Resenha - Lacuna Coil (Circo Voador, Rio de Janeiro, 01/03/2013)

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Por Luiz Guilherme Gonçalves
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Havia um número considerável de pessoas no Circo Voador apesar de uma sexta chuvosa e com uma grande greve de ônibus acontecendo no Rio de Janeiro. Depois de uma apresentação respeitável da banda carioca de abertura, PAINSIDE que surpreendeu muitos ali com a presença no palco e carisma, em torno de 23h40 da noite, as luzes se apagam anunciando a entrada do LACUNA COIL.

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Fotos: Alessandra Tolc

A banda entra no palco sem grandes introduções, com o baixista Marco Zelati e o baterista Cristiano Mozzati ausentes, e bastante animada tocando a primeira música da noite "I don't believe in tomorrow" de seu último álbum e arrancando gritos do público, seguida de "I won't tell you".

Só no começo da quarta música da noite "Self deception" a banda fala diretamente com os fãs do Rio agradecendo e dizendo estarem muito felizes por estarem ali e apenas na quinta música, após atiçarem o público os pedindo para cantar junto uma canção sobre liberdade de idéias, é que eles realmente conseguem empolgar a todos tocando "Heaven's a lie". Mesmo com a voz de Cristina um pouco baixa e abafada em todo o primeiro "bloco" do show, eles pareciam estar pegando o embalo da apresentação conforme seguiram com músicas como a bela Senzafine (que as pessoas cantaram junto mesmo com a letra em italiano) e Swamped, onde a banda dava um gostinho da pegada mais antiga dos 3 primeiros álbuns.

Ao terminarem a nona música da noite, "Fragile" o vocalista Andrea, que mostra bastante presença de palco até então, anuncia que em alguns minutos estarão de volta para a parte acústica do set. Por mais que o LAUNA COIL tenha músicas interessantes para um arranjo acústico, esse formato quebrou bastante o clima do show enquanto as pessoas ficaram 5 minutos esperando a banda retornar ao palco, ao som de uma música ambiente, justamente quando o show começava a empolgar mais.

Quando a banda volta ao palco, a vocalista Cristina Scabbia, diz como o público do Rio é fantástico e frisa a ideia de a parte acústica do show ser um momento de mais proximidade com o público. Acenando, sorrindo e jogando beijos ao Circo Voador, ela começa cantando (sem Andrea no palco) a bonita Falling que combinou muito com esse tipo de arranjo e finalmente pudemos ouvir melhor a voz de Cristina. Depois disso Andrea retorna ao palco, mesmo que não se destaque muito nesse bloco, e seguem com "Closer", "Within me" e "Shallow life" quando saem do palco para o retorno do set elétrico, mais uma vez quebrando o fluxo do show que a essa altura já tinha o ritmo prejudicado por essas quebras.

Ao retornarem ao palco, investem em músicas da fase mais recente da banda (principalmente de Dark Adrenaline e Shallow Life) e não parecem empolgar tanto quanto antes e só na quinta música após o retorno, que as pessoas parecem voltar a energia de antes com uma Cristina Scabbia cantando bastante intensamente "Intoxicated", seguida por "Trip the Darkness" (single principal do último cd) em que muita gente cantava junto e fechando com a bastante boa "Spellbound", quando eles deixam o palco e voltam após alguns instantes para o clássico bis.

Eles finalmente se preparam para a última canção do show que dedicam ao falecido fundador da banda Type O Negative, Peter Steele e pedem para que os presentes pensem nas suas pessoas queridas estejam elas ali em corpo ou não e encerram o show contidos numa boa apresentação de "My spirit", fechando um show de altos e baixos mas que nunca chega a ser extasiante.

Eles retornam uma última vez ao palco para agradecer, cheios de simpatia como por toda a noite e prometem voltar ao Rio futuramente.

SETLIST
1. I don't believe in tomorrow
2. I won't tell you
3. Kill the light
4. Self dception
5. Heaven's a lie
6. To the edge
7. Senzafine
8. Swamped
9. Fragile
10. Falling (acústico)
11. Closer (acústico)
12. Within Me (acústico)
13. Shallow Life (acústico)
14. Our truth
15. Upsidedown
16. End of time
17. Survive
18. Intoxicated
19. Trip the darkness
20. Spellbound
(bis)
21. My spirit

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