Scott Weiland: "nos anos noventa eu era jovem e burro"

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Por André Garotti, Fonte: SPIN.com, Tradução
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O cantor Scott Weiland do STONE TEMPLE PILOTS/ex-VELVET REVOLVER recentemente falou com o SPIN.com sobre seu recém-lançado album de natal, "The Most Wonderful Time Of The Year". Seguem alguns trechos da conversa.

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SPIN.com: Você acha que esse álbum vai surpreender seus fãs? Ou vai ajudar a mudar a percepção do público sobre Scott Weiland?

Weiland: Minha imagem agora é só um pouquinho de quem eu realmente sou. Assim como Keith Richards, Perry Farrell ou mesmo Mick Jagger. Jagger nunca foi um drogado de verdade, mas todos pensavam que eles eram bad boys. Nos anos 90 eu passei por um período em minha vida onde eu era definitivamente jovem, burro e cheio de mais burrice.

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SPIN.com: Mas as pessoas ainda te vêem como um machão. Você não pensa se os fãs vão ficar surpresos ao ouvir o frontman do STONE TEMPLE PILOTS agora cantando gentis canções de natal

Weiland: Eu não acho. Meus álbums solo são bem avant-garde comparados ao VELVET REVOLVER ou STP. São mais influenciados por bandas que eu gosto como GRANDDADDY, THE FLAMING LIPS, SIGUR ROS e THE SMITHS. Além disso, o STP tocou uma música do "A Charlie Brown Christmas" ("O Natal do Charlie Brown" no Brasil) no KROQ Almost Acoustic Christmas show alguns anos atrás. Os backing vocals têm essa sensação estranha, tipo jazz de múltiplas camadas.

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SPIN.com: Alguém tentou te convencer de que "The Most Wonderful Time Of The Year" seria uma má idéia?

Weiland: Absolutamente. Não. E eu vou te dizer o porquê: De volta em 1990, antes do STP assinar um contrato, (o baixista/ guitarrista do STP) Robert DeLeo e eu estávamos falidos. Tipo falidos, falidos, falidos. A gente não tinha dinheiro pra comprar presentes pra nossas famílias. Então a gente decidiu gravar uma versão de "The Christmas Song", mas a gente não tinha uma orquestra. A gente tinha um teclado com bons samples de cordas e Robert botou um pouco de papel higiênico atrás das cordas do baixo dele pra mutá-las e assim soava como um contrabaixo. Ele só tinha uma Gibson 175 e tocou a bateria só nela. Eu mixei e nós demos isso a nossos pais e avós, e até hoje eles dizem que foi o melhor presente de natal que eles já receberam.

Leia a entrevista completa no SPIN.com.




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Sobre André Garotti

André Garotti nasceu e reside em Brasília e é formado como Jornalista, Professor de Inglês e Técnico em Audio Digital pelo CAM (Curso de Audio & Música) do DF. Trabalha como guitarrista, produtor musical e técnico de som com todos os estilos de música, mas tem um amor infinito pelo rock e pelo metal desde a infância, sem compromissos ou preconceitos com nenhum tipo de banda dentro desses estilos.

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