Motley Crue: Mick Mars comenta seu álbum favorito

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Por Fernando Portelada, Fonte: Blabbermouth, Tradução
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O Beyond The Watch conduziu em 2013 uma entrevista com o guitarrista do MOTLEY CRUE, Mick Mars. Alguns trechos estão disponíveis abaixo.
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Beyond The Watch: O MOTLEY CRUE já está por aí há um bom tempo agora. Coletivamente, vocês já passaram por vários extremos na vida. Qual é a cola que mantém vocês juntos? Como vocês conseguem permanecer unidos e ainda fazer o que vocês fazem de melhor?

Mick: “Esta é uma boa pergunta. É uma daquelas difíceis de responder. Eu não sei. Há algo que acontece quando nós quatro subimos ao palco. É algo estranho, é como se no tornássemos uma pessoa só. Claro que fora do palco pode ficar ruim, eu acho, com os desentendimentos e coisas assim, mas uma vez que subimos no palco, há esta substância forte que absolutamente para tudo que estava acontecendo. [...]”

Beyond The Watch: Voltando um pouco no tempo, diga-nos quais são os melhores momentos que você já teve com o MOTLEY CRUE.

Mick: “Os melhores momentos? Hmm... Bem você sabe, provavelmente o primeiro mês em que estivemos juntos, o primeiro show que tocamos no Starwood Amphitheatre, e nós ganhamos a plateia, e nesta época estávamos tocando perto de uma grande banda. E na noite seguinte – nós tocamos duas noite seguidas – a plateia estava lá para nós, e para eles estava tudo meio vazio [risos]. Foi algo como: ‘Estamos fazendo algo certo.’ Esse tipo de coisa, as primeiras experiências, e esse tipo de coisa sempre são legais. Nós tivemos coisas acontecendo com alguns de nós com alguns caras de outras bandas, como gladiadores, destruindo todo. Bebendo e brigando. Estas eram as coisas boas, quando você é jovem.”

Beyond The Watch: De todas as músicas que você criou com o MOTLEY CRUE, qual é a música ou álbum que você tem mais orgulho dentro de sua discografia?

Mick: “Esta é outra pergunta difícil. Eu gosto do disco com John Corabi [álbum auto-intitulado de 1994]. Eu acho que foi uma composição realmente boa, e ele foi meio que abandonado por nossa base de fãs, mas este é um dos meus favoritos. Este e provavelmente ‘Dr. Feelgood’ (1989).”

Beyond The Watch: Após os anos com John Corabi, o grupo incorporou algum material desta época em seu set? Ou é algo que permanece separado daquilo que os membros originais criaram?

Mick: “Ele sempre ficou de fora. Mesma coisa quando Tommy [Lee, bateria], saiu um pouco no ‘New Tattoo’ (2000). Randy Castillo estava substituindo-o, mas para mim algo foi removido. Ainda é o MOTLEY CRUE, mas nós ficamos com os 4 originais. Ainda que eu ame músicas destes dois álbuns.”

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Sobre Fernando Portelada

25 anos, Blogger, Podcaster, Gamer, Leitor de Quadrinhos, Ouvinte de Rock, Jornalista, e chato acima de tudo. Ouviu Imaginations From The Other Side do Blind Guardian aos 13 anos, emprestado por um amigo de escola. Ainda é um de seus álbuns preferidos.

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