscinas onde vosso escuro é branco
Sozinho eu devo levantar minha cabeça?
Na noite da floresta sem estrelas

DIVINITY

Last day brings the grace
For bearers of forbidden name
Step into five fold mace
As son as father in a frame

Chorus:
Someday fire wipes the rain
Fears are frozen tears whisper
Things that no one hears
Cry now, cry now for me again
Tomorrows pride and pain
Why you kneel before my name

Crushing my belief
And make shape to my relief
For who you set your prayers
I can't hear them anyway

DIVINDADE

O último dia traz a graça
Para aqueles que carregam nomes proibidos
Pise dentro da flor de tamanho quíntuplo
Como o pai, como o filho, numa união

Refrão:
Algum dia o fogo acabará com a chuva
Temores estão congelados, lágrimas sussurram
Coisas que ninguém escuta
Chore agora, chore agora por mim novamente
O orgulho e a dor de amanhã
Por que se ajoelhastes diante de meu nome?

Esmagando minha crença
E dando forma ao meu alívio
Para quem você direcionou suas preces
Não consigo ouvi-las de modo algum

SHINING

My soul is bleeding
I feel so small
Afraid that this will never end
I can't understand the pain in my bones
I sleep through another trance

Climb over the rainbow
From here you can see so much
I need someone to take me down
But who can you trust

Chorus:
Got so many things to say
But it's something I don't wanna be
Gotta get away case it's time to shine
Like a fallen angel I run
I won't ever see the sun
See the circle is now complete
Yet the harvest remains undone

Where hemlock grows and vermin crawl
All dreams descend with fear
Crushed by the darkness that wells inside
That beast I hold so dear

BRILHANTE

Minha alma está sangrando
Eu me sinto tão pequeno
Temendo que isto nunca vá acabar
Não posso entender a dor nos meus ossos
Eu durmo através de outra inconsciência

Escale o arco-íris
Daqui você pode ver bastante
Preciso de alguém para me descer
Mas em quem você pode confiar?

Refrão:
Tenho tantas coisas a dizer
Mas é algo que eu não quero ser
Tenho que ir embora porque é hora de brilhar
Como um anjo caído eu corro
Não vou ao menos ver o sol
Veja, o círculo está completo agora
No entanto a colheita permanece incompleta

Onde a cicuta* cresce e os predadores* rastejam
Todos os sonhos descem com o medo
Esmagados pela escuridão que reside dentro
Aquela besta que eu abraço tão carinhosamente

* Cicuta = Gênero de plantas umbelíferas, venenosas, de tamanhos diversos, que crescem em pântanos e montanhas.

** Vermin = Animais ou pássaros que matam as aves domésticas ou destroem plantações.

WITHERED

Withered be the flower
Long past its prime and bloom
Forgotten on the stony bed
This silent hillside tomb
For coppered be the grip
Of this wooded land
A crude cold gauntlet
Hides the boney hand

Tears once warmed the ground
Torn out of eyes that could cry no more
Compassion for the wind to take
O doth pity the bastard poor
A life of misery and hate
Upon a chance a twist of fate
The poison from the goblet ran
Down the throat of her drunken man

MURCHA

Murcha seja a flor
Longínquo passado, sua plenitude e beleza
Esquecida no leito de pedra
Esta silenciosa tumba na ladeira
De cobre seja o aperto
Desta terra de madeira
Uma áspera e fria manopla*
Esconde a mão de ossos

Lágrimas outrora aqueceram o solo
Separou-se de olhos que já não podiam mais chorar
Compaixão para o vento levar
Seus sentimentos pelo pobre bastardo
Uma vida de miséria e ódio
Sobre uma chance, uma reviravolta do destino
O veneno do cálice desceu
Pela garganta de seu homem bêbado

* Manopla = Luva de ferro, que fazia parte das antigas armaduras de guerra.

RUSTY MOON

Bathed in the rust of moon
Is the death beds lullaby
Sung so softly with the stars
Reflected in her eyes

(Chorus)
It's the blaze that beckons men
Into the woods, of beaten path
Is the sight of the fire that
No maiden's eyes should have
Iron does as iron's told
And drinks of life's red gold
But shame won't leave
With dying breathe
The life that wants it's own death

And the forest hums its silent hymn
Heard by those of solitude
As mist it wells
Up the brook's dark banks
Bewitched by their fire woods

LUA ENFERRUJADA

Banhado na ferrugem da lua
É a canção de ninar do leito de morte
Cantada tão suavemente com as estrelas
Refletida nos olhos dela?

(Refrão)
É a chama que acena aos homens
Nas florestas, de caminhos batidos
É a visão do fogo que
Os olhos de nenhuma donzela deveriam possuir?
O ferro faz conforme é ordenado
E bebe do ouro vermelho da vida
Mas a vergonha não sumirá
Com a respiração agonizante
A vida que se quer é a própria morte

E a floresta sussurra seu hino silencioso
Escutado pelos solitários
No nevoeiro ela reside
Sobre as barragens negras do riacho
Enfeitiçado pela suas matas de fogo

SUMMER'S END

In the morning mist by the waning moon
Through the woods she set on foot
With a sacred blade cut the berries down
Dug up the dreaded mandrake root

(Chorus)
Tread my path to summer's end
This bequest I leave you she says
You will see what could be evergreen
Turn to copper and fade to gray

By the standing stones
Atropine eyes smiled at me
Sitting in a sluggish vertigo
Sands of time form another dream
No love without sacrifice
No life springs without decay
The final kiss is a wormy one
In soils cold caress to rest
We'll lay

FIM DO VERÃO

No nevoeiro da manhã pela lua minguante
Através das matas, ela se levantou
Com uma espada sagrada, cortou os frutos
Cavou a raiz da medonha mandrágora

(Refrão)
Trilhe meu caminho até o fim do verão
Este legado eu deixo a você, diz ela
Você verá que pode a sempre-viva
Tornar-se cobre e murchar até ficar cinza

Próximo às colunas de pedras
Olhos de atropina sorriram para mim
Sentado numa lenta vertigem
As areias do tempo formam um outro sonho
Não há amor sem sacrifício
Nada nasce sem decadência
O beijo final é de algum verme
Na carícia fria do solo para descansar
Nós nos deitaremos





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