RPM: Uma grande banda dos anos 80 e que merece respeito
Resenha - RPM (Teatro Positivo, Curitiba-PR, 27/02/2016)
Por Alceste pagani
Postado em 06 de março de 2016
Com formação original e casa lotada, fazendo o último show da turnê "ELEKTRA", o RPM subiu ao palco do Teatro Positivo às 21:30h (apesar da previsão ser às 21h, provavelmente o atraso se deu pela quantidade de pessoas que ainda se encontravam do lado de fora do teatro).
Tocando as clássicas, algumas músicas em versão acústica, a banda fez um show espetacular de 2h de duração. Paulo Ricardo, Fernando Deluqui, Luíz Schiavon e Paulo Pagni (o P.A.) mostraram que ainda estão em boa forma e com vontade e condição de seguir com a banda.
Apesar de achar que Schiavon estava numa noite não muito boa de humor, olhando o celular durante o show e acenando para o público duas vezes dentre as 3 em que foi apresentado ("nos teclados: Luiz... Schiavon, gritava Paulo Ricardo") e sem nenhum sorriso, o show não perdeu seu brilho. Na primeira parte do show, Paulo Ricardo usou um baixo "MUSIC MAN", mas na segunda parte ele não poupou seu "HEADLESS STEINBERG" usado nas turnês dos anos 80. Faltou o "mullets" e a camiseta furadinha que a forma física não permite mais o uso para a lamentação feminina presente, que aliás, foi presenteada com um passeio de Paulo Ricardo enquanto o mesmo cantava London London. O vocalista passeou entre as cadeiras dando abraços, beijos e tirando selfies com as fãs. Volte e meia ouviam-se pelos alto falantes um: "PAULO...EU TE AMO", frases que escapavam no microfone enquanto o vocalista cantava e era agarrado para um beijo ou abraço das fãs. Na parte acústica, ainda inédita em CD/DVD, tocaram Beatles, Pink Floyd, Lionel Richie e Rolling Stones.
Tocaram ainda "Exagerado" do Cazuza e "Entre a cruz e a espada" do Renato Russo, que não teve sua aparição em telão como a maioria esperava. O fato do vocalista em solicitar aos seguranças que recolhessem os vinis presentes para autografar em pleno show, foi mais uma das demostrações de simpatia que mostram porque Paulo Ricardo ainda é ícone no cenário nacional, sem contar sua presença no palco posando pra fotos, agradecendo, dando beijos e abraços nos fãs (nas fãs, melhor dizendo) após o término do show.
Enfim, uma grande banda dos anos 80 e que merece respeito, principalmente daqueles que viveram essa época.
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



A música do Iron Maiden que "deveria ter sido extinta", segundo o Heavy Consequence
Por que "Wasted Years" é a pior faixa de "Somewhere in Time", segundo o Heavy Consequence
A melhor música do Led Zeppelin de todos os tempos, segundo Ozzy Osbourne
A banda brasileira que sempre impressiona o baixista Mike LePond, do Symphony X
Tony Dolan não se incomoda com a existência de três versões do Venom atualmente
O que Max Cavalera deveria levar para tratar na terapia, segundo Andreas Kisser
BMTH e Amy Lee - "Era pra dar briga e deu parceria"
O disco "odiado por 99,999% dos roquistas do metal" que Regis Tadeu adora
Líder do Arch Enemy já disse que banda com membros de vários países é "pior ideia"
Guitarrista não sabe se o Korn realmente precisa gravar um novo álbum
O álbum que é para quem tem capacidade cognitiva de ouvir até o fim, segundo Regis Tadeu
Hulk Hogan - O lutador que tentou entrar para o Metallica e para os Rolling Stones
Ambush e Krisiun são anunciados como atrações do Bangers Open Air
"Tool virou música de velho", admite vocalista Maynard James Keenan
Eagles encerrará atividades em 2026, revela Don Henley


Os 5 melhores álbuns do rock nacional dos anos 1980, segundo Sylvinho Blau Blau
A opinião de Sylvinho Blau Blau sobre Paulo Ricardo: "Quando olha para mim, ele pensa…"
O que Paulo Ricardo do RPM tem a ver com o primeiro disco do Iron Maiden que saiu no Brasil
Os únicos 4 álbuns de rock nacional que apareceram no Top 10 brasileiro entre 1980 e 1989
A opinião de Chitãozinho sobre as letras do RPM e a fase solo de Paulo Ricardo
Deicide e Kataklysm: invocando o próprio Satã no meio da pista


