Resenha - Biohazard (Bar Opinião, Porto Alegre, 14/03/2013)

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Por Zé Henrique
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Mais uma vez, os Nova Iorquinos do BIOHAZARD invadem Porto Alegre, na madrugada do dia 15 de Março. E desta vez, havendo um único fator negativo, um atraso de mais de uma hora e meia.

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O BIOHAZARD foi formado em 1988, e nesses 25 anos de existência tem se mostrado fiel ao hardcore vindo das ruas, mesclando também metal, punk e rap, e com isso , angariando fãs por todos os lugares do mundo, e não seria diferente aqui no Brasil, principalmente com os gaúchos.

Fotos: Liny Rocks (photoslinyrocks@gmail.com)

A banda de abertura subiria ao palco as 21h00, porém devido ao atraso causado pela passagem de som, o show da GROSSERIA, veterana de Porto Alegre, teve início às 22h40. O quinteto formado por Leandro Padraxx (vocal), Guga Prado (guitarra), Rick Santos (guitarra), Daniel Lobato (bateria) e Marcelo Morcego (baixo) representou em grande estilo o seu hardcore, baseado em bandas como Agnostic Froont, Suicidal Tendencies e Ratos de Porão.

Destaque para a presença de palco do “frontman” Padraxx, que comandou os 30 minutos do show com músicas como “Sem controle”, “Restos do Nada” e a novata “Desossar” que estará no próximo cd da banda. E para finalizar com “Mordaça”. Apesar da excelente performance, a banda foi um pouco prejudicada pelo som, mas finalizaram o set sobre os gritos do público “Grosseria!Grosseria!”

Após um longo intervalo de mais de 30 minutos, faltando 15 minutos para a meia-noite, surge o BIOHAZARD, detonando um de seus sons mais simbólicos, já na abertura,”Shades Of Grey” do clássico álbum Urban Discipline de 1992. Já nos primeiros segundos ficou claro que Billy Graziadei (vocal e guitarra), Scott Roberts (vocal e baixo), Bobby Hambel (guitarra) e Danny Schuller (bateria) não estavam fazendo a segunda passagem por Porto Alegre apenas pra brincar.

Sem se importar com o público reduzido se jogaram ao palco com muita atitude e energia. Seguiram mais duas do mesmo álbum de 1992, “Wrong Side of the Tracks’ e ‘Urban Discipline’. Billy então começa arriscando palavras em português, inclusive larga um “Afudê”, expressão clássica dos gaúchos.

Com o ínício das rodas insanas e moshes Scott Roberts tem a difícil missão de substituir o fundador Evan Seinfeld, e nesta noite em especial, ainda mais dificultada, pois seu microfone passou o tempo todo com problemas e sua voz inaudível na maior parte do tempo, mas nem por isso ele se intimidou, e mostrou excelente presença de palco, bem como toda a banda.

Seguiram-se os sons ‘Tales From the Hard Side’ e ‘Each Day’, ‘Victory’, do primeiro disco. Na sequência vieram, ‘Black and White and Red All Over’, ‘Five Blocks to the Subway’ e ‘Down For Life’. A nova ‘Vengeance Is Mine’ abriu caminho para ‘We’re Only Gonna Die’ (cover de Bad Religion), ‘Punishment’ e ‘Hold My Onwn’. Ao início de “Punishment”, quase todo o público que estava na pista subiu ao palco, levando os seguranças do Bar Opinião à loucura.

Partindo para o fim, um show com um pouco mais de 70 minutos, com muito carisma e simplicidade, Billy Graziadei e Bobby Hambel atenderam aos fãs que quiseram tirar uma foto e pegar um autógrafo.

Com um show curto e intenso, o BIOHAZARD conseguiu transmitir aos poucos, porém fiéis fãs, muita energia e interatividade. Com certeza aguardaremos uma nova passagem em Porto Alegre tão satisfatória quanto esta.

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