Em 16/10/2011 | Guns N' Roses: de banda perigosa a esquecida?

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Guns N' Roses: de banda perigosa a esquecida?


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O jornalista inglês Paul Stenning já escreveu livros sobre grandes bandas da história do rock como AC/DC, METALLICA e IRON MAIDEN. Em 2005, ele publicou uma biografia completa não autorizada do GUNS N’ ROSES, cujo título é pra lá de provocante: “A Banda Que O Tempo Esqueceu”. Assim como ocorre com muitos títulos no Brasil, somente no 2º semestre de 2011 é que a obra foi publicada com a tradução para o Português. Apesar da defasagem do tempo, vale muito a pena ler a publicação da Beast Books, até por ser a primeira totalmente traduzida dedicada à história do conjunto americano.

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Com mais de 150 páginas, o livro é ilustrado e conta desde o inicio da carreira de Axl Rose e de seus companheiros, até meados de 2005, inclusive falando sobre o VELVET REVOLVER e comentários anteriores ao lançamento do álbum Chinese Democracy. São desvendados os primeiros dias do grupo, os excessos, os traumas, os projetos mais recentes e traça um perfil definitivo daquela que outrora foi considerada como “a banda mais perigosa do mundo”.

De início, o próprio autor confessa que tentou, sem sucesso, realizar entrevistas com Axl e os demais membros que passaram pelo GN’R, para trazer relatos com visões diferentes dos mesmos fatos. Stenning então admite que sem ter todos os lados da história ficaria injusto publicar a obra. Por isso, o jornalista afirma que o objetivo do livro é “ser uma fonte de informações com uma visão objetiva da trajetória da banda”.

Uma das poucas ressalvas quanto à biografia é que ela acaba soando datada ao encerrar falando do VELVET REVOLVER – projeto de Slash, Duff McKagan e Matt Sorum –, que inclusive demitiu Scott Weiland dos vocais e está em um longo imbróglio para encontrar o substituto. Além disso, não contém informações concretas do até então aguardado Chinese Democracy, que sairia três anos depois do lançamento do livro. Um pequeno adendo publicado ao final acaba amenizando o problema.

Stenning inicia falando da cena glam rock que reinava em Los Angeles em meados dos anos 1980 e de como o GUNS N’ ROSES se diferenciava dos demais conterrâneos. “O GUNS N’ ROSES parecia estar anos à frente de seu tempo. Suas músicas falavam sobre mulheres e excessos, mas também tinham uma mistura mais pesada de ressentimento, amargura, raiva e revolta”, descreve o autor.

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Stenning cita que, ao se comparar as letras de Appetite for Destruction com qualquer álbum equivalente da época, em 1987, dá para perceber que a banda se tornou enorme por causa dele. Para o jornalista, a “verdadeira beleza do álbum está na sua simplicidade musical e também em sua competência e arrogância”.

Em vários momentos do livro o jornalista traça um detalhado e interessante perfil psicológico de Axl Rose, citando fatos traumáticos na vida do polêmico frontman da banda. Para aqueles que o criticam sem saber de seu passado, o livro explica muita coisa que evidencia como as excentricidades do vocalista podem ter explicação na personalidade formada a partir de desamores, rancores e brigas familiares. Os abusos cometidos pelo padrasto, passando pelos insucessos na vida amorosa e a aporrinhação de pessoas em torno da banda. “Se Axl acha que hoje em dia o mundo está contra ele, é provável que isso venha de um tempo em que o mundo praticamente estava mesmo”, relata Stenning. “Sua capacidade de lidar com a fama, adoração e com seu título messiânico vem da época na qual se sentia perdido e sozinho”, acrescenta. Stenning chega a dizer, sem defender explicitamente Axl, que o vocalista desenvolveu uma compreensão do mundo dos negócios que mais tarde faria com que ele tivesse a “dúbia honra” de ser o líder solitário da banda.

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Relações conturbadas

O autor do livro mostra com detalhes minuciosos algumas das conturbadas relações amorosas de Axl Rose, principalmente Erin Everly e Stephanie Seymour. As brigas e os problemas conjugais influenciaram negativamente na vida do cantor na banda, ao mesmo tempo em que o inspiraram a compor músicas rancorosas com o sexo feminino.

Um dos primeiros assuntos abordados são as primeiras turnês da banda, feitas conjuntamente com o THE CULT, o MÖTLEY CRUE o IRON MAIDEN e o AEROSMITH. É lembrado que o GN’R conseguira uma imensa credibilidade tanto do público underground quanto do mainstream corporativo. “Uma banda que conseguiu chegar lá sem seguir as regras”, ressalta Stenning. Depois viria o álbum GN’R Lies, que incluía a polêmica sobre a letra da música “One In a Million”, bastante dissertada pelo autor do livro.

