Andre Matos: Fazendo um show valer cada centavo pago

Resenha - Andre Matos (Pirilampus Bar, Sorocaba/ SP, 05/10/2013)

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Por Hugo Alves
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O texto representa opinião do autor, não do Whiplash.Net ou dos editores.

E, pela segunda vez em 2013, a cidade de Sorocaba, no interior de São Paulo, teve a honra de receber o show de ANDRE MATOS, que excursiona desde o início do ano com a turnê que promove o mais recente disco de sua carreira solo, o ótimo “The Turn of the Lights”, e que também celebra os vinte anos do lançamento do primeiro disco do ANGRA, o imbatível “Angels Cry”. Ironicamente, Sorocaba foi a primeira cidade a ver um show dessa turnê. Vale lembrar também que este foi o primeiro show da banda desde a ótima apresentação no último dia do Rock in Rio. Enfim, desta feita, as bandas convidadas para aquecer a fria noite de Sábado foram: OVER HEAD (de Bauru, se não me falha a memória), ANGELS HOLOCAUST (de Itapetininga) e DREAM WILD (de Votorantim – esta também abriu o primeiro show de Andre em Sorocaba).

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Há de se destacar a organização do evento. Ficam aqui os parabéns à Sorocaba Rock e ao Pirilampus Bar que, desta vez, mostraram serviços muito mais eficientes e impressionantemente superiores ao que fizeram no início do ano. O ponto negativo fica, muito provavelmente, para o pessoal da NTS, responsável pela aparelhagem de som do evento. A menos que as duas primeiras bandas a tocar tenham levado seus próprios operadores para a mesa de som – e que eles estivessem incrivelmente bêbados –, o som nestes shows estava exageradamente alto e pessimamente regulado.

A banda OVER HEAD apresentou um Rock and Roll básico, para não dizer tosco. O vocalista nitidamente estava apreensivo e isso pode ter prejudicado sua performance. O baixo e a guitarra solo estavam regulados em altíssimo volume, o que por vezes impossibilitou os presentes (que já somavam um bom número de pessoas dentro do Pirilampus Bar) sequer de compreender as músicas. Além disso, as letras da banda não ajudam. Versos como “Menina, você é meu mal/ Menina, pega no meu pau” e “Quando a cerveja faz efeito/ o Rock and Roll te pega de jeito” mostraram que a banda não foi uma escolha feliz para abrir o evento, o que era comprovado pelas expressões nos rostos das pessoas mais próximas ao palco.

A banda ainda foi cortada antes do previsto, provavelmente para dar tempo às outras atrações. Aliás, as outras duas bandas que abriram o evento também tiveram seus shows cortados antes do previsto, na frente de todos os presentes, o que se mostrou um problema a ser considerado em eventos futuros. No show de ANDRE MATOS realizado no início do ano, aconteceram shows de duas (e não três) bandas, que puderam realizar seus sets sem esse tipo de problema. Por que não chamar duas bandas e deixa-las fazer seus shows sem problemas, ao invés de chamar três e acabar por prejudicar a todas, não é mesmo? Entretanto, isso não comprometeu o evento, de forma geral, muito felizmente.

Veio então a banda ANGELS HOLOCAUST, de Itapetininga/ SP. Com um som muito melhor, a banda fez um show pesado, energético e violento. Obviamente calcado em JUDAS PRIEST, o som da banda agradou aos presentes, que ainda tiveram covers de FIGHT e do próprio JUDAS PRIEST para se esbaldar. Novamente, destacou-se a falha de som, visto que o baixo estava tão alto que quase não se ouvia, sequer, o som da bateria (!). Esse foi o único ponto negativo do show, que em nada infere culpa à banda, que teve seu show cortado antes do previsto, mas mostrou-se muito feliz com a receptividade do público.

Algum tempo depois, DREAM WILD subiu ao palco. De certa forma, esta banda já tem um certo público nas mãos na região de Sorocaba, pois trata-se de um grupo com mais de uma década de história e que está prestes a gravar seu terceiro disco. O som da banda estava inacreditavelmente bem equalizado, o que ajudou a destaca-los como a melhor atração de abertura da noite. A banda tem ótimas canções e sua confiança é tão certa que eles ainda arriscaram tocar um som novo, a ser lançado no vindouro terceiro disco, e que foi muito bem recebido pelos presentes. Com um som calcado no Heavy Metal clássico e no Power Metal melódico, eles ainda trouxeram covers de GAMMA RAY, BLIND GUARDIAN e sua já conhecida versão de “Hell Patrol”, do JUDAS PRIEST – sério: se você fecha os olhos, é o Judas tocando! Um show incrivelmente bem tocado, bem recebido e que só teve como ponto negativo o fato de ter sido cortado antes que eles executassem sua música mais conhecida, a excelente “Metal Warriors”.

