Iron Maiden em Curitiba: só quem já foi sabe como é

Resenha - Iron Maiden (Expotrade, Curitiba, 05/04/2011)

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Por Diego Baldraco, Fonte: Alfabeto do Rock
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O que dizer de um show do Iron Maiden? Só quem já foi para sair de lá como eu, completamente sem palavras. Este é meu 4º show da Donzela e até hoje não sei dizer qual foi o melhor. Todos foram especiais de alguma forma.

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O primeiro foi o primeiro, mesmo com a banda passando por maus momentos na saída do Blaze, onde no show ele esqueceu um pedaço da música e até o Nicko errou em uma parte de uma música e onde se via o descontentamento esculpido na cara deles com toda aquela situação, mas foi meu 1º show do Iron Maiden.

Em seguida vieram os memoráveis Rock In Rio II e o show da “Somewhere Back In Time Tour”, onde pude ver os clássicos que sempre eram vistos somente nos clipes e dvd’d antigos. Fã é fã e assim tem que ser.

Ontem não foi diferente, a ansiedade era muita. O show começou pontualmente às 21h em Curitiba quando soltaram no som “Doctor Doctor”. As luzes se apagam e logo o telão mostra as imagens do Eddie com “Satellite 15” ao fundo. A Galera vai ao delírio quando os caras entram no palco destruindo com “The Final Frontier”.

A adrenalina neste momento circula por todas as veias do corpo. Mesmo estando há uns 60 metros de distância, o som perfeito e alto vibrava na pele.

Seguindo o set list, “El Dorado” veio para complementar a seqüência do novo álbum “The Final “Frontier” e logo em seguida o riff de “2 Minutes to Midnight” fez todo o público pular como louco e cantar o refrão em uníssono. Bruce berrava nos vocais “Scream for Me Curitiba!!!!!!!!!”

Depois de um agradecimento com um “Muito Obrigado” em português e algumas considerações sobre o show e a passagem da banda pelo Brasil, tocaram “The Talisman” e “Coming Home” também do novo álbum. E mais uma vez todos cantavam o refrão das músicas o que é normal num show do Iron.

Em seguida o pano de fundo do álbum “Dance Of Death” é mostrado num tom vermelho, mostrando o quanto o show estava quente e a música título do álbum é tocada. E mais uma vez todos vibram quando “The Trooper” é tocada. Eu há esta hora estava completamente anestesiado, assim como estou agora lembrando e escrevendo estas palavras.

Num petardo só veio “The Wicker Man”..... ”Your Time Will Come... ôôôô...........” Nossa!!!! “Blood Brothers” foi tocado depois de um longo discurso de Bruce dizendo o quanto são importantes os fans do Maiden ao redor do Mundo, não importando sua raça, nacionalidade, crença, etc... todos são irmãos de sangue e assim esta música foi dedicada a todos os fãs do Iron do Universo.

Para fechar com o set list do novo álbum, tocaram “When The Wind Blows” e no final desta “The Evil That Men Do”, “Fear of The Dark” e “Iron Maiden” com o Eddie dando as caras no palco e levando todos a gritarem e pularem, acabaram com o resto de energia do público presente encerrando assim a primeira parte do show deixando todos ansiosos pelo Bis que veio com a introdução de “The Number Of The Beast”.... "Woe to you, Oh Earth and Sea. For the Devil sends the Beast with wrath....” Nossa, devo ter escutado esta música umas 100 mil vezes e até hoje ela arranca suspiros e arrepios. “666, The Number of The Beast... Sacrifice is Going On Tonight”.

“Hallowed Be Thy Name” foi a próxima e memorável dos velhos tempos de Iron Maiden. Clássico é Clássico e nunca morre. Algumas músicas não podem ficar de fora de um show do Maiden e esta é uma delas.

Para terminar quando todos já com as energias recarregadas e prontos para mais uma noite inteirinha de show, tocaram “Running Free” quando o Bruce apresentou a banda entre o refrão.

Assim se encerra a noite e mais um show do Iron Maiden e sua passagem pelo Brasil. Como falei logo no início deste relato, só quem já foi sabe como é! “Olé, olé, olé, olé, Maiden Maiden”

Até a próxima!
UP THE IRONS!

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Sobre Diego Baldraco

Carioca, pai, esposo, trabalhador, aprendiz de músico e entusiasta na internet. Baterista da banda Skullbillies a qual tem uma relação de amor e ódio.

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