Black Sabbath: pouco importa se Deus está vivo ou morto

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Por Breno Airan, Fonte: Rock na Velha
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Deus está morto? Este é o questionamento conduzido pela mais nova música divulgada pelo BLACK SABBATH neste mês de abril.

O single “God Is Dead?” integrará o vindouro álbum “13”, que conta com OZZY OSBOURNE, enfim, nos vocais – algo que não acontecia num registro de estúdio desde 1978.

Com todos os méritos, a canção de quase nove minutos perpassa muito bem pelos caminhos do doom erguido pelo quarteto – na verdade, o baterista original BILL WARD não está no projeto, que ainda conta com GEEZER BUTLER no baixo e TONY IOMMI nas seis cordas, que o gravou ainda enfermo de câncer.

Esses guerreiros-sessentões não devem nada a ninguém. “Nós gastamos mais com cocaína do que com estúdio”, brinca, num dos ensaios, Butler com BRAD WILK, do RAGE AGAINST THE MACHINE, que assumiu as baquetas.

Mas o que deve ser levantado aqui é o clima festivo e saudável que a banda se encontra e não se Deus existe ou não – a letra foi baseada no livro “Assim Falou Zaratustra”, do influente filósofo alemão Friedrich Nietzsche.

Sem delongas, há pessoas que ainda olham com desdém para a volta do Black Sabbath, o qual tem lançamento do novo play marcado para 10 de junho próximo.

Ora, esse é o Black Sabbath original! A essência está ali; o cheiro dos anos 1970 de uma Inglaterra industrial. A batida coesa, a rifferama autêntica, o arrastar da voz de Ozzy.

Dizem que a banda não traz nada de novo para o Heavy Metal. Também pudera... eles “apenas” ajudaram a criar o estilo, né? É sempre complicado se reinventar. E num mundo de cópias e influências escabrosas, nada menos deturpador que se autocopiar.

Ou esse seria um pecado mortal no código headbanger? Se algo novo, “moderno”, surgisse no som deles, aí, sim, o bicho ia pegar...

A moral da história é que o Sabbath está rindo à toa – e com um guitarrista curado –, com datas marcadas em uma turnê grandiosa.

Creio que um roqueiro só pode se tornar um adulto normal se presenciar/testemunhar/participar/ver/ouvir/sentir esses caras ao vivo. Do contrário, continuarão reclamando.

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Sobre Breno Airan

Acima de tudo, um forte. Ser roqueiro no Nordeste é estar cercado de olhares de soslaio. Mas ele sabe ser simpático. Começou a escutar Heavy Metal ainda na barriga da mãe. A seu pai, uma verdadeira enciclopédia do estilo, deve tudo. Aos 14 anos, pediu para uma tia R$ 12 de presente de Natal, foi a uma loja de CDs usados e catou logo o "Rust in Peace", do Megadeth - em perfeito estado, inclusive. Daí por diante, a paixão só vem aumentando. É editor do blog Rock na Velha, integrante do blog Combe do Iommi e colaborador da revista alagoana Rock Meeting. Ainda tem tempo para ser jornalista e de tocar baixo em sua banda de Hard Rock, a Azul Manteiga.

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