Regis Tadeu: mesmo depois de 50 anos, "Revolver" não envelheceu

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Por Bruce William, Fonte: Regis Tadeu
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Matéria de 10/08/16. Quer matérias recentes sobre Rock e Heavy Metal?

Em novo texto publicado no Yahoo!, Regis Tadeu fala sobre o "Revolver", dos Beatles, que está completando 50 anos de idade em 2016, confira o texto completo no link a seguir:

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https://br.noticias.yahoo.com/mesmo-depois-de-50-anos-revolv...

A primeira vez que ouvi Revolver inteiro foi logo depois de ter tomado contato com uns compactos dos Beatles que descobri ao fuçar uma estante velha lá em casa, em 1967. Imagine o impacto de ouvir “Penny Lane”, “Strawberry Fields Forever”, “Michelle” e outras pérolas ao sete anos de idade!!! Aquilo não só abriu a minha jovem e tenra cabeça em termos musicais como me preparou, mesmo que inconscientemente, para ouvir LPs inteiros, que na minha mente funcionavam como uma “coleção de compactos que a gente ouvia de uma vez só”, sem ter que trocar o disco. Minha querida mãezinha – a saudosa Dona Irene – percebeu o meu fascínio e tratou e comprar o primeiro LP que viu em uma loja de discos no bairro onde morávamos. Quando ela voltou para casa com um embrulho contendo a edição nacional do Revolver, eu já estava pronto. Ou pelo menos assim eu pensava…

Revolver parecia um ser vivo toda vez que eu colocava o LP para tocar em minha vitrolinha vermelha com o alto-falante na tampa. Quando ganhei um aparelho “3 por 1” decente, a sensação se tornou ainda mais nítida. A capa já era uma ‘viagem’ com aquelas colagens malucas que eram típicas dos anos 60, mas os diferentes estilos apresentados ao longo das canções era realmente embasbacante. Demorei anos para entender porque eu curtia tanto o rock explícito de “Taxman” e “I Want to Tell You” com o mesmo apreço com que me derretia com a delicadeza de “Here, There and Everywhere”, “I’m Only Sleeping” e “Eleanor Rigby”. Também passei longo tempo sem sacar os motivos que me levavam a sentir calafrios na espinha ao ouvir “Tomorrow Never Knows” e “She Said She Said”. Nunca tinha sequer ouvido algo parecido com a cítara presente em “Love You To”, o primeiro resultado da “conexão Índia” puxada por George Harrison e seguida pelos demais integrantes.

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Bruce William pensava em ser um motoqueiro rebelde mas descobriu que é um Wieder Blutbad nerd apaixonado por uma Fuchsbau. Avy jorrāelan, CatW!

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