Todos já sabiam o que estava por vir a partir de então. A casa estava cheia (mas um pouco menos do que no show do início do ano), e começou certa aglomeração na área mais próxima ao palco. Mesmo assim, o clima estava incrivelmente respeitoso, com todos curtindo o evento, e a única ocorrência aparente foi a de uma fã que passou mal no meio do show e foi retirada por outros presentes, num exemplo de colaboração e respeito que vem a calhar quando faltam argumentos para mostrar que shows de Rock são, sim, eventos pacíficos e muito superiores a outros de “música popularizada” por aí...

Já avançando nas primeiras horas de Domingo, Rodrigo Silveira (bateria), Bruno Ladislau (baixo), Andre “Zaza” Hernandes (guitarra) e Hugo Mariutti (guitarra) subiram ao palco executando “Liberty”, faixa que também abre o mais recente disco de ANDRE MATOS, que subiu junto à banda logo em seguida. Diferente do primeiro show da turnê, os presentes sabiam a letra dessa canção de cor, e cantaram principalmente o refrão com muita energia. Aliás, energia pode ser a palavra que descreve perfeitamente o que foi o show, visto que a banda estava afiadíssima e muito bem-humorada, o repertório foi muito bem elaborado e a interação com o público era quase como entre amigos. O show ainda prosseguiu com “I Will Return”, do segundo disco solo, “Mentalize”, de 2009, “Course of Life”, também do novo disco, e “Rio”, do primeiro disco solo, “Time to be Free”, de 2007, ambas urradas pelo público, antes que Andre se dirigisse com palavras aos seus fãs. Ele relembrou o primeiro show da turnê, que também foi em Sorocaba, agradeceu ao público presente, reconhecendo o esforço de gente que saiu de cidades próximas, como Piedade, Itapetininga, Votorantim e outras, só para assistir a seu show. Lembrou que algumas coisas foram incluídas no repertório e assim a banda deu início a “The Turn of the Lights”, faixa-título do disco mais recente, que também foi cantada com alegria por praticamente todos os presentes.

Entretanto, o primeiro momento de real catarse do público foi quando um certo canto lírico soou nos PAs instalados no Pirilampus Bar. Todos já sabiam e estavam esperando por “Fairy Tale”, a música mais famosa dos (saudosíssimos) tempos de SHAMAN. Pela primeira vez em muito tempo, pode ser sentida aquela mesma energia mágica que todos conhecemos do DVD “Ritualive”. O público entoou com paixão todas as notas do piano, acompanhou Andre nas estrofes e deu um show de participação no refrão e nas pontes, no que indiscutivelmente foi o momento mais bonito de todo o show. Felizmente, eles tocaram a música até o final, incluindo a última parte, quando o piano volta trazendo calmaria à canção, coisa que eles não estavam fazendo há algum tempo. Logo veio “Stop!” do novo disco, com seus riffs melódicos e grudentos, uma ótima canção. Mas não teve jeito, a catarse caiu sobre o Pirilampus Bar novamente quando soaram nos PAs as primeiras notas de “Lisbon”, clássico absoluto lançado pelo ANGRA em 1998 no disco “Fireworks” – o último com ANDRE MATOS nos vocais –, que o cantor levou para sua carreira para sempre. Essa música é emocionante e promove um momento de interação entre banda e público quase tão bonito e intenso quanto o que houve em “Fairy Tale”. Aliás, era notável a alegria de todos os músicos, principalmente Andre, que sorriam e encaravam o público com alegria, vista a receptividade que tiveram nesta noite.

Ao fim da canção, o baterista Rodrigo Silveira teve seu momento sozinho no show, quando executou um bom solo de bateria, muito técnico e rítmico, que foi bem recebido e aplaudido por todos. A banda retornou para tocar “On your Own”, última representante do novo disco na noite, que tem um refrão de fácil assimilação e que também foi cantada por boa parte dos fãs. Aliás, ANDRE MATOS sempre teve um talento único para escrever canções que ficam na memória de cada ouvinte de sua música, o que explica e comprova os “porquês” de uma carreira tão bem sucedida, que se estende desde os anos de 1980.

