Black Sabbath: A passagem da turnê "The End" pelo Canadá

Resenha - Black Sabbath (Molson Canadian Amphitheatre, Toronto, 29/02/2016)

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Por Eliseu Baldo
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Logo após o vídeo introdutório, as primeiras badaladas do sino com a música Black Sabbath, assim começa THE END, a turnê final dos criadores do Heavy Metal.

Um show espetacular. os anos se passaram, mas a sensação é que a banda que estava ali presente é a mesma que 30-40 anos atrás - em se falando de energia e qualidade (com exceção de Bill claro). Ozzy por exemplo em plena forma, sua voz soando muito bem, com mínimas restrições em alcance. Pulando e agitando o público do seu jeito peculiar - até arriscando seus "saltos de gato" uma vez ou outra- Tudo isso estando resfriado!

Não sei se foi impressão minha, mas realmente eles estavam um pouco diferente da turne de 2014 (13 Thirteen). Muito mais alegres no palco, tocando literalmente como se fosse a última vez. Todos conversando muito entre si, agitando o público, comentando pontos da carreira. A cada música a sensação de que seria a última vez ouvindo-a direto dos instrumentos de seus criadores. Enfim, notei uma paixão extra dessa vez, um tom de despedida.

Um momento comovente foi durante "Dirty Woman", Ozzy literalmente parou suas macaquices e ficou observando paralisado o solo de guitarra de Tony.

O setlist muito bem escolhido, e como mencionado por Tony antes do início da turne, algumas músicas não muito presentes nos últimos shows (2014) seriam executadas - tendo em vista a turnê final queriam fazer uma breve revisitação à carreira da banda. Sendo assim, foi um prazer ouvir músicas como "After forever", "Hand of doom", "Dirty Women".

Fechando com "Paranoid", a banda se despede. Sendo o fim definitivo ou não, THE END é uma turnê do Black Sabbath onde encerram tudo dignamente e em forma. Triste da despedida, mas feliz por ver ao vivo uma das maiores bandas do planeta.




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Sobre Eliseu Baldo

Eliseu Folego Baldo é Webdesigner. Teve contato com o rock desde cedo, mas sem despertar muito interesse, ouvindo rock dos anos 80. Sua vida mudou ao ouvir Rainbow por volta de 93 e o Heavy Metal o matou em 96 ao ouvir Helloween. Rainbow, Motorhead, Megadeth e VirginSteele são as bandas preferidas, mas ouve e ama tudo do Rock'n'Roll.

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