Derrick Green: "As trocas de baterista nos ajudaram a evoluir"

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Por Rafael Testa, Fonte: Blabbermouth, Tradução
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Derrick, vocalista do Sepultura, concedeu uma entrevista recentemente a uma rádio australiana.

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Perguntado se todas as mudanças de baterista nos últimos dez anos afetaram o Sepultura em nível pessoal e criativo, Derrick respondeu: "Com certeza criativamente. Tivemos que ficar juntos e nos manter focados na música. Eu acho que, de diferentes maneiras, isso nos ajudou a evoluir. Tivemos a sorte de ter pessoas incríveis conosco, que eram artistas, e isso nos ajudou muito. Então temos sido capaz de criar álbuns de qualidade e, na verdade, temos evoluído. Estamos no ponto agora, em uma fase muito boa, estamos muito fortes e muito conectados, juntamente com a gravadora (Nuclear Blast) que está atrás de nós, o que ajuda tremendamente. Acho que essas mudanças nos ajudaram a manter focados na música, que é a coisa mais importante, e tentar esquecer todo o drama que rondou essa situação."

A respeito de como SEPULTURA mantém um equilíbrio e uma conexão entre a música que está criando hoje e registros antigos da banda, Derrick disse: "É certamente uma banda diferente e em diferentes tempos (em relação ao que eram a 30 anos atrás). A maior diferença é definitivamente que, com o tempo, a música e tudo está mudando, a cena da música, as pessoas mudam. Quero dizer, a banda tem 30 anos de história, então eu deveria pensar, como um artista, que você seria um fracasso se fosse o mesmo depois de 30 anos (gargalhou) e não mudar em nada. Eu acho que você não seria um artista. Ser um artista é evoluir, mudar e expressar isso. Então eu acho que tem o Sepultura tem tido uma trajetória incrível, e eu acho que muito única e especial."




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Sobre Rafael Testa

Nascido em Juiz de Fora, Minas Gerais, tem 23 anos, é estudante de sistemas de informação e torcedor fanático do Vasco da Gama e do Tupi Football Club. Se interessou por rock/metal depois do grande tio Roney mostrar-lhe o Iron Maiden. Tem o gosto musical muito variado, curte do thrash metal do Slayer ao metalcore do All That Remains. Acredita que existem bandas boas atualmente e faz questão de apresentá-las.

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