Death DTA: Show memorável em São Paulo

Resenha - Death DTA - (Via Marquês, São Paulo, 07/09/2014)

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Por Kennedy Silva
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Todo fã de metal tem um estilo preferido, o de muitos é o death metal e essa escolha se da em grande parte por causa da banda Death, alguns desses fãs puderam apreciar nesse domingo 07/09 no Via Marquês, São Paulo, a belíssima apresentação da banda Death To All e esse que voz fala, tentará passar através de suas palavras e fotografias como foi essa apresentação.

A fila era grande do lado de fora da casa, todos ansiosos para verem esse tributo que está rodando o mundo, tributo esse que está sendo feito pela banda Death To All, formada por: Baixo, Steve DiGiorgio (Sadus, Autopsy, Testament, Iced Earth); Bateria Gene Hoglan (Testament, Dark Angel) ; Guitarra Bobby Koelble (Ex Death) ; E Vocais de Max Phelps (Cynic) e Steffen Kummerer (Obscura). Eles vieram com a proposta de tocar músicas de toda a carreira da banda Death, grandes sucessos que até hoje inspiram bandas novas e também bandas mais experientes.

Mas antes do Death To All subir ao palco, quem inicio o show foram duas ótimas bandas nacionais. Test, um duo que é formado por vocal/guitar João Kombi e nas baquetas “Barata”, que também toca em outra banda que abriu o evento, o D.E.R, que é formado além do barata na bateria por : Renato (guitarra); Mauricio (baixo); Thiago (vocal) . Eles fizeram uma apresentação um tanto “diferente”, ambas subiram juntas ao palco, intercalando as músicas e até mesmo tocando juntas, (isso mesmo, enquanto o TEST tocava uma música o D.E.R. tocava outra, só fico imaginando o grau de dificuldade para o Barata tocar ambas as músicas ao mesmo tempo na bateria) algo que para alguns ficou meio confuso, mas eu curti bastante essa “bagunça” (risos). Para quem quiser conhecer um pouco mais o trabalho dessas bandas, ao final do texto encontram-se alguns links.

Após os brazucas do Test e do D.E.R. tocarem, chega à vez da banda tão esperada da noite, e enquanto as cortinas não sobem, os telões mostram a discografia da banda que está sendo homenageada, assim como de seus integrantes (incluindo o grande Chuck Schuldiner) e a cada troca de imagem no telão o publico gritava ansioso e eufórico.

Pouco antes das 21:00h os integrantes do Death To All sobem ao palco. Como já disse a cima, eles vieram para tocar grandes clássicos da carreira do Death e foi o que fizeram, começando por “The philosopher”, seguida por “Leprosy” e “Left to Die”, só pelo começo podemos ver que a noite seria uma grande festa, recheada de muitas rodas e cabeleiras balançando, impulsionada por Max Phelps, que me surpreendeu por sua voz muito parecida com a de Chuck além dos trejeitos muito parecidos e também por Steve que sempre chamava o público para agitar mais e mais, e foi exatamente isso que aconteceu. Conforme iam passando as músicas como “Suicide Machine”, “Lack of Comprehension” os fãs iam ficando cada vez mais eufóricos e os moshpits estavam cada vez mais pesados.

Phelps deu um tempo dos vocais após a excelente “Flattening of Emotions” e deu lugar para o vocal de Steffen Kummerer, e esse já vem com mais uma paulada para todos os presentes, “Symbolic”, mais um dos hinos do Death, cantado por todo o público, fazendo com que os “bate cabeças” não parassem após sua subida ao palco. Steffen Kummerer prosseguiu no vocal até a “Overactive Imagination”. Phelps reassumiu o microfone cantando “Zombie Ritual” e encerrou essa noite memorável com mais três grandes sons, “Baptized in Blood”, “Crystal Mountain” e “Pull the Plug”.

Não tem muito que falar para concluir essa resenha, apenas que o show foi um dos melhores que já fui, que sem dúvida esta na lista dos melhores do ano e que quem esteve lá jamais irá esquecer dessa apresentação. Estão de parabéns o Death To All , a produtora que nos proporcionou essa oportunidade e os fãs que deram um show a parte agitando do inicio ao fim.

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Fotos: Kennedy Silva. Galeria completa neste link.

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Sobre Kennedy Silva

Sou um apaixonado por Rock n´ Roll, desde o mais pesado até os grandes clássicos. Um louco por fotografia, principalmente de bandas e de shows e que está sempre disposto a contribuir para a cena.

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