Falando nessa época, a última canção da primeira parte do show foi justamente “Living for the Night”, maior clássico do VIPER, banda que revelou um ANDRE MATOS ainda adolescente, mas que já surpreendia a ponto de ser considerado “o BRUCE DICKINSON brasileiro” – um título que alguns fãs ainda conferem a ele nos dias de hoje. Novamente, muita emoção tomou conta do lugar, principalmente na primeira parte da música. Na segunda parte, após os solos de guitarra, Andre apresentou sua banda – aliás, um exemplo de banda afiada e com feeling –, num momento de muito bom-humor e descontração, arrancando gargalhadas de todos ao, após soltar um agudo não menos que sensacional, desafiar o guitarrista Hugo Mariutti a fazer o mesmo e revelando que ele o faz nos camarins. Hugo se recusou e Andre puxou um coro, no mínimo inusitado, da galera: “Viadinho! Viadinho!”, e é lógico que todos atenderam. Andre Hernandes foi apresentado como o maior caçador de capivaras (!) da banda, Bruno Ladislau foi apresentado como a maior revelação do baixo no Brasil nos últimos anos e, após ter dito que seria ótimo se houvesse um aparelho odontológico que impedisse o vocalista de engolir cabelo (mas hein?!), ele apresentou o baterista como Rodrigo “Cabelex” Silveira (e a galera começou a gritar “Cabelex! Cabelex” junto com Andre, é claro). Hugo Mariutti tomou o microfone e apresentou o “príncipe barroco, ANDRE MATOS”, novamente arrancando risos gerais. A banda finalizou com maestria a canção e deixou o palco por alguns minutos, enquanto criava expectativa geral, já que todos sabiam o que viria na segunda parte do show. Enquanto isso, tocava música clássica em alto e bom som nos PAs – certeza que isso é coisa do Andre...

Cerca de dez minutos depois, ANDRE MATOS e sua banda voltaram ao som de “Unfinished Allegro”. O que vinha a seguir todos já sabiam e mesmo assim a ansiedade era grande: o álbum “Angels Cry”, primeiro do ANGRA, seria executado ali, na íntegra! Imediatamente após a introdução composta por Andre, a banda caiu matando com “Carry on”, clássico absoluto que foi urrado a plenos pulmões por todos os fãs presentes no Pirilampus Bar. Neste momento, e daí até o fim do show, nota-se um profissionalismo incrível por parte dos músicos, visto que nenhum deles gravou o disco – muito embora Andre Hernandes tenha tocado no ANGRA antes que eles entrassem em estúdio para gravar o primeiro disco – mas todos mandaram muito bem, tocando o disco com perfeição!

Seguiu-se “Time”, uma canção absolutamente clássica, que vinha fazendo falta nos shows solo de ANDRE MATOS e que poderia voltar a figurar também nos shows do ANGRA. Nota-se o amor que os fãs têm por essa canção logo que se ouve como todos cantam tão alto a bela letra. Então, “Angels Cry” fez a casa vir abaixo de vez, já que todos sabem a letra e, além disso, houve bate-cabeça e muita gente pulando ao som da canção. Um petardo, pra dizer o mínimo. Outro momento surpreendente foi quando ANDRE MATOS e cia. executaram a bela “Stand Away”, num momento muito doce e interativo do show. Essa canção surpreende porque exige muito de quem canta, e Andre provou que continua merecendo o título de melhor vocalista brasileiro de Heavy Metal. Aliás, há de se dizer que durante todo o espetáculo o cantor deu um show à parte, já que sua voz estava impecável. Ele chegou a “abusar” e mandar alguns agudos e outras notas mais altas do que as originais de algumas canções, cantando com muita vontade e alegria.

Então veio a canção mais curiosa do primeiro disco do ANGRA: “Never Understand”, que mistura Heavy Metal com Baião, o que na época poderia parecer improvável mas que, a partir de então, veio a comprovar a possibilidade desse tipo de fusão e a versatilidade dos músicos envolvidos. Destacou-se nessa canção o baixo de Bruno Ladislau, sempre muito bem tocado e respeitando a música. Andre Hernandes provou ser um “senhor” guitarrista ao executar dois ótimos solos de guitarra e chamando Hugo Mariutti “pra briga”, já que este também chegou e mandou ver noutro bem tocado solo. Foi a deixa para outro momento sublime, que foi quando ANDRE MATOS voltou ao palco e eles tocaram “Wuthering Heights”, versão do clássico de KATE BUSH da década de 1970, uma versão muito admirada.

Aqui houve o momento mais inesperado do show: Hugo Mariutti começou uma “brincadeira” na guitarra e ANDRE MATOS decidiu seguir. No fim, toda a banda executou, de cabo a rabo, “Fake Plastic Trees”, canção emblemática originalmente composta e gravada pela banda alternativa RADIOHEAD. Eles já tinham gravado uma versão para essa música, versão essa que foi lançada num CD bônus da versão japonesa de “The Turn of the Lights” – cabe aqui um apelo aos artistas nacionais: quando forem lançar versões bônus e/ ou deluxe, por favor, lembrem-se de sua terra natal e lancem aqui pra gente também, por favor. Nós, brasileiros e amantes da música pesada, amamos ter esse tipo de item em nossas coleções. Enfim, foi um momento realmente inesperado mas que abrilhantou ainda mais um show que, se a banda quisesse, poderia terminar ali, de tão incrível que já havia sido.

