Unisonic: Kai Hansen comenta vocais de Michael Kiske
Por Renato Rossini
Fonte: Souls Alive
Postado em 17 de janeiro de 2013
O frontman do GAMMA RAY e guitarrista do UNISONIC Kai Hansen aparece na edição de janeiro da revista espanhola Spain’s La Heavy Magazine falando sobre o UNISONIC. Abaixo um trecho da matéria transcrito na fan page oficial do UNISONIC, Souls Alive.
Sobre o show ao vivo:
Hansen: "…eu acho que melhoramos muito como banda, temos uma melhor coordenação entre nós e já nos encontramos no palco. O que é bem diferente de criar um álbum. Foi bem divertido estar tão próximos ao vivo."
Sobre o UNISONIC ser secundário ao GAMMA RAY:
Hansen: "É claro que são coisas diferentes. Sim, é uma banda, dois guitarristas, um baixista e um baterista, mas é uma coisa diferente. Não apenas músicos diferentes, mas também uma forma diferente de fazer as músicas e o estilo é muito diferente do GAMMA RAY, é algo que me deixa maluco e é muito diferente para mim, e eu só toco guitarra e tenho um grande vocalista comigo, Michael Kiske. Sou grato que as pessoas gostam que Kosta (Zafirious/bateria) cuide de coisas como a gerência, organização. No UNISONIC posso focar apenas em ser um músico... claro que eu sempre contribuo quando há discussões para decidir algo ou para melhorar a banda, a responsabilidade é compartilhada entre todos. No GAMMA RAY claro que há democracia, mas eu ainda tenho minha posição como fundador o que me faz mais responsável sobre o que acontece com a banda."
Sobre o debut do UNISONIC:
Hansen: "Há músicas que realmente gosto no álbum, mas prefiro tocá-las ao vivo. Por exemplo: ‘No One Ever Sees Me’ é uma faixa que eu não me encaixei bem, era uma boa música, mas para mim faltava alguma coisa e eu tinha dúvida se devíamos tocá-la ao vivo, não tinha certeza se ia funcionar bem. Michael estava convicto que seria ótima ao vivo e ele estava certo. Quando começamos a tocá-la ao vivo eu senti a magia desta música. Há outras músicas que funcionam melhor ao vivo por que nós damos mais energia e ainda mais paixão."
Sobre a performance ao vivo de Kiske:
Hansen: "Sim, é muito mais espontâneo ao vivo. Gravar um CD é sempre difícil porque você quer fazer tudo com perfeição, muito controlado. O melhor vem ao vivo. Michael irá levar a experiência desta última turnê para usar no estúdio. O próximo álbum ele fará uma performance mais próxima do que ele está fazendo ao vivo e ele não vai se preocupar tanto com as questões técnicas. Ele canta fantasticamente no álbum, mas prefiro como ele canta ao vivo."
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