Summer Breeze 2017: Megadeth, Korn, Obituary, Amon Amarth e outros

Resenha - Summer Breeze 2017 (Dinkelsbühl, Alemanha, 15/08/2017)

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Por A. Krampmann
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O texto representa opinião do autor, não do Whiplash.Net ou dos editores.

Finalmente chega o verão e com ele os já tradicionais festivais. São muitas opções, desde o já “pop” Wacken, que recebe cobertura na imprensa nacional da Alemanha, aos diversos festivais regionais, com bandas mais underground. O que é comum é a boa infra estrutura para acampamento. Eu, como gosto de acampar e mais ainda de metal, fico sempre na expectativa para aproveitar alguns dias quentes e muita música. Dias quentes com um pouco de sorte, claro, afinal estamos na Alemanha. Eu estava bem empolgado com o "Summer Breeze" deste ano, depois de ter conhecido o festival na edição de 2016, que teve excelente apresentações, um clima muito agradável, boa estrutura e um show matador do Slayer. Foi daqueles em que ainda durante a festa os planos já são feitos para o próximo ano. Comprei meu ingresso em Abril e até incrementei meu equipamento de camping, para ter um pouco mais de conforto durante a maratona que estava por vir.

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Tudo separado e arrumado, com uma preparação extra para um clima chuvoso e talvez frio. O verão este ano foi bem instável, com dias frios. Quando reclamo, ouço sempre dos alemães “Isto é Alemanha”, porém eu já vivi verões melhores. Fugi mais cedo trabalho e segui em direção à Dinkelsbühl, na região da Bavária (ou Baviera), a 90 Km de Nürnberg e a 1 hora e meia de distância da minha casa. No ano passado tinha ido na quarta-feira, que é o segundo dia do festival. No primeiro dia, terça-feira, a programação é mais de festa, mas na quarta já é possível ver bons shows. De qualquer forma repeti a programação este ano, e novamente fui na quarta-feira. Cheguei em Dinkelsbühl exatamente às cinco horas da tarde e o que eu tinha na cabeça era chegar no camping, ir para o mesmo local do ano passado, já que já tinha combinado com amigos, montar o acampamento, tomar uma cerveja e descobrir qual show que iria ver, já que na programação oficial os shows do dia foram anunciados como “Surprise-Acts”. Como o festival estava completando 20 anos, eu estava na expectativa de ver coisa boa. A área do festival fica um pouco fora da cidade, e este era o último trecho que eu precisava vencer antes de correr pro abraço. Mal eu sabia que havia outro obstáculo no caminho. Assim que a cidade ficou pra trás o trânsito parou. Eu não me lembrava exatamente de qual era a distância, já que em 2016 a entrada foi relativamente tranquila. Numa curva eu já pude perceber que o negócio não seria tão rápido. Pra resumir a história – cheguei às cinco em Dinkelsbühl e às sete estava chegando na área onde as pulseiras são distribuídas e o carros eram controlados.

Só cheguei próximo ao local combinado (que para minha surpresa já estava completamente cheio) às 20:30, depois de uma tour forçada no camping do setor A, que fica no lado oposto de onde precisava ir. Terminei de montar minhas coisas no escuro, e finalmente conseguir tomar minha cerveja. Segui para a entrada da área de palcos mais para dar uma olhada geral, já que estava cansado com o stress inesperado das horas anteriores, somado a um dia péssimo no trabalho. O setor em que eu estava ficava entre 15 – 20 minutos da entrada do festival e no meio do caminho, onde já era possível avistar os palcos, eu comecei a ficar confuso. Tive a impressão de ver o logotipo do Amon Amarth, mas eu estava certo de que na programação eles iriam tocar no dia seguinte, quinta-feira. Fui me aproximando e a banda soava como Amon Amarth. No dia as bandas iriam tocar no T-Stage, que é uma espécie de palco secundário. Cheguei lá e era realmente o Amon Amarth que estava tocando. Eu imaginei que talvez houvesse ocorrido algum problema e o show estava sendo antecipado, mas não demorou muito para o vocalista agradecer ao público e mandar um “até amanhã”. A princípio eu achei estranho, mas talvez seja porque eu não seja um fã da banda. Se fosse o Decapitated, por exemplo, eu provavelmente não iria reclamar de ver a mesma banda duas vezes. Logo em seguida a segunda surpresa que eu iria ver na noite, que na realidade já era a sexta – os alemães do Destruction. Mesmo com o cansaço fiquei um pouco e ouvi os clássicos “Curse The Gods “ e “Mad Butcher” antes de seguir para minha barraca afim de recuperar as energias para o dia seguinte.