Felizmente, ainda restavam fôlego e repertório, já que Hugo Mariutti tomou a frente do palco e, empunhando sua Gibson Flying V preta e branca (sim, aquela mesma que ele usou no inesquecível DVD “Ritualive” do SHAMAN), puxou os primeiros riffs de “Streets of Tomorrow”, provavelmente a canção mais pesada do disco “Angels Cry”. Andre emendou com “Evil Warning”, cujo refrão foi o último da noite a ser urrado por todos que, nesta, esgotaram suas energias para, no fim de tudo, apenas observar, admirar e aplaudir a banda, que fechou o show com “Lasting Child”, que também fecha o disco de estreia do ANGRA. A banda agradeceu, visivelmente feliz e emocionada, e rapidamente deixou o palco.

Minutos depois do fim do show, os fãs mais ardorosos, mais sortudos e mais afortunados (financeiramente falando) já formavam fila na área destinada ao “meet & greet” – cujos ingressos, diga-se de passagem, foram vendidos a preços abusivos, pelo menos pelo site da Ticket Brasil, algo que pode ser reavaliado em eventos futuros. Nos primeiros minutos, apenas os músicos de apoio de ANDRE MATOS ocupavam o lugar, muito educados, atenciosos e solícitos, sempre a postos para tirar fotos e dar autógrafos. Logo, o vocalista chegou e já foi abordado pela maioria dos fãs que ali se encontravam. Logo tudo foi organizado e o que se viu era um ANDRE MATOS extremamente paciente e principalmente atencioso com seus fãs. Ele parou para dar conselhos a um jovem cantor de Heavy Metal, deu atenção a outros fãs sobre os mais diversos assuntos e, com este que vos escreve, comentou sobre a diferença entre este show e o primeiro da turnê, além de comentar sobre sua apresentação no Rock in Rio, já que também falei com ele sobre eu ter estado lá. No fim, fotos e autógrafos, muita educação e atenção por parte de todos os músicos, a despeito da falta de educação de alguns seguranças e de um certo representante da Sorocaba Rock.

ANDRE MATOS e sua banda deram inúmeros exemplos na noite de Sábado para Domingo da primeira semana de Outubro de 2013. Deram exemplo de como fazer um show valer cada centavo pago, através de sua garra, sua alegria, seu bom humor, seu talento e um show que durou mais de duas horas. Deram exemplo de como cada canção deve ser tratada, sendo executada à perfeição. Principalmente, deram exemplo de como tratar um fã, desde o show ao “meet & greet”, mostrando que fãs não são seres inferiores (como alguns artistas, muito infelizmente, ainda pensam e tratam), mas sim amigos, que impulsionam o trabalho do artista e do gênero, elevando o cenário do Heavy Metal brasileiro a patamares cada vez mais altos. Mais uma vez, todos os fãs saíram mais que satisfeitos. Vida longa ao Heavy Metal brasileiro! Vida longa a ANDRE MATOS!

SETLIST:

01. Liberty
02. I Will Return
03. Course of Life
04. Rio
05. The Turn of the Lights
06. Fairy Tale
07. Stop!
08. Lisbon
09. Solo de Rodrigo Silveira
10. On your own
11. Living for the Night
12. Unfinished Allegro
13. Carry on
14. Time
15. Angels Cry
16. Stand Away
17. Never Understand
18. Solo de Andre “Zaza” Hernandes
19. Solo de Hugo Mariutti
20. Wuthering Heights
21. Fake Plastic Trees
22. Strees of Tomorrow
23. Evil Warning
24. Lasting Child

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Sobre Hugo Alves

Hugo Alves é formado em Letras (Português and Inglês) pela UNISO – Universidade de Sorocaba e futuro mestrando em Literatura ou Semiótica. Começou a escutar Rock aos 11 anos com “Bring Me to Life” do Evanescence, mas o que o tomou para sempre para o Rock and Roll foi “Fear of the Dark” (versão ao vivo no Rock in Rio), do Iron Maiden, banda que, ao lado de The Beatles, considera como favorita, amando quase que igualmente os sons de Viper, Angra, Shaman, Andre Matos, Rush, Black Sabbath, Metallica, etc. Foi vocalista das bandas Holygator e Bad Trip, iniciantes em Sorocaba/ SP, e também toca guitarra e baixo. Outra de suas paixões é a Literatura, pela qual desenvolveu o gosto pela escrita e comunicação.

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