Em 1989 ocorreu uma pausa, após a turnê para promover os dois álbuns iniciais. Mas a banda herdara do desgastante período na estrada problemas crescentes de drogas. Com exceção de Axl, que parecia ter mais consciência e controle sobre os entorpecentes, os demais membros mergulharam demasiadamente em cocaína heroína e outros psicotrópicos pesados. Conforme narrado pelo autor do livro, as relações entre os integrantes estavam fragilizadas e o que antes era um laço de irmãos parecia ter desgastado com a chegada de uma quantidade impensável de dinheiro. “Assim, o que antes era usado por pura diversão acabou virando um vício necessário para sobreviver”, detalha Stenning. Com o dinheiro entrando, os outros integrantes do GN’R viram uma ótima oportunidade para abusar das drogas e da bebida. Axl viu o perigo que poderia causar a si mesmo se continuasse da mesma maneira. Aos poucos e de modo silencioso ele foi se distanciando do resto da banda, inclusive quando foram convocados para gravar um novo álbum.

Devido ao sucesso financeiro da carreira do grupo, já se tornara passado o período em que todos moravam em um cômodo e escreviam músicas sentados em qualquer canto. “A diferença nos novos estilos de vida dos integrantes da banda não havia se manifestado tanto até então, mas o azedume causado por diferentes perturbações de ordem pública foi o começo do fim da formação original do GUNS N’ ROSES”, sentencia o jornalista.

Em 1990, os gunners já devidamente trabalhando separados se preparavam para a gravação do álbum Use Your Illusion, que acabou lançado em LP duplo. É também o período em que ocorreria a épica participação no festival Farm Aid, marcada para os fãs mais radicais por ser a última apresentação do baterista Steven Adler, demitido da banda pelo excesso no uso de drogas.

A saída forçada do baterista foi relatada contando como os demais membros da banda tentaram trazê-lo de volta à realidade. É reproduzida uma fala de Slash que menciona como Adler estava desnorteado na época: “Demos a ele um ano para que voltasse ao normal. Ele não conseguia tocar nenhuma das músicas novas. Chegou num ponto em que o material novo estava muito além do que ele podia executar”.

Justa ou não, a saída de Adler da banda marcou o começo de um novo GN’R, usando novos sons que Axl estava particularmente muito interessado. Significou a inclusão de outros instrumentos como os de sopro, banjos e até uma cítara. Ainda em 1990 Dizzy Reed entrou para a banda como tecladista permanente e Axl começou a usar mais sua experiência no piano para mergulhar na parte emocional e compor as baladas do vindouro álbum.

Liberdade musical

“O sucesso do GUNS deu à Axl o direito de ter a liberdade de fazer o próximo álbum da maneira que bem entendesse”, relata Stenning, citando que neste momento se evidenciariam as influências dos primeiros álbuns de ELTON JOHN junto com o E.L.O. (Electric Light Orchestra) e o QUEEN. Antes da conclusão da gravação dos próximos álbuns (Use Your Illusions I e II) houve as históricas apresentações no Rock In Rio II, em 1991, onde foram apresentadas algumas músicas até então inéditas, como “Estranged”, “Pretty Tied Up” e “Double Talkin’ Jive”, assim como a cover de “Knocking’ On Heaven’s Door”, de Bob Dylan.

A banda iniciara nova turnê e, com a inclusão de “You Could Be Mine” na trilha sonora do filme “Exterminador do Futuro 2”, além do videoclipe da música com o ator Arnold Schwarzenegger, o GUNS N’ ROSES preparou o terreno para seu retorno triunfal. Entretanto, conforme explica Stenning, os problemas rondavam a banda antes mesmo do término das gravações de estúdio, com destaque para os atrasos constantes nos shows.

O autor do livro destaca que, apesar dos incidentes públicos, era dentro da banda que os problemas realmente começaram a acontecer. Depois da saída de Steven Adler as coisas não eram mais as mesmas entre os integrantes e um deles em especial – Izzy Stradlin – não suportava mais o nível de estrelato ao qual o GN’R estava envolto. Ele não socializava mais com os colegas e o show no Estádio de Wembley (Londres), no dia 31 de agosto de 1991, foi o seu último oficial.

Com base em informações apuradas, Stenning garante que Axl fez o possível para manter na banda o antigo companheiro de terra-natal (Lafayette, Indiana). “A saída de Izzy foi o que impulsionou Axl a tornar o GUNS uma instituição. Nenhum integrante era indispensável além de Axl, que decidiu por si só ser o único capaz de administrar a banda corretamente. Quando Izzy saiu, muito da inocência e do passado de Axl foi embora junto com ele. Um novo Axl surgiu”, ressalta o jornalista. Gilby Clarke então assumiu a guitarra-base e estreou em 5 de dezembro de 1991.

