Audiofilia: novo módulo da Marantz é tudo que você precisa
Por Nacho Belgrande
Fonte: Playa Del Nacho
Postado em 12 de agosto de 2015
A marca originalmente nova-iorquina e atualmente japonesa MARANTZ, fundada nos anos 50 e atualmente dedicada a áudio doméstico de alto padrão, anunciou recentemente o lançamento de um modelo bastante versátil e abrangente, e o melhor: a um preço que foge em muito aos valores geralmente perpetuados aos itens da empresa.
O M-CR611 é uma espécie de blend entre CD player e receiver, com um design não muito vanguardista e que desempenha uma série de funções que atendem desde o consumidor descomprometido de música até audiófilos mais antenados com tecnologias ascendentes – incluindo arquivos de alta resolução.
O player é compatível com CDs industrializados, CD-R e CD-RW, e se alia ao tuner de rádio AM/FM [bandas para as quais há uma entrada para antena externa] como as funções mais básicas do módulo.
Dentre os features mais modernos do M-CR611, há um botão frontal de ativação ‘one push’ do sistema de Wi-Fi e também para o Apple AirPlay; o receiver também pode realizar streaming via Bluetooth com NFC no caso de conexões simples com smartphones e dá acesso pronto e instantâneo a milhares de estações de rádio via internet, além, claro de serviços de streaming mais difundidos no mercado: Spotify, Connect, Pandora e o SiriusXM.
O deck também possui uma entrada conectora traseira de rede para sinal de internet, além de duas entradas digitais para sinal de outros dispositivos de áudio [ou, dependendo do tipo de encodamento do sinal, perfeita reprodução de conteúdo em áudio integrado a vídeo, como em um filme em som Dolby 2.0].
A reprodução de arquivos digitais pode ser originada de um HD externo de alta capacidade e/ou um simples cartão de memória flash, e executa extensões como MP3, ALAC, WAV, AIFF, e as duas mais interessantes: FLAC e a grande promessa da Sony, o DSD.
Uma atração à parte no M-CR611 é sua amplificação de áudio para 4 canais digitais, ou seja, 2 pares de caixas podem ser ligados a ele, sendo que o sistema possibilita controlar o nível de volume de cada par separadamente. Ele também pode ser configurado para jogar o dobro da potência para apenas um par de falantes, ou direcionar um par de falantes biamplificados. A potência, contudo, é de apenas 60w por canal.
O M-CR611 vem com um controle remoto ergonômico de luxo e é totalmente compatível com o aplicativo Marantz Remote, que roda tanto em celulares como tablets de plataformas iOS e Android.
Custo: 2500 reais, sem impostos ou fretes – uma pechincha quando se trata de Marantz.
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



O melhor baterista de todos os tempos, segundo Lito Sousa, do Aviões e Músicas
"Não chego aos pés dele"; o guitarrista contemporâneo admirado por Jimmy Page
Slipknot lança "Arsenal", música que marca a estreia do baterista brasileiro Eloy Casagrande
Os clássicos da literatura que Nando Reis não suporta: "Esse cara é antipático"
Elton John mantém tradição de tocar hit que "só é conhecido no Brasil" com show no Rock In Rio
O álbum que Rob Halford considera o "Sgt. Pepper's" do Judas Priest
O Gamma Ray ainda existe? Kai Hansen responde
Os 2 membros do Metallica que planejaram outra banda no auge do "Black Album"
O chilique que Sammy Hagar deu quando foi abrir show do Kiss nos anos 70
O cantor que fazia Robert Plant pensar em "jogar a toalha" de tão bom
A canção onde os Beatles "inventaram" Jimi Hendrix, de acordo com George Harrison
Se o Shaman voltar, a vaga mais difícil de preencher não é a do microfone
Revista Veja Rio diz que bandas de rock não conseguem lotar o Rock in Rio: "Flopou"
A música que marcou o fim do auge do Oasis, segundo o Noel Gallagher
Músicos do Nevermore explicam ausência do baixista Jim Sheppard em reunião
A banda que foi a primeira de thrash metal segundo Rick Rubin: "Sangue, vísceras e Satã"
João Gordo: ele diz não ser representante do metal e cita os "verdadeiros"
Exodus: quando a banda "engoliu" o Metallica e nunca mais abriu para eles

Arquivos em MP3: quem os ouve, não ouve o que foi feito em estúdio