A noite não foi das melhores, eu havia escolhido o canto errado na barraca e tinha um morro na minha barriga. Eu estava tão cansado que nem tentei mudar a posição durante a noite e consegui descansar, na medida do possível. Acordei, fui ao banheiro e aí foi o momento em que notei que o festival havia vendido mais ingressos do que no ano passado, pois já havia uma fila razoável em frente das 10 terríveis cabines de plástico que ficavam próximas da onde eu estava. Em 2016 estava bem mais tranquilo. Eu acho até que poderiam ter mais banheiros disponíveis, mas como não estava com pressa (ufa) aguardei tranquilamente minha vez, pois o primeiro show da minha lista iria começar apenas às 14h40min. Tomei meu café da manhã e um pouco mais tarde, aproveitando o calor, tomei minha primeira espumosa e curti o clima da festa. Após um churrasco e um rápido descanso segui para a área dos palcos, já próximo do horário do show do Whitechapel. Eu conheci a banda em um festival pequeno há alguns anos, e o cd “Whitechapel” foi o primeiro que eu ouvi da banda. Eu tive sorte, pois esse foi o único play que me impressionou. Cheguei até a comprar outros álbuns do grupo, mas estes não me convenceram muito. O último trabalho, “Mark of the Blade”, eu achei mais sólido, por isso quis prestigiar o show.O show foi correto, mas parece que faltou algo. A banda estava entrosada, tocou bem, o set list não foi ruim, mas tive a impressão de ver um show meio morno. Se o pessoal da nova geração talvez não estivesse no seu melhor dia, a próxima atração eu já sabia que não iria decepcionar – os mestres do Obituary seriam a próxima banda a entrar no palco.

Aqui um ponto que eu achei muito positivo. Na edição do ano passado, haviam 4 palcos : 2 principais (Main Stage e Pain Stage), um médio (T-Stage) e um pequeno (Camel Stage), para bandas inciantes. Este ano haviam 3 palcos, mas a programação mencionava 4 palcos. O truque é que foi montado um sistema em que o palco principal girava, possibilitando a montagem do equipamento da banda seguinte enquanto a outra tocava. As trocas duravam em média 10 minutos e não havia a necessidade de andar pra lá e prá cá (ou às vezes correr) pra ver a outro show. Por isso não houve nem tempo de respirar muito e John Tardy e sua trupe mandaram um set list matador em uma performance de tirar o fôlego. Depois do Obituary era a vez de ver o Decapitated, que há pouco lançou o disco “Anticult”. O show foi excelente, com direito à execução dos clássicos “Spheres of Madness” e “Day 69” (inclusive o solo de batera, maravilhoso e para mim uma excelente homenagem ao falecido batera Witold „Vitek“ Kieltyka, um monstro das baquetas que infelizmente morreu muito cedo). Depois do Decapitated, outra lenda do Death Metal, Suffocation, tomou o palco de assalto e distribuiu uma sequência de petardos com precisão cirúrgica. Eu não fiquei até o final, pois gostaria de ver um pouco da apresentação do Devin Townsend Project, que estava tocando no palco principal, e também pegar um lugar para o show do Megadeth. A qualidade técnica das músicas é inegável, mas eu prefiro o lado mais agressivo / maníaco que o Devin Townsend tinha com sua banda Strapping Young Lad. Eu só vi 3 músicas, mas pra mim faltou “punch”. Agora era hora de um dos headliners, o Megadeth. Com uma apresentação gráfica que acompanhou todas as músicas rolando no telão, Dave Mustaine e sua turma mostraram muita energia, principalmente da parte do Kiko Loureiro e do batera Dirk Verbeuren. Uma coisa que me agradou bastante foi o solo do Kiko Loureiro, que aproveitou muito bem os minutos em que ficou sozinho no palco, comandando com maestria um show de técnica e bom gosto na escolha das notas. Firulas na medida certa. O Dave Mustaine sofreu para cantar em inúmeras partes, mas no final das contas foi um puta show.

Logo apos o show do Megadeth, como eu não iria ver mais nada, resolvi tomar um banho. É um excelente horário para isso, pois ou a galera está enchendo a cara ou está vendo algum show (grande parte faz os dois). Quem pensa em tomar banho durante um festival numa hora dessas? No banheiro em que eu fui acredito que pouquíssimos. Na fileira de cabines que eu escolhi só havia eu, então pude fazer tudo com calma e tomar o melhor banho que já tomei em um festival – com tranquilidade e água bem quente. Esta noite já dormi bem melhor e isso foi muito bom, pois a sexta-feira seria intensa.