O livro traz também uma descrição sucinta das principais faixas dos álbuns Illusions, consideradas por Stenning como “letras que se destacam”. Em seguida, é novamente abordado o perfil psicológico de Axl Rose, com destaque para um trecho: “Axl não queria ser reverenciado como um messias (talvez fosse um dos motivos para ele usar constantemente uma camiseta escrito “Mate seus ídolos”), mas ele também não achava que precisava ser constantemente castigado”. Na letra de “Estranged” fica aparente como Axl se vê, não apenas pelos problemas em sua juventude como ao se relacionar. Nessa época ele acreditava que ninguém o compreendia totalmente e nem se importava em tentar. Na letra de “Breakdown” Axl tira um sarro com as conquistas da banda e brinca com a ironia sobre terem sido parceiros na pobreza e depois foram separados pela riqueza. Tal sarcasmo, inclusive, deveria servir de lição a todos eles nos dias atuais.

O ano de 1992 veio e os famosos shows conjuntos do GUNS N’ ROSES com o METALLICA, assim como incidentes negativos e divergências de opinião de James Hetfield com Axl Rose. O período já era caótico e a banda era basicamente administrada por Axl e Slash, que passavam as decisões para Duff McKagan. O baixista, aliás, estava com sérias dificuldades para tocar devido a excessos de bebidas alcoólicas. O próprio Duff lançará em breve um livro no qual contará muitas coisas de sua vida. É outra obra obrigatória para o mundo gunner.

Em uma estranha coincidência no começo de abril de 1994, McKagan pegou o mesmo voo que Kurt Cobain quando o líder do NIRVANA voltava para casa (também em Seattle) depois de fugir de uma clínica de reabilitação na Califórnia. Dias depois, Cobain seria encontrado morto, aparentemente vítima de suicídio. Foi mais um duro sinal de que as drogas realmente acabam com grandes bandas de rock.

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Surrealismo artístico

Àquela altura, o GUNS N’ ROSES se tornara surreal demais para os integrantes da banda suportarem numa boa. Havia muita discordância entre os pontos de vista do vocalista/líder e de seus companheiros. Axl e Slash eram, nas palavras do próprio Sr. Rose, como “polos opostos de energia” que se complementavam no comando do GN’R. “Mas o público estava começando a se cansar de todos os atrasos, shows cancelados e até mesmo do line-up instável da banda”, pondera Stenning.

Em 1993, o movimento grunge estava no auge e deixou o hard rock em segundo plano, assim como surgiu um novo levante punk com bandas como Green Day e Offspring. Apesar disso, o GUNS N’ ROSES ainda tinha credibilidade e, por coincidência, o grupo pretendia fazer um revival mais punk com um álbum-tributo. O The Spaghetti Incident? era para ter sido lançado antes dos Illusions, mas foi postergado e saiu justamente em um período de desunião absoluta do GN’R.

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Outro fator que contribuiu para ruir com a aceitação do álbum de covers foi a idade dos fãs, novos demais para se lembrar das versões originais das músicas. Ou seja, a galera se decepcionou com a pegada ‘old school’ do álbum. “Foi uma vergonha o The Spaguetti Incident? ter se tornado um álbum tão negligenciado no catálogo do GN’R”, aponta o jornalista, com toda razão. Depois da saída de Izzy, era até irônico a banda voltar às suas raízes, deixando de lado orquestras e backing vocals femininos para se concentrar mais em guitarra, baixo, bateria e vocal.

Stenning cita que para grande parte dos fãs soou estranho o trabalho em estúdio feito com os dois músicos que substituíram Adler e Stradlin – Sorum e Clarke. O clima grunge até animara Axl Rose, que tentou realizar uma turnê tendo o NIRVANA como banda de abertura. Mas Cobain recusou o convite e tinha o GUNS como uma verdadeira “ofensa”, pela grandiosidade que se tornara. Sem falar do entrevero que os dois vocalistas tiveram ao lado de Courtney Love no MTV Video Music Awards de 92.

Toda a turbulência pela qual passava o GN’R contribuiu para que o personagem Axl Rose se tornasse ainda mais complicado a partir de 1993. A vida reclusa que ele leva até hoje se origina deste período. “Há quem diga que tudo foi paranoia de Axl, fazendo com que os integrantes deixassem a banda e ele ficasse no controle de tudo. O megalomaníaco com certeza foi responsável pela saída dos companheiros de banda por querer ter o controle de tudo em suas mãos. Isso ficou evidente no começo dos anos 1990, quando Axl decidiu que ou teria direito total sobre o nome GUNS N’ ROSES ou sairia da banda”, narra Stenning, mostrando acidez para com o vocalista.

