Vinny Appice: explicando saída do Kill Devil Hill
Por Fernando Portelada
Fonte: Blabbermouth
Postado em 19 de março de 2014
Em 14 de março, o jornalista de rock, Mitch Lafon, conduziu uma entrevista com o lendário baterista Vinny Appice (BLACK SABBATH, HEAVEN & HELL, DIO, LAST IN LINE, KILL DEVIL HILL). Este vídeo, assim como a transcrição da conversa, estão disponíveis abaixo.
Sobre escrever novo material com o LAST IN LINE, banda que traz o guitarrista Vivian Campbell, ao lado d outros membros fundadores do DIO, Vinny appice, Jimmy Bain e Claude Schnell, além do vocalista Andrew Freeman, que previamente cantou no HURRICANE e LYNCH MOB:
Vinny: "Sim, nós começamos a compor e está indo muito bem, porque essa é a parte difícil. OK, é fácil se juntar e tocar as músicas antigas e se divertir e fazer shows. E então chega a hora de ‘Ok, nós temos que compor na próxima semana’. E você não sabe como isso vai ser, porque nós não estivemos juntos em uma sala há 30 anos. E isso foi fantástico. Nós já temos cinco músicas escritas e elas são bem legais e elas soam como nós. Elas soam como DIO. [...]"
Sobre sua decisão de deixar o KILL DEVIL HILL:
Vinny: "Não foi uma separação musical. Foi mais como... O que você quer fazer com... Quero dizer, eu comecei a banda e era minha banda, e então Rex [Brown, ex-PANTERA] chegou na banda e ele é conhecido como um cara de forte personalidade, e ela se tornou uma grande banda. Então não é um problema musical, é algo mais de negócios... cronogramas e a ideia de como vamos fazer isso funcionar, o tempo envolvido e todas as coisas diferentes. Obviamente, eu tinha muitas coisas no meu prato. Então foi uma coisa mútua onde... ‘Veja, eu acho que é melhor se vocês continuarem e conseguirem outra pessoa’ e ver o que acontece."
"Na verdade o KILL DEVIL HILL começou em 2009, quando eu comecei a fazê-lo. Você devota quatro anos, quase cinco anos para isso. E é tipo, ‘Uau! O que precisa para chegar la?’ Especialmente quando Rex juntou-se à banda. As pessoas conhecem Rex, as pessoas me conhecem. Não é como se fosse um bando de caras novos tentando chegar lá. E é tipo, ‘Uau, é realmente difícil levantar voo com isso.’ E parece que está melhor agora. Parece chegou ao ponto das pessoas saberem o que você está fazendo, como as companhias de disco, agentes, produtores e coisas diferentes. Isso é uma parte realmente importante de se estar em uma banda. A não ser que você seja uma banda all star, então é mais fácil sair e colocar coisas lá fora. O LAST IN LINE é mais vendível que o KILL DEVIL HILL, quando chega na hora de agendar shows. É assim que os negócios funcionam, as pessoas querem vê-lo, as pessoas querem ver ou ouvir coisas que eles conhecem."
"É um negócio louco agora. Rex e eu ficamos chocados que... ‘Uau! Essa já é a terceira turnê e nós ainda estamos lutando para tirar isso do chão.’ Você está saindo e está fazendo dinheiro de merchandising, mas isso está tudo investindo para manter isso vivo. Não há suporte nas turnês, não há publicidade... Onde você faz publicidade? Você só pode anunciar na Internet, na verdade. Há algumas revistas impressas e mesmo assim, é difícil conseguir orçamento para publicidade. Vídeos... você faz vídeos... Basicamente, parece que você simplesmente precisa de alguém que faz social média, e contrata essa pessoa 24 horas por a, todos os dias, 16 horas por dia, para ficar na Internet, para ficar em todos os lugares. Parece que é assim que é feito."
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