Acordei cedo na sexta-feira e me preparei para os shows um pouco antes do que no dia anterior. Às onze e meia segui para ver os americanos do Revocation, que iriam tocar ao meio dia. Chegando na entrada, uma surpresa, não muito agradável. A fila para entrar na área dos palcos era grande e custou metade da primeira música. Apesar disso, na frente do palco não havia muita gente, então foi fácil para chegar na cara do gol. Eu gosto do Thrash-Death que a banda executa, e o show me agradou bastante, curti muito a atuação do batera e alguns solos de guitarra. Pra quem não conhece e curte o estilo, essa é uma boa indicação. Terminado o show voltei para o camping, para mais um churrasco com amigos. Havia uma previsão de chuva para os dias do festival, porém estava bem quente, ao contrário do que estava sendo esperado. Era um pouco suspeito isso, e logo surgiram fatos – o sistema de alto-falantes do festival anunciava que uma tempestade com ventos de até 100km por hora no início da noite era esperada, e éramos aconselhados a ficar no carro durante a chuva. Reforcei a sustentação da minha barraca e separei minha capa de chuva, antes de retornar aos shows.

Voltei para assistir o Sacred Reich, que comemorava os 30 anos do disco Ignorance. O show foi excelente, o vocalista/baixista Phil Rind é extremamente simpático e o set list foi matador, pude banguear com muito prazer durante o show, apesar de olhar de vez em quando para as nuvens ameaçadoras que vinham em direção à área do festival. Logo depois do Sacred Reich era a hora do Crowbar, ainda no T-Stage, iniciar sua apresentação, e poucos minutos antes do show começou a chuva. Coincidência ou não, a música que abriu o show foi “I am the storm”, mas a chuva mesmo não estava tão forte. Era possível ver, no horizonte, uma tempestade passando, mas ela estava razoavelmente longe. Eu gosto do som do Crowbar mas não sou um grande fã, por isso minha atenção ficou dividida entre o show e a observação do tempo. Eu já enfrentei uma tempestade no festival With Full Force em 2012 e não estava muito disposto a tentar me proteger de raios e granizo num local aberto como o que eu estava.

Terminado o show, já com a chuva mais fraca, segui para o palco principal para ver o Hatebreed, que iria comemorar os vinte anos de lançamento do seu debut, “Satisfaction Is the Death of Desire”. Eu gosto do Hatebreed, especialmento do álbum “The Rise of Brutality”, mas os últimos trabalhos passaram um pouco despercebidos por mim e o show, que apesar de ser baseado no primeiro disco, também passou um pouco despercebido. Talvez um pouco pela distância, já que quando estamos na frente acabamos entrando no clima, pois as coisas sao mais “calorosas” nas proximidades do palco, especialmente num show de Hardcore como o do Hatebreed. Outro fator que me distraiu foi a aproximação de mais nuvens carregadas. É uma coisa engraçada envelhecer. Se fosse há alguns anos eu não iria dar a mínima, mas eu já estava pensando em como agir caso a tempestade realmente desse as caras. Assim que o show do Hatebreed estava acabando eu resolvi voltar pra barraca para colocar uma calça, pois minha bermuda estava molhada e com a chuva e a chegada da noite a temperatura deu uma boa caída. No meio do caminho o sistema de alto-falantes anunciou uma interrupção no festival devido à aproximação de uma tempestade. Aguardei um pouco no camping mas a tempestade mesmo dessa vez ficou só na ameaça. Choveu, mas moderadamente.De qualquer forma eu fiquei embaçando no camping e me atrasei para ver o Kreator, chegando apenas a tempo de ver 3,5 músicas : o final da “Extreme Aggression”, “Civilisation Collapse”, “Violent Revolution” e “Pleasure to Kill”. O palco tinha um cenário bem caprichado, e o Mille Petroza chegou até a manusear um canhão de fogo, o que de certa forma não combinou muito. Mas a banda parecia estar em boa forma e eu fiquei meio puto por ter perdido praticamente o show inteiro. Após o “Kreator” era a vez do “Amorphis”, que iria fechar a noite do palco principal. Eu iria ver por curiosidade. Eu sei que o “Amorphis” esta há um bom tempo na estrada, mas é uma banda que até então eu não conhecia, por isso estava lutando contra o cansaço para pelo menos ver umas duas ou três músicas. O problema é que eu estava acostumado com as rápidas trocas de palcos, mas devido à interrupção que houve a programação atrasou um pouco e os 10 minutos se transformaram em 20 e nada do show começar. Eu desisti e resolvi passar para dar uma olhada no show do Belphegor, mas foi apenas uma breve conferida, pois eu precisava descansar. Voltei para a barraca para me preparar para o último dia de festa.