No entanto, o autor do livro pondera algo que precisa ser levado em conta pelos fãs com relação a Axl: “Para ele agir da maneira como agiu, com certeza muita coisa aconteceu atrás das cortinas e ninguém nunca vai saber ao certo o que foi”. Slash, Duff, Matt e Gilby já se posicionaram várias vezes acerca das divergências que culminaram em suas respectivas saídas do grupo, mas Izzy e o principal ‘vilão’ – o próprio Axl – não têm o hábito de falar com a imprensa.

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Em dado momento do livro é descrito que, durante a turnê com os ROLLING STONES, Axl desenvolveu uma admiração pela maneira como Mick Jagger conduzia os negócios. “Ele admirava o fato de que Jagger saía direto do palco para lidar com os negócios da banda”, explica Stenning. “Basicamente Axl pegou para si toda a responsabilidade de tudo que envolvia o nome GUNS N’ ROSES”, acrescenta. A diferença que se evidencia é que, ao contrário dos gunners, os demais membros dos Stones até hoje se sujeitam aos mandos e desmandos de Jagger.

Axl, ditador?

Uma indagação do jornalista é pertinente para elucidar a posição por vezes ditatorial do vocalista para com o restante do grupo: “Seria esse o estilo de controle de Axl ou seria essa a maneira que geralmente acontece com bandas que se tornam maiores do que imaginavam ser?”. E o período da cisão entre os membros originais da banda foi precedido pelas baixas vendas do álbum Spaguetti e a pior época na vida pessoal de Axl, na qual era processado por ex-mulheres.

As perdas da mãe, Sharon Bailey, e dos grandes amigos West Arkeen e Todd Crew, também contribuíram para a vida do músico se tornar deprimente. O resultado de toda essa complicação na vida afetiva e na artística de Axl é uma pessoa reclusa em sua mansão em Malibu, Califórnia. “Agora que ele tem o controle total do nome GUNS N’ ROSES não há ninguém para pressioná-lo a trabalhar quando não quer ou não se sente bem”, relata o jornalista, que vê paralelos de vida e personalidade entre Axl Rose e Michael Jackson.

Como não poderia deixar de ser, em um capítulo específico o jornalista inglês fala das possibilidades – remotíssimas, por sinal – de reunião entre Axl, Slash, Izzy, Duff e Steven. O vocalista e o guitarrista-solo não se falam há aproximadamente 15 anos e a relação de Axl com os outros ex-membros é tensa. Segundo Stenning, um fato culminante para o término da relação amistosa entre os dois principais músicos foi que em meados dos anos 1990 Slash pegou algumas músicas que Axl demorava a aproveitar e montou o grupo Snakepit, fazendo uma turnê por seis meses.

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Já na parte final do livro, o autor fala dos discos de coletânea lançados, respectivamente, em 1999 e 2004 – Live Era 87-93 e Greatest Hits. Lembrando que principalmente o segundo gerou descontentamento de todos os ex-membros, assim como Axl, com a gravadora Geffen Records. Stenning ainda aborda a trajetória inicial do VELVET REVOLVER e o longo período de concepção do álbum Chinese Democracy.

Algo bem legal trazido pelo livro é a descrição de todas as performances ao vivo do GUNS N’ ROSES em 1983 e 84, ainda sob os nomes Rose e Hollywood Rose, até o ano de 1993. Depois o jornalista comenta rapidamente de fatos ocorridos entre 1994 e 2002, para então chegar ao capítulo “A Banda que o Tempo Esqueceu”, no qual dispara: “Se tivermos respeito, curiosidade e ficarmos atentos, talvez possamos testemunhar o retorno do verdadeiro W. Axl Rose”.

Por fim, Stenning detalha no capítulo derradeiro sobre o VELVET REVOLVER, com fatos ocorridos até o início de 2005. E no adendo incluído na página 153 do livro, o jornalista crava: “O GUNS N’ ROSES é indiscutivelmente uma das melhores bandas de rock que já existiu. Apesar de todas as confusões, brigas e mudanças de formação e escândalos, são mais de 25 anos de rock incansável. E enquanto Axl Rose, Izzy Stradlin, Slash, Duff McKagan e Steven Adler estiverem dispostos a fazer música, nós também estaremos dispostos (e ansiosos!) para ouvir”. Perfeito!

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Sobre Igor Hidalgo

Igor Hidalgo, 26, é jornalista em Nova Odessa, região de Campinas/SP.

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