Queensryche: baterista fala sobre novo álbum e trilhas
Por Nathália Plá
Fonte: blabbermouth.net
Postado em 22 de junho de 2011
Marko Syrjälä do Metal-Rules.com entrevistou recentemente o baterista Scott Rockenfield dos roqueiros de Seattle do QUEENSRŸCHE. Seguem alguns trechos da conversa.
Metal-Rules.com: O que significa o "Dedicated To Chaos"? Quero dizer, há algum pensamento mais profundo por trás do título?
Scott: Para nós, o título foi estritamente... Acho que nossa maior razão para o título foi simplesmente o mundo em que vivemos, o mundo da nossa banda e nossas vidas juntos por um tempo. Foi basicamente um caos. Estar numa banda de rock, e fazer música e fazer uma carreira e tentar viver disso exige... Há muito caos. É muita coisa – fazer discos, turnê pelo mundo; é caótico. E acho que o caos atual tem muito a ver com as pessoas na sociedade, as redes sociais e telefones celulares. Não dá para fugir mais, a internet. Nossos filhos estão vivendo isso agora com seus próprios celulares. E nunca vai acabar. Acho que é muito caos. E acho que isso foi muito da inspiração por trás do disco para nós.
Metal-Rules.com: Depois de estar no QUEENSRŸCHE por quase trinta anos e ter todos esses discos de platina, turnês mundiais e por aí vai, qual é a verdadeira principal meta para vocês nesse estágio da carreira.
Scott: Na realidade eu alcancei uma meta ano passado que foi muito divertida, que foi com video games. Eu gosto de compor músicas para filmes e coisas assim, mas me pediram para fazer algumas músicas para o jogo Call Of Duty: Black Ops ano passado e então tocar a bateria, compor e tocar com a orquestra porque eles queriam que fosse um rock. E é uma grande franquia. Aquele jogo é algo enorme. Então eu fiquei realmente honrado quando eles me ligaram e disseram, "Você quer fazer isso?" E eu também... pude compor umas músicas extras para o jogo que foram usadas todas durante o jogo de você jogar. Então isso significou muito para mim. E foi muito divertido. E é muita indústria difícil de se entrar. Mas foi uma meta legal. Então eu gostaria de fazer mais isso. Pessoalmente, estou procurando fazer mais disso. E eu tenho alguns trabalhos em filmes que me ofereceram esse ano. Alguns grandes filmes de ação que me pediram para compor toda a música para eles. E para se honesto, é uma meta enorme ter mais disso.
Metal-Rules.com: Por quanto tempo você acha que continuarão com o QUEENSRŸCHE? Quero dizer, fisicamente há alguns limites que vão se aproximando a cada dia, você me entende? Vocês já discutiram o assunto entre si?
Scott: Sabe, falamos sobre isso tomando um vinho vez ou outra. Geoff (Tate, vocal) e eu falamos. E realmente acho que... Acho que conseguiremos continuar enquanto ainda pudermos ter um público que queira nos ver porque temos de ganhar dinheiro com isso. Caso contrário... vou ter de sobreviver de alguma outra maneira.
Metal-Rules.com: Você já mencionou o mundo dos games e a internet. Você já notou que há muitos meninos jovens na platéia que vêm vê-los porque eles os descobriram nesse novo tipo de mídia?
Scott: Absolutamente. É uma grande ferramenta se você abraçá-la e aprender como fazê-la trabalhar para você e continuar abraçando-a. acho que você pode vencer e acho que a habilidade é ótima. Obviamente há todo tipo de coisa na internet e nas redes sociais. Quero dizer está tudo lá, é um mundo totalmente diferente do de quando começamos. As gravadoras são poucas e assinando poucas coisas. Eles não investem muito em carreiras. E você tem de... Nosso legado nos ajudou com gravadoras, eu sei. Só acho que você tem de inventar e reinventar.
Leia a entrevista na íntegra no Metal-Rules.com.
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



Kiko Loureiro respeita muito Tony Iommi, mas acha que guitarrista do Black Sabbath é "quadrado"
Curitiba ganha "Cidade do Rock" e recebe festival com gigantes do rock nacional anos 1980
O álbum em que Geddy Lee acredita que o Rush finalmente encontrou seu equilíbrio
A reação de Dirk Verbeuren ao anúncio do fim do Megadeth
Shows que vão agitar São Paulo no segundo semestre de 2026.
Em 1994, Bruce Dickinson esculachou videoclipe do Aerosmith
James Hetfield revela sua maior influência como guitarrista de metal: "É o mestre dos riffs"
Pearl Jam sobe ao palco pela primeira vez com Abe Laboriel Jr. na bateria
A canção dos anos sessenta que fez Iggy Pop se livrar do blues e virar um "monstro"
O grande clássico do Metallica em que Kirk Hammett não tocou uma única nota
Como John Petrucci tenta manter a rotina de treinos durante as turnês do Dream Theater
O futuro rockstar que Peter Frampton queria que abrisse os shows do Humble Pie
Mamonas Assassinas: a história das fotos dos músicos mortos, feitas para tabloide
A única banda de metal que nem o Metallica conseguiu superar, conforme Regis Tadeu
A canção polêmica que o Guns N' Roses tocou só duas vezes e abandonou; "Ninguém entendeu"
A mudança de mentalidade de Jimmy London que o fez parar de beber e passar a malhar
O vocalista em que Robert Plant teria se inspirado para criar seu visual e atitude no palco
Bruce Dickinson surpreende ao apontar seu disco preferido do Iron Maiden

"Estou velho": Geoff Tate explica decisão de abandonar "Operation Mindcrime"
O melhor álbum e música do Heavy Metal de cada ano dos anos 1980, segundo a Loudwire
O livro dos anos 1970 que inspirou "Silent Lucidity", do Queensryche
5 músicas de metal que todo mundo conhece, mas quase ninguém sabe do que falam
O clássico do Megadeth que teve inspiração dos Beatles, Queensryche e sushi
"As I Am", do Dream Theater, foi inspirada em tour "irritante" ao lado do Queensryche



