Unisonic: Kai Hansen comenta vocais de Michael Kiske

Compartilhar no FacebookCompartilhar no TwitterCompartilhar no G+

Por Renato Rossini, Fonte: Souls Alive, Tradução
Enviar correções  |  Comentários  | 

Matéria de 17/01/13. Quer matérias recentes sobre Rock e Heavy Metal?


O frontman do GAMMA RAY e guitarrista do UNISONIC Kai Hansen aparece na edição de janeiro da revista espanhola Spain’s La Heavy Magazine falando sobre o UNISONIC. Abaixo um trecho da matéria transcrito na fan page oficial do UNISONIC, Souls Alive.
5000 acessosMax Cavalera: triste ver uma banda tão importante virar uma merda5000 acessosUltimate Guitar: as 28 canções mais sombrias de todos os tempos

Sobre o show ao vivo:

Hansen: “…eu acho que melhoramos muito como banda, temos uma melhor coordenação entre nós e já nos encontramos no palco. O que é bem diferente de criar um álbum. Foi bem divertido estar tão próximos ao vivo.”

Sobre o UNISONIC ser secundário ao GAMMA RAY:

Hansen: “É claro que são coisas diferentes. Sim, é uma banda, dois guitarristas, um baixista e um baterista, mas é uma coisa diferente. Não apenas músicos diferentes, mas também uma forma diferente de fazer as músicas e o estilo é muito diferente do GAMMA RAY, é algo que me deixa maluco e é muito diferente para mim, e eu só toco guitarra e tenho um grande vocalista comigo, Michael Kiske. Sou grato que as pessoas gostam que Kosta (Zafirious/bateria) cuide de coisas como a gerência, organização. No UNISONIC posso focar apenas em ser um músico... claro que eu sempre contribuo quando há discussões para decidir algo ou para melhorar a banda, a responsabilidade é compartilhada entre todos. No GAMMA RAY claro que há democracia, mas eu ainda tenho minha posição como fundador o que me faz mais responsável sobre o que acontece com a banda.”

Sobre o debut do UNISONIC:

Hansen: “Há músicas que realmente gosto no álbum, mas prefiro tocá-las ao vivo. Por exemplo: ‘No One Ever Sees Me’ é uma faixa que eu não me encaixei bem, era uma boa música, mas para mim faltava alguma coisa e eu tinha dúvida se devíamos tocá-la ao vivo, não tinha certeza se ia funcionar bem. Michael estava convicto que seria ótima ao vivo e ele estava certo. Quando começamos a tocá-la ao vivo eu senti a magia desta música. Há outras músicas que funcionam melhor ao vivo por que nós damos mais energia e ainda mais paixão.”

Sobre a performance ao vivo de Kiske:

Hansen: “Sim, é muito mais espontâneo ao vivo. Gravar um CD é sempre difícil porque você quer fazer tudo com perfeição, muito controlado. O melhor vem ao vivo. Michael irá levar a experiência desta última turnê para usar no estúdio. O próximo álbum ele fará uma performance mais próxima do que ele está fazendo ao vivo e ele não vai se preocupar tanto com as questões técnicas. Ele canta fantasticamente no álbum, mas prefiro como ele canta ao vivo.”

GosteiNão gostei

Compartilhar no FacebookCompartilhar no TwitterCompartilhar no G+

Os comentários são postados usando scripts e logins do FACEBOOK, não estão hospedados no Whiplash.Net, não refletem a opinião dos editores do site, não são previamente moderados, e são de autoria e responsabilidade dos usuários que os assinam. Caso considere justo que qualquer comentário seja apagado, entre em contato.

Respeite usuários e colaboradores, não seja chato, não seja agressivo, não provoque e não responda provocações; Prefira enviar correções pelo link de envio de correções. Trolls e chatos que quebram estas regras podem ser banidos. Denuncie e ajude a manter este espaço limpo.

Mais comentários na Fanpage do site, no link abaixo:

Post de 17 de janeiro de 2013

0 acessosTodas as matérias e notícias sobre "Michael Kiske"

HelloweenHelloween
Andi Deris v.s. Michael Kiske

HelloweenHelloween
Kiske aceitaria reunião por 2 milhões de Euros?

HelloweenHelloween
Michael Kiske não é mais totalmente contra uma reunião

0 acessosTodas as matérias da seção Notícias0 acessosTodas as matérias sobre "Unisonic"0 acessosTodas as matérias sobre "Michael Kiske"

Max CavaleraMax Cavalera
Triste ver uma banda tão importante virar uma merda

Ultimate GuitarUltimate Guitar
As 28 canções mais sombrias de todos os tempos

David BowieDavid Bowie
A última foto pública e a última foto privada

5000 acessosMini Iron Maiden: tocando "Ghost Of The Navigator" na escola5000 acessosMetallica: os motivos da saída de Jason Newsted5000 acessosPensadores e autores que inspiraram o Heavy Metal: Friedrich Nietzsche5000 acessosCorey Taylor: HQs, "The Walking Dead", shows marcantes5000 acessosPantera: "fomos roubados por um diabo dum lunático"5000 acessosPra ouvir e discutir: os melhores discos lançados em 1991

Sobre Renato Rossini

Renato Rossini, nascido em 27/09/1984 em São Caetano do Sul. Formado em Relações Internacionais, mas trabalha com informática (?!?!). Ouve heavy metal desde os 8 ou 9 anos. Começou com os clássicos, Metallica, Iron Maiden, Black Sabbath, mas hoje em dia ouve de tudo quando o assunto é metal. Pra variar tem uma banda, onde toca bateria.

Mais matérias de Renato Rossini no Whiplash.Net.

Whiplash.Net é um site colaborativo. Todo o conteúdo é de responsabilidade de colaboradores voluntários citados em cada matéria, e não representam a opinião dos editores ou responsáveis pela manutenção do site, mas apenas dos autores e colaboradores citados. Em caso de quebra de copyright ou por qualquer motivo que julgue conveniente denuncie material impróprio e este será removido. Conheça a nossa Política de Privacidade.

Em fevereiro: 1.218.643 visitantes, 2.740.135 visitas, 6.216.850 pageviews.

Usuários online