Zakk Wylde: "não conheço ninguém que não goste do AC/DC"

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Por Fernando Portelada, Fonte: Blabbermouth, Tradução
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Joe Daly do The Weeklings recentemente conduziu uma entrevista com Zakk Wylde (BLACK LABEL SOCIETY, OZZY OSBOURNE). Alguns trechos estão disponíveis abaixo.

The Weeklings: Você disse que não vê uma grande diferença no som entre o novo álbum do BLACK LABEL SOCIETY, "Catacombs Of The black Vatican" e "The Song Remais Not The Same", mas o novo álbum parece bem mais focado e agressivo, mesmo com as baladas. Você teve uma visão distinta de como queria que o álbum soasse quando começou a compor as músicas?

Zakk: "Não, isso que eu acho ser uma das coisas excitantes sobre fazer um novo disco. Nós somos como um bando de vikings dizendo: ‘Vamos ver se achamos algo novo por aqui.’ Eles não descobriram a América, estavam indo naquela direção. Nós não descobrimos nada, nós estamos somente indo nesta direção, cara. Por outro lado, nós afirmamos que descobrimos, sim... [risos]. A forma que eu vejo isso é que há vários ossos enterrados nesse raio de duas milhas e se nós não acharmos nada hoje, nós voltamos e continuamos a cavar amanhã. É uma questão de encontrar isso. E sobre ficar chateado ou puto se você tiver um boqueio, você continua cavando até achar algo que gosta. Esta é a verdade."

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The Weeklings: Você tem alguns caras novos na banda agora – Dario Lorina na Guitarra e Jeff Fabb na bateria. Como isso afetou o som?

Zakk: "Todos que já andaram com o BLACK LABEL SOCIETY, nós somos como um grupo de Navy Seals – todos sabem quem nós somos, nós vamos matar uns caras malvados e então vamos pra casa. O grande ponto é que não há reclamação e manha e besteiras; nós não temos esse problema no BLACK LABEL SOCIETY. No BLS, é o seu trabalho até você não querer mais fazê-lo. Quem quer que venha lhe substituir, tem a posição até não querer mais e então você pode sempre voltar e fazê-la de novo. Então Chad [Szeliga, bateria] estava fazendo shows conosco e recebeu a oportunidade de sair com Scott Stapp quando tiveram algum tempo livre, após fazermos o disco, Chad falou: ‘Zakk, eu vou sair com Scott por um tempo.’ E eu disse: ‘Sem problemas. Vá destruir por lá. Nós lhe amamos e você fez um trabalho incrível neste disco.’ Isso é realmente uma irmandade. Eu amo os outros caras com quem faço música, desde o começo, do momento quando você e eu estamos falando agora, porque eles são todos únicos. É como se eu fosse membro dos New York Yankees – todo cara que coloca uma camisa do Yankee e aqueles que tem o número aposentado e comemorado no Monument Park – cada um deles são únicos e incríveis e alguém que contribui imensamente para o time. Então agora é o trabalho de Jeff até que ele não queria mais fazê-lo, e é o trabalho de Dario até que ele não queira mais. Nick [Cantanese, ex-guitarrista] disse: ‘Zakk, eu estou escrevendo meu próprio material agora e eu estou fazendo algumas coisas e me divertindo, acho que vou fazer isso agora.’ Eu disse: ‘Tudo bem, cara, eu te amo, irmão. Todos nós queremos que você tenha sucesso e que seja feliz.’ Nick sempre vai ser um irmão do BLACK LABEL, então está tudo bem. É dessa forma que nós funcionamos aqui e isso nos faz únicos. Os leões ficam com os leões. Não há hienas."

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The Weeklings: Alguma ideia sobre como o AC/DC vai ficar agora?

Zakk: "Isso é simplesmente terrível. Não importa quanto dinheiro você tenha – mesmo se Malcolm [Young] e esses caras estivessem somente tocando em um nível de bar, se ele estivesse fazendo o suficiente para pagar as contas e tocar a música que ele gosta de tocar e então ter de parar desta forma, seria ainda bem triste, cara. Eu só espero que ele melhore e possa ter uma boa vida. Isso é definitivamente uma merda, mas tudo que você pode fazer é dizer uma prece e esperar que ele melhore. Eu não conheço ninguém que não goste do AC/DC, então Malcolm não vai ter falta de amor chegando a ele."

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Sobre Fernando Portelada

25 anos, Blogger, Podcaster, Gamer, Leitor de Quadrinhos, Ouvinte de Rock, Jornalista, e chato acima de tudo. Ouviu Imaginations From The Other Side do Blind Guardian aos 13 anos, emprestado por um amigo de escola. Ainda é um de seus álbuns preferidos.

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