Black Label Society: Experiência que todos deveriam vivenciar

Resenha - Black Label Society (Circo Voador, Rio de Janeiro, 08/08/2014)

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Por Marcelo Prudente
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O texto representa opinião do autor, não do Whiplash.Net ou dos editores.

Já é mais do que sabido e comprovado que o Brasil faz parte do cronograma e rota obrigatória dos principais artistas internacionais dos mais diversos estilos, e é aproveitando dessa realidade que o público brasileiro não perde tempo e retribui colocando-se como um dos mais receptivos e calorosos do mundo. E é nessa entoada que os fãs brasileiros de rock/metal dão as boas vindas e expressam sua gratidão a seus - heróis - músicos favoritos.

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Por Marcelo Prudente
Fotos: Alessandra Tolc

E numa luta digna de titãs que a banda americana Black Label Society travou uma batalha sonora com o público carioca, na última sexta-feira, dia 08, onde os riffs e os solos do mestre de cerimônia, Zakk Wylde, degladiavam e, ao mesmo tempo, uniam-se à massa sonora do público, transformando o Circo Voador numa bomba de hidrogênio, visto tamanha energia de público e artista.

Divulgando o mais recente álbum de estúdio, Catacombs of Black Vatican, o 'guitar hero', Wylde, trouxe alguns dos melhores momentos de sua carreira solo. Com grande presença de palco e uma banda afiada - completada por Dario Lorina (guitarra); John DeServio (baixo) e Chad Szeliga (bateria) - a noite começa com os riffs das vibrantes "The Beggining...At Last" e "Funeral Bell', e foi assim: sem perder tempo mesmo que o peso "Bleed for Me" ecoou e fez tremer as estruturas da tenda do Circo.

O líder Zakk Wylde é adepto do fale menos e toque mais, ou seja, o foco é, como deveria ser a apresentação de todo e qualquer músico, a 1ª arte, no entanto, mesmo com poucas palavras o guitarrista/vocalista consegue cativar os fãs que formam, segundo o próprio Wylde, a família Black Label Society.

E já que o foco é falar menos e tocar mais, a apresentação de uma hora e meia de duração contemplou considerável número de canções que, de maneira ou outra, conseguiu mostrar as diferentes facetas e momentos da banda. Temas como as novas "Heart of Darkness", "Angel of Mercy" e "My Dying Time" encontraram boa sinergia com as já clássicas "Stillborn", "Suicide Messiah", "Godspeed Hellbound", "The Blessed Hellride" e "Concrete Jungle".

Apontar falhas ou deslizes na performance dos músicos seria como, no ditado popular, procurar agulha em um palheiro, e sendo demasiadamente criterioso, as bolas fora ficaram por conta das falhas no microfone que, vez ou outra, cismava embolar e ausência de alguns temas do teor de "Fire It Up"e "Genocide Junkies".

Zakk Wylde é um músico que faz parte do seleto time do primeiro escalão da música pesada. Além disso, falar de sua técnica e sua importância dentro do universo das seis cordas é ser redundante a algo que está claro a todos, seja fã de sua arte ou não, mas é fato que prestigiar uma apresentação do 'viking americano' é uma experiência que todo fã de música pesada deveria vivenciar.




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Sobre Marcelo Prudente

Marcelo Prudente, 28 anos, nascido em Volta Redonda/Rio de Janeiro. É profissional da área de Comunicação, trabalha com Publicidade e Jornalismo. Começou a tomar gosto pela música quando criança por influência dos pais e tio. Louco pela carreira do velho madman, Ozzy Osbourne. Curte também Iron Maiden, Kiss, Rammstein, Rob Zombie, Alice Cooper, etc. E já perdeu a conta dos bons shows que já assistiu e dos ótimos discos que tem. Para mais informação: http://rockonstage.blogspot.com/. Long live to Rock n' Roll.

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