Tony Iommi: "sempre acredite no que você faz"

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Por Vitor Rangel, Fonte: Blabbermouith
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A Times Online entrevistou em outubro de 2006 o guitarrista do BLACK SABBATH, Tony Iommi. As perguntas e respostas seguem abaixo:

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Times Online: Qual foi o ponto em sua vida que mudou a sua carreira com a guitarra?

Iommi: Antes do BLACK SABBATH eu costumava trabalhar numa fábrica. Um dia, quando eu coloquei a minha mão em uma das máquinas, ela desceu e acabou cortando as pontas dos meus dedos fora. Eu achei que não iria tocar nunca mais. Fiquei muito triste. Mais tarde, um empresário me trouxe uma gravação de Django Reinhardt (um ícone do jazz, que tocava apenas com três dedos) e isso realmente me fez voltar a tocar.

Times Online: Como o acidente afetou o seu modo de tocar?

Iommi: Aquilo definitivamente mudou o meu estilo. Eu tive que encontrar formas diferentes para tocar os acordes e fazê-los soar bem. (Os médicos do) hospital me aconselharam a parar de tocar, mas eu não aceitava isso, então tive que arranjar um jeito para tocar confortavelmente. Eu fiz essas pontas de dedo usando um pedaço de garrafa que eu tinha derretido e que fui modelando ao redor do meu dedo. Foi um método meio rústico, mas funcionou para mim.

Times Online: Você também fez parte do JETHRO TULL. O que isso acrescentou na sua vida?

Iommi: O que eu aprendi foi ter um pouco mais de autoridade e disciplina. Após isso, eu utilizei essa forma de pensar no SABBATH, começando os ensaios às 10 da manhã. Ozzy e os outros falavam, “Quê?!”

Times Online: O sucesso crescente não acabou afetando a disciplina?

Iommi: Durante as gravações dos álbuns, nós íamos a todos esses lugares exóticos para gravar, e é claro, a influência das drogas veio até a banda. Depois de lançar o “Vol. IV”, fomos até L.A. para gravar o próximo CD. Foi quando eu tive um bloqueio em relação as composições e nós estávamos ao redor desses traficantes de drogas em plena luz do dia. Foi um desastre.

Times Online: Então o lugar afetava as gravações?

Iommi: Após a experiência de L.A, nós embrulhamos tudo e fomos para um castelo na Holanda e arrumamos nossos equipamentos num calabouço. Tudo começou a acontecer novamente.

Times Online: Você possui muitos riffs que nunca utilizou?

Iommi: Eu possuo caixas cheias de fitas com riffs. Foi apenas nos últimos anos que eu dei esse horrível trabalho para um cara de transferir as que estão em cassete de anos atrás para CD. Ele ficou super empolgado com isso.

Times Online: Algum conselho para os aspirantes guitarrista de heavy metal?

Iommi: Arranjem um advogado! Falando sério agora, não sigam tendências. Acredite no que você está fazendo e se mantenha assim.

Leia a entrevista completa neste link.

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Post de 31 de janeiro de 2017

Sobre Vitor Rangel

Um carioca apaixonado pela boa música que no momento está cursando o 5º período de Publicidade na PUC-Rio. Teve seu primeiro contato com o rock ainda na infância, quando sua irmã colocava os discos de Iron Maiden e Pantera no toca-fitas de sua casa. Nos últimos anos, tem se dedicado inteiramente à música e à guitarra. Sua banda favorita é Metallica e também é fã incondicional de Zakk Wylde, Steve Vai e John Petrucci. Escuta de tudo um pouco, desde Madonna até Sepultura. Espera que um dia o Metallica ainda venha fazer um show no Brasil e não tem vergonha em dizer que chorou no show do Black Sabbath, em 2004, no Ozzfest.

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