Dream Theater: Como o conjunto mudou a vida de Misha Mansoor, guitarrista do Periphery
Por Vagner Mastropaulo
Postado em 04 de junho de 2021
O ano era 1992, James LaBrie estreava em full lengths do Dream Theater substituindo Charlie Dominici nos vocais e juntando-se a John Petrucci (guitarra), John Myung (baixo), Kevin Moore (teclados) e Mike Portnoy (bateria) a fim de gravar uma das pedras fundamentais do prog metal, mesmo antes de o termo ser cunhado.
O play continha a desde sempre cultuada "Metropolis – Part I: ‘The Miracle And The Sleeper’", embrião do posterior Metropolis Pt. 2: Scenes From A Memory (99) e o resto é história. Entre as oito faixas, pérolas escondidas hoje icônicas como "Take The Time", "Surrounded" e "Learning To Live", mas o grande destaque, sem sombra de dúvida, foi "Pull Me Under", de tamanho sucesso que a banda esbanjou bom humor ao referir-se a ela no bem sacado título da única coletânea já lançada por eles: Greatest Hit (...And 21 Other Pretty Cool Songs) (08).
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E o que essa introdução tem a ver com a manchete? Tal qual este escriba, artistas da não mais tão nova geração do prog metal piram ao som do quinteto, como Ross Jennings (frontman do Haken) e Misha Mansoor, o entrevistado pela Revolver Staff em "Periphery’s Misha Mansoor: Dream Theater ‘Absolutely Changed My Life’", de 28/05. Das nove perguntas e respostas, traduzimos as três primeiras:
Revolver: Conte-nos a estória de como você descobriu o Dream Theater.
Misha: Eu tinha um amigo que me disse para conferir o Scenes From A Memory e ele me emprestou não apenas o CD, mas também um DVD da performance ao vivo. Aquilo absolutamente mudou minha vida, eu não estava ciente da musicalidade neste ponto e esse DVD provou que eles podiam, de fato, apresentá-la ao vivo também.
Revolver: Images And Words é amplamente reconhecido como um clássico do prog metal. Conte-nos a estória sobre a primeira vez que você o ouviu.
Misha: Eu o ouvi quando estava me tornando um fã de Dream Theater. De algumas maneiras, ele definitivamente soava como um trabalho anterior deles, porém ele ainda tinha aquela ambição e paixão também, assim como sua saborosa maestria musical de seus instrumentos. Eu me lembro de ouvir o solo de "Under A Glass Moon" e pensar que aquilo era o auge em solar e que eu absolutamente tinha que aprendê-lo.
Revolver: O que esse álbum significa para você agora?
Misha: Ele representa uma mudança significativa na minha abordagem e visão musical. Ele definitivamente começou um novo capítulo para mim, tanto na música que eu estava escutando quanto no que eu estava tentando aprender na guitarra e na bateria!
Prestigie a fonte e leia maiores detalhes sobre: o álbum e a música do Dream Theater favoritos de Misha; as memórias da primeira vez que ele viu o grupo ao vivo; a influência em seu desenvolvimento criativo; a turnê com os caras; e se ele ainda os escuta regularmente. Para encerrar, um lembrete: "Pull Me Under" acaba de ser disponibilizada no YouTube como teaser de The Lost Not Forgotten Archives: Images And Words Live in Japan, 2017, que sairá em 25/06. Vale a audição!
Fonte: Revolver
https://www.revolvermag.com/music/peripherys-misha-mansoor-dream-theater-absolutely-changed-my-life
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