Almah: Marcelo e Paulo explicam como ingressaram na banda
Por Eduardo Macedo
Fonte: MS Metal Press
Postado em 02 de julho de 2009
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Os guitarristas da banda ALMAH, Marcelo Barbosa e Paulo Schroeber, foram dois dos destaques da revista Guitar Player, edição de maio de 2009. No referido veículo, os músicos discorreram sobre temas intrínsecos ao processo de produção do segundo álbum de estúdio do grupo, "Fragile Equality", bem como, assuntos referentes às suas respectivas carreiras no cenário musical brasileiro.
Guitar Player - Como foi a sua entrada no Almah?
Marcelo: "Entrei durante a turnê do primeiro álbum. A banda que estava excursionando era composta pelos membros do Angra, exceto os guitarristas, e o Edu Ardanuy. Depois de alguns shows, o Edu saiu e me indicou para a vaga. O Falaschi me ligou e, depois de fecharmos tudo, ele disse: 'O próximo show é daqui a dez dias. Você tem de tirar até semana que vem esse repertório de 20 músicas, que inclui Angra, Almah e covers. Faremos pelo menos dois ensaios' (risos). Foi um período que não lembro de ter feito outra coisa além de estudar guitarra".
Paulo: "Antes de entrar na banda, fiz um teste com o Edu Falaschi, inserindo idéias nas músicas 'Magic Flame' e 'Meaningless World'. Encontrei o Marcelo algum tempo depois, em Brasília, no ensaio que fizemos para gravar o disco".
Guitar Player - Riffs bem pesados são uma constante no álbum. Essa foi a proposta inicial ou foi algo que surgiu naturalmente?
Marcelo: "As duas coisas. Já tínhamos a premissa de que o álbum deveria soar mais pesado do que os discos de Metal Melódico que temos como referência. Isso nos guiou durante a composição e produção do trabalho. Além disso, a afinação do CD é quase sempre em Eb com a sexta corda em Db. Isso proporciona mais peso às músicas. E o Paulo usa guitarra de sete cordas em algumas faixas".
Paulo: "Durante a pré-produção, deixamos as coisas um pouco mais diretas propositalmente, para que o disco ficasse com uma sonoridade mais pesada. Estou pensando em utilizar no próximo disco minha guitarra de oito cordas que ainda está sendo fabricada. Para um trabalho futuro, o Marcelo e eu estamos planejando diminuir a quantidade de teclados e deixar a guitarra mais na cara".
Link para entrevista:
www.msmetalpress.com/imprensa/exibir.php?id=205
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