Roger Waters: ex-Pink Floyd cantará em live do Dia do Trabalho, com Lula, FHC e Ciro
Por Igor Miranda
Fonte: Folha de S. Paulo
Postado em 01 de maio de 2020
As principais centrais sindicais brasileiras vão promover, nesta sexta-feira (1°), Dia do Trabalho no país, uma live que reunirá diversas personalidades. Além de políticos como os ex-presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Fernando Henrique Cardoso e o ex-ministro Ciro Gomes, a transmissão terá a participação de Roger Waters, ex-vocalista e baixista do Pink Floyd.
Waters fará sua participação com um vídeo pré-gravado em que canta a música 'We Shall Overcome'. A canção tradicional americana é como uma espécie de hino da luta pelos direitos civis.
Outros artistas também enviarão vídeos cantando e saudando o público. Entre eles, estão Odair José, Chico César, Zélia Duncan, Fernanda Takai (Pato Fu), Chico Buarque e Otto, entre outros.
A live começa às 11h30, com transmissão no canal da TVT no YouTube.
O envolvimento de Roger Waters com questões políticas existe desde os tempos de Pink Floyd, com letras que mostram seu posicionamento. Com o passar dos anos, ele se relacionou mais diretamente com algumas causas, especialmente ligadas à esquerda política, como o boicote ao estado de Israel devido à questão da Palestina e críticas a políticos como Donald Trump e Jair Bolsonaro, presidentes dos Estados Unidos e Brasil, respectivamente.
Em turnê pelo Brasil, em 2018, Waters gerou polêmica logo no primeiro show em São Paulo, ao expor a hashtag "#EleNão" em seu telão e incluiu o nome de Bolsonaro, então candidato à presidência, em uma lista de políticos "neofascistas". Parte da plateia vaiou Waters, que substituiu o nome de Bolsonaro por "ponto de vista censurado" nas apresentações seguintes.
Na ocasião, o ex-Pink Floyd concedeu uma entrevista ao jornal "Folha de S. Paulo" e falou sobre Bolsonaro. "O chefe da minha equipe de segurança no Brasil conversa comigo e ele acredita que Bolsonaro é uma coisa nova na política e é incorruptível. Pergunto se ele está debochando de mim. Bolsonaro está na política brasileira há 30 anos e é totalmente corrupto! E é louco. Vingativo e insano", disse, na época.
Em 2019, ao site Brooklyn Vegan, Roger Waters reforçou as críticas. "No exterior, ameaçaram me jogar na prisão no Brasil porque eu estava me intrometendo nas eleições deles, ao me juntar ao movimento #EleNão - que fracassou. Você sabe que Bolsonaro, o fascista Bolsonaro, foi eleito apesar da resistência a ele. Quis visitar Lula quando fomos ao sul, onde ele está preso, e o juiz local me negou essa possibilidade. Era um momento muito sensível, próximo das eleições", disse.
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