Judas Priest no Brasil
Por Assessoria de Imprensa - ATL Hall
Postado em 24 de agosto de 2001
A lendária banda britânica está de volta com seu 14o trabalho em estúdio, Demolition, que evidencia a maestria do grupo em produzir o velho e bom rock’n roll, trazendo um som ensurdecedor e músicas incendiárias como "Machine Man" e "Feed On Me".
As potentes guitarras de Glenn Tipton e KK Downing são apoiadas pelo ritmo impulsivo da bateria de Scott Travis e o baixo de Ian Hill, e, tudo se completa com a voz crua e poderosa do vocalista Ripper Owens.
Primeiro disco após "Jugulator", lançado há quatro anos. Os riffs de guitarra, uma das marcas registradas da banda, vêm rápidos e furiosos, enquanto o vocal cortante de Owens destaca-se em faixas como "In Between" e na emotiva "Lost and Found".
"Estamos muito orgulhosos deste álbum", conta Tipton. "Acreditamos que ele apresenta todos os elementos tradicionais do Priest. É poderoso, apesar de ter bastante senso de humor. Acho que podemos compará-lo facilmente com qualquer lançamento anterior que tenhamos feito, mesmo que estejamos seguindo para uma direção mais moderna". E completa: "Sempre vivemos o dilema da linha tênue entre manter nossas raízes e tentar algumas experimentações mais audaciosas. Em Demolition conseguimos alcançar o equilíbrio ideal".
Ao combinar as guitarras, sua marca registrada, com uma atitude moderna, Demolition prova que a banda está mais que preparada para se manter no cenário musical atual. Alguns podem se surpreender com as duas "baladas", mas Tipton assegura que "Close to Me" e "Lost and Found" não devem nada às novas músicas da banda.
"Uma das maiores alegrias neste álbum foi perceber o amadurecimento de Ripper", afirma Tipton, que também é o produtor do disco. "Assim que entrou na banda, ele a revitalizou com sua energia e entusiasmo. Mas desta vez é o seu inacreditável talento que fala mais alto. Acho que ainda nem tiramos todas as vantagens de sua voz", conclui. O vocalista sentiu uma pressão maior do que no trabalho anterior: "Estava determinado a dar um passo adiante. Este disco é mais melódico, então tive mais chances de mostrar o que podia fazer", declara. "Gravá-lo, especialmente tendo Tipton como produtor, foi uma experiência estimulante".
Demolition representa o último capítulo na incrível história do Judas. Com um reinado de 26 anos como um dos maiores nomes do rock’n roll mundial, a banda é parte essencial da história da música ao estabelecer o tom, a atitude e a direção de todo o universo heavy metal. Desde sua primeira aparição na metade dos anos 70, estes roqueiros de Birmingham, Inglaterra, têm provado continuamente que são uma grande máquina do metal.
Glenn Tipton acredita que o grande feito do Judas Priest foi criar um estilo único no gênero. "Sempre estivemos a par da música que estava sendo feita a nossa volta, mas tentamos manter as influências o mais longe possível do nosso trabalho. Penso que nosso gol foi ter criado a forma mais pura de metal e às vezes acredito que fomos bem sucedidos".
Com a marca de mais de 20 milhões de álbuns vendidos em todo o mundo, o grupo é muito mais que pioneiro do metal clássico. Com Demolition a banda prova que ainda é um dos nomes mais importantes da música e, com certeza, irá satisfazer tanto os fãs do antigo Judas Priest, como os admiradores dos novos rumos do metal.
A turnê brasileira da banda começa em Porto Alegre, dia 4 de setembro, no Bar Opinião. Segue para o Rio de Janeiro, dia 5, no ATL Hall, e chega em São Paulo para duas apresentações, dia 6 e 7, no Credicard Hall.
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