Scorpions: banda ajudou a derrubar o Muro de Berlim

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Por Roberta Forster, Fonte: Scorpions Brazil, Tradução
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Matéria de 18/08/15. Quer matérias recentes sobre Rock e Heavy Metal?

A FOX entrevistou, no dia 31 de julho, nos Estados Unidos, os guitarristas Rudolf Schenker e Matthias Jabs. Confira a entrevista traduzida na íntegra pelo Scorpions Brazil:

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http://www.scorpionsbrazil.net.br/2015/08/entrevista-rudolf-...

Seguem abaixo alguns trechos:

FOX411: Celebrar 50 anos como uma banda é algo impressionante - vocês agora se juntaram aos Rolling Stones e os Beach Boys em termos de longevidade. Vocês alguma vez pensaram, quando começaram o Scorpions anos atrás na Alemanha, que vocês resistiriam ao teste do tempo?

Rudolf Schenker: Sim, foi há muito tempo, não é? Quando comecei a banda eu fui muito inspirado pelos Beatles e os Stones. I vi quatro e cinco caras juntos, viajando o mundo - amigos, fazendo música juntos. Amigos! Essa foi minha filosofia desde o começo.Eu estava procurando por bons músicos e pessoas com quem eu poderia fazer amizade. Essa é a razão pela qual a banda ainda está de pé, e esse é o motivo pelo qual tocamos esse tipo de música. Nós construimos esse som. Nos atravessamos tempestades, mas ainda estamos aqui. Nós construimos a casa com base no rock (N.E: Aqui Rudolf faz uma alusão à música "We built this house")

Matthias Jabs: Sim, exatamente! Bem, 50 anos é só o Rudolf, sabe. (risos). Klaus [Meine, vocalista] tem 45 anos de banda, e eu tenho 37. Rudolf fundou a banda em 1965, o que é fantástico. Ter uma banda de tantos anos que lança um novo álbum e sai em turnê pelo mundo é também fantástico. Algumas bandas tem 50 anos e você não ouve novas músicas há muito tempo. Estamos na verdade surgindo com um novo álbum todo ano.

FOX411: Falando de música nova, eu gosto do forte poder motriz de "Return to Forever", músicas como "Rock my Car" e "House of Cards", mas acho que minha favorita é uma que tem um pouco de mistura disso: "The Scratch".

Schenker: Oh yeah yeah yeah! Essa foi uma que surgiu no último minuto! É fantástico que, de alguma maneira, tivemos a liberdade de fazer essa música - contanto que ela se misture e agite. Essa é a coisa boa nisso tudo. Você essa sopa de música, e se você colocar um pouco de chili, então fica ótimo. Sem o chili ainda é bom, mas não tão bom como quando você adiciona o chili.

Jabs: Eu estava exatamente ouvindo essa no carro. Gravar todas aquelas guitarrras para ela foi muito divertido. A ideia que Rudolf teve para ela foi ótima. Ela tem um tipo Benny Goodman de vibração, com guitarras rock´n´roll. Eu gostaria que pudéssemos fazer um vídeo para essa! (risos)Pegar um visual Benny Goodman para conduzir.

FOX411: Quando vocês estavam crescendo na Alemanha, em que lado do Muro de Berlim vocês estavam?

Schenker: Estávamos no lado oeste do muro. Essa é a razão pela qual eu disse para a banda, quando nos tornamos famosos nos Estados Unidos em 1982, "Nós temos que ir para a Russia". As pessoas disseram "Você está maluco! Não há nada acontecendo na Russia - não há música, não há gravadoras, não há fãs." Eu disse,"Eu tenho um pressentimento que devemos ir para lá. É um país fantástico, e nós podemos mostrar a eles que os alemães tem uma nova geração surgindo. Não estamos indo para fazer guerra - nós estamos indo com guitarras e tocando rock'n'roll e levando paz e amor."

Jabs: Eu nem sequer pensava sobre essa história de ser um alemão fazendo turnê pelo mundo por muitos anos. Quando estou na América ou na Inglaterra, eu não penso sobre onde eu vim. Mas quando você vai para o leste, de alguma forma, você começa a pensar, "Ok, eu sou um alemão, ainda que eu não tivesse nem nascido quando tivemos a Guerra Mundial." Os pais alemães eram os que tinham lutado com os russos, então isso torna você mais consciente da história que as pessoas falam. E agora nós temos uma situação diferente. É a nova geração. Agora os alemães vêm com guitarras e os fãs adoram isso.

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Post de 18 de agosto de 2015

Sobre Roberta Forster

Sou paulista, apaixonada por rock'n'roll, fotografia e literatura, nascida nos maravilhosos anos 80, funcionária pública, graduada em Artes Visuais pela Universidade Belas Artes de São Paulo. Especializei-me em fotografia pela Escola Focus em 2008 e, atualmente, estudo Letras na Universidade de São Paulo - USP e atuo como fotógrafa de Rock e Heavy Metal para o Whiplash! quando Chronos permite. Prazer!

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