Smiths: ex-baixista divulga coletânea em Curitiba
Por André Molina
Postado em 24 de novembro de 2008
O ex-baixista dos SMITHS, Andy Rourke, esteve em Curitiba no dia 20 de novembro para divulgar uma nova coletânea da banda, chamada "Hang The DJ". Ele marcou em sua agenda uma discotecagem no Vox Bar e um bate papo com fãs na Fnac. Na ocasião em que ele conversou com o público não faltaram questionamentos sobre uma possível volta da banda britânica.
Ele argumentou que é difícil por diversos fatores. O principal é o processo judicial do baterista Mike Joyce sobre o vocalista Morrissey. O ex-líder da banda e o guitarrista Johnny Marr detêm 80% dos direitos enquanto o baterista e Andy Rourke possuem 20%. "Ainda existem problemas judiciais para resolver e eu tenho meu trabalho como baixista em outras bandas. Dedico-me bastante ao Freebass (projeto com Peter Hook, do NEW ORDER, e Mani, dos STONE ROSES). No momento, a preocupação é o lançamento da nova coletânea dos Smiths", disse.
Rourke ainda revelou que foi o integrante do grupo que mais se envolveu com a concepção do trabalho, desmentindo que somente Morrissey e Marr foram responsáveis por escolher o repertório. "Ouvi os álbuns ontem. Apesar de existirem outras coletâneas dos Smiths, acho que essa vai agradar definitivamente os fãs".
Em relação a possíveis músicas inéditas deixadas pelo grupo, o baixista frustra as expectativas dos fãs. "Tudo já foi gravado. Temos gravações ao vivo que poderão sair", disse.
Outra revelação dada por Rourke foi sobre a relação que sustenta com os demais integrantes dos Smiths. "Converso sempre com todos. Só o Morrissey que não encontro há algum tempo".
"The Queen is Dead"
Ao ser questionado sobre o clima que envolveu as gravações de "The Queen is Dead" (álbum do SMITHS considerado obra-prima pela maioria dos fãs), Rourke declarou que foi bem tranqüilo. Segundo ele, a banda entrava em uma boa fase. "Não sei por que as pessoas dizem que a produção do disco foi conturbada. Foi o trabalho mais tranqüilo para fazer. A banda estava em um momento com uma energia muito positiva. É claro que ocorreram alguns contratempos como o sumiço de Morrissey. Ele foi para casa para descansar e retornou depois de dois dias para terminar as gravações".
Sobre o disco, ainda, o baixista disse que não acha o melhor trabalho dos Smiths. "É difícil escolher. Eu gosto do disco tanto quanto os outros. Não tenho um álbum preferido. Cada um retrata um momento", disse.
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



A música "mais idiota de todos os tempos" que foi eleita por revista como a melhor do século XXI
Cinco discos de heavy metal que são essenciais, segundo Prika Amaral
A música de Raul Seixas que faria ele ser "cancelado" nos dias de hoje
As duas bandas pesadas com mentalidade vencedora, segundo Arnold Schwarzenegger
A banda de rock que lucra com a infantilização do público adulto, segundo Regis Tadeu
O clássico que é como o "Stairway to Heaven" do Van Halen, segundo Sammy Hagar
Como é a estrutura empresarial e societária do Iron Maiden, segundo Regis Tadeu
Peter Criss e Bob Ezrin contestam declarações recentes de Gene Simmons
Derrick Green explica por que seu primeiro disco com o Sepultura se chama "Against"
O guitarrista que usava "pedal demais" para os Rolling Stones; "só toque a porra da guitarra!"
Por que David Gilmour é ótimo patrão e Roger Waters é péssimo, segundo ex-músico
O polêmico álbum de Metal que Geezer Butler gostaria de ter escrito
Derrick Green relembra rejeição às músicas novas do Sepultura na turnê de 1998 com o Slayer
Matt Sorum admite que esperava mais do Velvet Revolver
Os clássicos do rock que estão entre as músicas preferidas de Carlo Ancelotti
Contra-baixo: as melhores introduções do Heavy Metal
A canção clássica do Iron Maiden que alguns fãs consideram "fraca" mas está sempre presente
A música do Angra de álbum clássico que Fabio Lione confessa que não gosta por nada


A banda que Julia Roberts ainda adora, mesmo discordando das ideias políticas do vocalista
A canção do The Smiths que, para Johnny Mars, "só a gente pode tocar"
Morrissey diz que Sinéad O'Connor foi elogiada tarde, apenas quando morreu



