Krisiun: Visitando Duque de Caxias após dois anos
Resenha - Krisiun (Clube Recreativo Caxiense, Duque de Caxias, 07/06/2015)
Por Sigried Neutzling Buchweitz
Postado em 13 de junho de 2015
Quando cheguei, Krisiun e Tellus Terror estavam passando o som, o que já me dava uma ideia do que estava por vir. Tinha uma boa galera na porta do Clube Recreativo Caxiense, outro bom sinal.
Mais umas arrumações daqui e dali e Handsaw inicia lindamente os trabalhos no palco 2. A plateia, super disposta a se divertir, abriu diversas rodas e não parou de bater cabeça um segundo sequer.
Ainda no palco 2, entra Evil Inside, surpreendendo positivamente os presentes, especialmente por conta de sua vocalista Fernanda Borges, uma mignon com guturais poderosos.
A terceira banda a subir foi Deus Castiga, no palco 1. Como sempre mandando muito bem e a galera lá embaixo correspondendo!
Logo após, dispensando apresentações, sobe ao palco 2 Unmasked Brains. Mais uma vez a plateia dá um show de animação! Canta as músicas junto, se joga de lá de cima.
Então chega a vez de Tellus Terror subir ao palco 1. Meu primeiro contato com o som dela foi através da coletânea da Imperative Music (veja aqui uma entrevista que fiz com o organizador). A galera já está amontoada esperando o início do show, difícil chegar para bater uma foto. Essa banda literalmente tem fogo no palco! Quase que saio tostada pra pegar um bom ângulo...
Demolishment fecha as apresentações do palco 2 com muita categoria e, como sempre, a animação da plateia dá um show à parte!
Enfim, chega o momento de apreciar o som do Krisiun, que há 2 anos não visitava Caxias. Como esperado, fizeram um excelente show, levando a galera que se apinhava na frente do palco ao delírio.
Apesar de cheio, acho que desta vez consegui melhores ângulos que no show de Mesquita (leia a resenha aqui). Max Kolesne ainda brindou a plateia com um solo de bateria de tirar o fôlego. Afinal, guitarrista e baixista precisam de um tempinho pra descansar, né? Beber uma água... E o baterista quase não se desgasta num show...
No fim, queria mostrar as fotos pros caras do Krisiun, da mesma forma que fiz em Mesquita, mas tinha tanta gente pra falar com eles que desisti! Sabia que eles atenderiam a todos que lá estavam, só que a necessidade de acordar cedo no dia seguinte falou mais alto e acabei voltando logo pra casa.
Um evento como esse mostra que independente das bandas terem a chancela de uma gravadora ou um selo são boas no que fazem e pode ser muito maneiro frequentar o underground.
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