Blaze Bayley: "Ser demitido do Iron Maiden me matou"
Por João Renato Alves
Fonte: Van do Halen
Postado em 27 de janeiro de 2012
Em entrevista ao Metal Blast, Blaze Bayley falou sobre a expectativa de seu novo álbum, King Of Metal. Além disso, relembrou os tempos de Iron Maiden.
Como você acha que o novo álbum se diferencia do anterior?
Ele retoma o lado mais Classic Metal. Está mais próximo de Silicon Messiah e Tenth Dimension. Não planejei que fosse assim, aconteceu. Até agora está soando muito bem. Todas as demos que registramos e ensaios foram positivos.
Qual seu momento favorito da gravação?
Tive a ideia de fazer um tributo a Ronnie James Dio. Quando ouvi a bateria pela primeira vez foi um momento realmente especial. Ele foi minha inspiração para começar a cantar. Espero que a música fique boa e os fãs gostem.
Você claramente superou muitos obstáculos. O maior teria sido superar a imagem de "o cara que cantou no Iron Maiden"?
Só três pessoas podem se considerar ex-vocalistas do Iron Maiden, sendo que uma voltou. Tenho orgulho do que fizemos, os álbuns e as músicas. Foi uma grande parte da minha vida e aprendi muito. Mas atualmente, quando excursiono pela Europa, muitos dizem que não se importam se eu não tocar sons da banda, pois gostam de meu trabalho posterior. Então, faço mais músicas da banda quando vou a lugares que não excursionei antes. Senão, me concentro no meu material.
Desculpe por perguntar sobre Iron Maiden mais uma vez, mas nunca houve um real esclarecimento sobre o que motivou sua saída.
Todas as grandes bandas estavam se reunindo. Black Sabbath, Judas Priest, Deep Purple… O Iron Maiden fez o mesmo. Me disseram que Bruce estava voltando e eu sairia. Aquilo me matou. Amava estar no grupo, cantar e viajar pelo mundo. Compor com Steve Harris era absolutamente fantástico. Já tinha músicas para trabalhar para um próximo disco, mas me chutaram e tive que seguir o meu caminho.
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