Slash: como o guitarrista acabou tocando com Michael Jackson em estúdio e ao vivo

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Por Igor Miranda, Fonte: Kerrang!
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O guitarrista Slash relembrou, em entrevista à "Kerrang!", da parceria com Michael Jackson no início da década de 90. O músico do Guns N' Roses participou do álbum "Dangerous" (1991), tocando na música "Give In To Me" e na passagem introdutória de "Black Or White" - não confundir com o riff principal da canção, gravado por Bill Bottrell.

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Durante o bate-papo, Slash contou que o convite chegou por telefone. "Meu empresário me ligou, dizendo: 'Michael está tentando falar com você'. Eu fiquei tipo: 'uau'. Liguei de volta e ele queria que eu tocasse em 'Dangerous'", afirmou, inicialmente.

Os dois marcaram no estúdio Record Plant, em Hollywood, Estados Unidos. "Ele estava lá com a atriz Brooke Shields. Foi surreal. Duas pessoas com as quais eu cresci, de certa forma. Ficamos conversando por alguns minutos, saímos para jantar e me deixaram com essa música ('Give In To Me')", disse.

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O músico revelou, ainda, que não mudou muito sua abordagem na guitarra ao gravar a canção. "Fiz o que costumo fazer, ele realmente curtiu e depois me perguntou se eu gostaria de fazer algumas outras coisas. Eu tocaria em alguns shows aqui e ali. Foi divertido, pois ele era tão profissional, um enorme talento, de alto patamar. Isso foi o principal: ele era musicalmente fluido", afirmou.

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Como era estar com Michael Jackson

Ainda durante a entrevista, Slash revelou como era estar com Michael Jackson. "Em cima do palco, ele era muito profissional. Quando não estava trabalhando, ou estava produzindo ou algo do tipo, era quando você via como ele estava à mercê do próprio sucesso", respondeu, inicialmente.

O guitarrista pontuou que existiam "muitas pessoas, muitos bajuladores e muitas pessoas que só falavam 'sim'" no entorno do Rei do Pop. "Dava para notar que ele sabia que 90% daquelas pessoas eram falsas. Eu sentia pena dele nesse sentido", disse.

Por fim, o músico comparou as reações dos públicos do Guns N' Roses e de Michael Jackson. "Fiz alguns shows com Michael em Tóquio e vi como essa coisa gigante funcionava. E ele estava no centro. A única hora que ele estava em uma zona de conforto era quando estava no palco. Logo após isso, o Guns tocou na mesma cidade e nosso sucesso era enorme, mas não era tão avassalador quanto o de Michael. Foi interessante observar as duas coisas, tendo cuidado com o que você desejou", concluiu.




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Sobre Igor Miranda

Jornalista formado pela Universidade Federal de Uberlândia (UFU), com pós-graduação em Jornalismo Digital pela Universidade Estácio de Sá. Começou a escrever sobre música em 2007 e, algum tempo depois, foi cofundador do site Van do Halen. Colabora com o Whiplash.Net desde 2010. Atualmente, é editor-chefe da Petaxxon Comunicação, que gerencia o portal Cifras, Ei Nerd e outros. Mantém um site próprio 100% dedicado à música. Nas redes: @igormirandasite no Twitter, Instagram e Facebook.

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