Vinnie Vincent: detonando Mark Slaughter e negando demissão do Invasion
Por Igor Miranda
Fonte: Blabbermouth
Postado em 25 de janeiro de 2018
Mais trechos das entrevistas concedidas pelo guitarrista Vinnie Vincent na Atlanta Kiss Expo, no último fim de semana, durante sua primeira aparição pública em mais de 20 anos, seguem surgindo na internet. Em outro vídeo divulgado recentemente (transcrito pelo Blabbermouth), Vincent negou o "mito" de que teria sido demitido de sua própria banda, o Vinnie Vincent Invasion, e fez duras críticas ao vocalista Mark Slaughter, que cantou no álbum "All Systems Go" (1988) e, posteriormente, capitaneou o grupo Slaughter.
Durante o bate-papo, Vinnie Vincent não citou Mark Slaughter por nome nenhuma vez. O guitarrista disse que Mark "não sabe cantar" e reduziu o nível de sua música a "pior do que uma banda local de bar".
Vinnie Vincent - Mais Novidades
Ao falar sobre a "queda" do Invasion, ele disse: "Rob (Fleischmann, vocalista anterior) e eu construímos um palácio no primeiro disco e aquela era a arquitetura. Deveríamos ter ido para o alto, sempre, porque ele era muito talentoso e éramos o time perfeito [...] Há muito arrependimento, porque sabemos que poderíamos ter feito muito, mas não fizemos".
Segundo Vinnie, todos têm suas "narrativas egoístas" sobre o que aconteceu até o fim da banda. Ele negou, por exemplo, que tenha sido demitido de sua própria banda. "Tentei manter Rob, pois dizia: 'não há como esse outro cara, que não consegue cantar, que reduziu minha música a um nível pior do que uma banda local de bar, estar em minha criação'. E a Chrysalis (gravadora) mudou a direção e queriam render grana rápida com o jovem garoto, que apelava para as adolescentes [...] Eles disseram que queriam uma grana rápida. E eu disse que ou manteriam minha criação com Rob, ou eu sairia", afirmou.
Ao tentar sair da Chrysalis, Vinnie Vincent disse que acabou "preso" por questões contratuais. "Eles disseram que eu devia mais dois discos (após o primeiro ter sido lançado) e que eu faria a turnê, não poderia acabar ali, porque a máquina estava movendo. Então, eu tinha empresários que não olhavam para o Vinnie, olhavam para si", comentou.
Vincent disse que a mágica acabou com "All Systems Go". "Com o primeiro disco, todas as revistas de rock diziam que era o melhor em muito tempo. Ele era diferente. Na época, as bandas soavam como Judas Priest ou como Poison. As rádios piraram. Vendeu muito e de forma rápida. Assim que esse indivíduo sem talento apareceu, tudo acabou. Então, gravamos o clipe de 'Boyz Are Gonna Rock' com alguém falso, era como fake news [...] Uma coisa levou à outra e só piorou. Fiz o segundo disco e tive aquelas ótimas músicas que deveriam soar como o primeiro disco. Segue o mesom som, a mesma paixão, a mesma intensidade, o mesmo poder, e isso não estava lá", afirmou.
Veja a entrevista em vídeo na íntegra (em inglês e sem legendas).
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



A canção de metal que é a "melhor música do mundo" de acordo com Jack Black
A canção de Neil Young que deixa Roger Waters praticamente sem palavras
O mega-clássico do Led Zeppelin que Robert Plant passou a considerar menos relevante
Foo Fighters abrirá show do AC/DC logo após o Rock in Rio
Children of Bodom é anunciado como atração do Summer Breeze 2027
Qual é o sentido da vida? Geezer Butler, do Black Sabbath, responde
As 10 músicas mais rápidas do Metallica pela média de batidas por minuto
A proposta que Wolf Hoffmann fez para Udo seguir como vocalista do Accept
A música dos Beatles que Paul McCartney considerava tão esquecível que mal lembrava dela
Falece Barry Mitchell, ex-baixista do Queen
Paul McCartney elege os 3 maiores bateristas do rock de todos os tempos
De Black Sabbath a Babymetal, 50 músicas que formam a playlist definitiva do heavy metal
5 versões cover tão ruins que te fazem odiar a versão original, segundo a Far Out
O lendário baterista com quem Keith Richards odiou tocar: "Não tocava p*rra nenhuma!"
Kiss lança álbum ao vivo gravado durante a turnê de "Destroyer"



Por que Gene Simmons, do Kiss, nunca mais trabalhará com Vinnie Vincent