Sábado amanheceu frio e chuvoso. Fui dar uma volta pelo camping e como um pouco mais tarde o sol resolveu dar as caras e deixou o clima mais agradável, fizemos um churrasco de despedida e antes de ir assistir os shows desmontei o acampamento e deixei o carro pronto para a partida, já
que iria sair logo após o show do Korn. Ficar para pegar o movimento da manhã não estava nos meus planos.

O primeiro show que eu iria ver seria dos americanos do Havok, que iriam tocar no T-Stage. Mais uma vez foi bem demorado para entrar, havia muita gente e o controle estava relativamente rigoroso, com todas as bolsas sendo revistadas. Entrei já com o show rolando e nas proximidades do palco encontrei com alguns amigos, e aí o show ficou em segundo plano. Estava bom, mas não acompanhei em detalhes. Continuei a conversa no caminho para o palco principal para ver o show do Overkill, mas fomos parando para olhar o merchandise, ir ao banheiro e conversar mais. Como havia muita gente, curti o show de longe, ouvindo o som e olhando de vez em quando no telão. Assim como em todos os shows que vi, a qualidade do som era sempre excelente, podendo ser possível distinguir muito bem os instrumentos. Não me recordo de ter ouvido algum show com som mais ou menos. Assim que o show do Overkill acabou aproveitei o fluxo do pessoal que vai reabastecer nos quiosques de cerveja ou que vai ao banheiro para me aproximar um pouco mais do palco. Neste caso trata-se da “segunda grade”, que serve para dividir um pouco a massa. Perde-se um pouco do clima do show mas é um pouco mais tranquilo. A próxima atração seria o Dark Tranquility, outra que eu não conhecia, apesar do nome ser bastante familiar. Bem, não é o tipo de som que me agrada muito, mas a banda se apresentou de forma muito profissional e segura e também conta com a carismática participação do seu vocalista, que conversa bastante com o público e que durante a última música fez um “crowd surfing” até a torre de som e luz, que fica bem longe do palco. Um bom show, mas o som não é para mim.

A próxima banda seria uma banda nacional (da Alemanha, claro), o Heaven Shall Burn, que conta com um grande público por aqui. A produção do palco era bem completa, mas para mim completa demais. Na minha opinião um pouco artificial, como também achei o show. Eu não sou muito fã do “metalcore” (ou seja lá como o som é classificado) dos caras, mas o público estava bem animando e o show passou de forma rápida.

Depois disso era a hora de eu ver o Korn pela primeira vez. Eu sei que a banda se tornou bastante acessível já há um bom tempo, e mesmo eu sendo um “fã dos dois primeiros” (e de mais alguns outros álbuns também), eu gostaria de ver a apresentação ao vivo do grupo. As cortinas caíram e uma música nova comecou a ser executada e na sequência “Falling away from me”. Logo de cara uma coisa me chamou a atenção e daí pra frente eu praticamente assisti um show solo do baterista. Não que ele estivesse tocando sozinho, mas a sua performance era tão energética que eu mal prestei atenção no resto da banda. A impressão que eu tive é de que o baterista destoava do resto dos outros integrantes, mas pode ser que eu esteja enganado. De qualquer forma só por isso já valeu a pena ter esperado, e se musicalmente, pelo menos para mim, as coisas estão bem “açucaradas”, o profissionalismo do Korn é inquestionável. Acho que nos dias de hoje eu não pagaria para ver um show “solo” do Korn, mas no pacote do festival valeu a pena.

Um pouco antes do término do show voltei para o acampamento e fui embora, pois o festival estava realmente bem cheio e eu queria de qualquer forma evitar o trânsito. Há sempre um ar melancólico quando vemos as barracas sendo desmontadas e os últimos shows acabando, mas por outro lado fica a expectativa para o próximo ano. O Summer Breeze é um festival já estabelecido e tradicional. A estrutura é excelente e parece que a tendência é ficar mais profissional ainda. A minha opinião pessoal é de que o festival já chegou no limite e espero que ele se mantenha nessas proporções. Claro que desejo o sucesso do festival e entendo que os organizadores esperam ver os negócios crescerem, mas isso tem um preço, que muitas vezes significa a perda de conforto, além de ficar bem mais difícil assistir os shows numa boa com tanta gente. Se eu estarei em 2018 ? Não sei ainda, pode ser que não, mas ficar sem um festival tenho certeza que não. Talvez “aquela banda certa” faça eu repetir a dose em 2018. O aperreio no final sempre vale a pena.

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