Kiss: Bruce Kulick conta porque ficou aliviado em não ser convidado para voltar ao grupo

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Por Emanuel Seagal, Fonte: Sleaze Roxx, Tradução
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Em entrevista ao Sleaze Roxx (https://sleazeroxx.com/interviews/bruce-kulick-kiss-grand-funk-railroad-union-interview/) Bruce Kulick comentou sobre seu período no KISS e como se sentiu aliviado em não ter sido chamado para retornar ao grupo.

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Sleaze Roxx: Você tem recebido elogios pela performance da sua banda no KISS Kruise. Há um apreço por parte de uma segunda onda de fãs do KISS da fase sem maquiagem.

Bruce Kulick: Ah, sem dúvida, eu sinto que há uma maior atenção dos fãs quando se trata da minha época na banda. Muitos fãs conheceram o KISS quando eu estava na banda. Eles vêm de todos cantos. Eles administram o Wal-Mart, um médico, um advogado ou um motorista de caminhão. Se você faz o que faz bem, você tem meu respeito. Quando eu tive que sair em 1996 após o sucesso do 'Unplugged' do KISS, as pessoas estavam cientes da musicalidade que existia na banda entre Eric Singer e eu, mas após 20 anos das pessoas ouvindo sobre o KISS com maquiagem, foi como 'Star Wars' quando teve seu reboot, as pessoas foram ver do que se tratava. Eu entendi que eram os caras originais, eles colocaram a maquiagem e as pessoas ficaram empolgadas em vê-los novamente ou pela primeira vez. Isso continuou, depois continuou e continuou (risos)!

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Então chegou um ponto que Gene [Simmons] e Paul [Stanley] não podiam continuar com Peter [Criss], então eles pediram ao Eric Singer para assumir o papel e a maquiagem. Eric é um tremendo baterista. Eu estava genuinamente feliz por ele. Eu ainda estou. Então, quando Ace [Frehley] começou a pisar na bola foi fácil para eles irem com Tommy Thayer, que faz um trabalho tão fantástico como o 'Spaceman'. Se me pedissem para entrar no papel de 'Spaceman', seria muito estranho pra mim. Os fãs me perguntam muito: 'Bem, por que você não está lá?' Acho que Tommy assumir o papel foi muito mais natural do que Bruce Kulick se tornar o 'Spaceman' e soltar foguetes da minha guitarra. Eu teria que tocar as músicas, nota por nota, como Ace. Eu não acho que poderia fazer isso e ficar feliz na banda. Tommy faz isso com perfeição. Eu nunca fui obrigado a aprender os clássicos nota por nota, mas se você vai ser o 'Spaceman', teria que permanecer fiel à maneira como Ace toca.

Isso não quer dizer que não toco as músicas clássicas com respeito. Eu toco as músicas do GRAND FUNK RAILROAD, enquanto coloco meu próprio estilo nelas, como eu fazia no KISS. Eu perderia minhas 'liberdades' se assumisse o papel de 'Spaceman'. Sou amigo do Tommy. Ao longo dos anos, nos aproximamos no KISS Kruise. Nós conversamos muito lá . Uma vez ele me perguntou 'Como você toca 'Crazy Nights?'' Eu disse: 'Não se preocupe. Toque como você toca. É o que funciona para você. Não me ofendo e você não precisa copiar como eu toco'. O estilo de Tommy é muito mais próximo do Ace que o meu. Eu tenho um estilo único em minha abordagem, você pode ouvir em 'Tears Are Falling', 'Who Wants To Be Lonely', 'Unholy' e até o solo acústico de 'Forever'. Estou orgulhoso do meu trabalho naquela época do KISS. Estou abraçando isso. Os fãs também. Está tudo bem."

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Sobre Emanuel Seagal

Descobriu o metal com clássicos como Iron Maiden e Black Sabbath. Hoje em dia, entre outros gêneros musicais, e sem se limitar a rótulos, ouve principalmente doom, viking e folk metal. Sempre que possível está em busca de novas bandas que tenham algo a transmitir alem de clichês, e mesmo em meio a tantas novidades não dispensa pérolas como o bom e velho Candlemass. Acompanha o Whiplash! desde os primórdios, tendo iniciado sua vida de internauta no mesmo ano de criação do site (1996). Há algum tempo está envolvido com metal, seja trabalhando com eventos, bandas, gravadoras ou imprensa, na tentativa de contribuir de alguma forma para o crescimento desse que é um dos segmentos mais apaixonantes da música, o metal.

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