Testament: "Chuck Billy pediu pra tocar rápido", diz Marcus D'Angelo, do Claustrofobia
Por Tchelo Emerson
Postado em 19 de agosto de 2021
Marcus D'Angelo, vocalista e guitarrista da banda Claustrofobia, participou de de um bate-papo com Tchelo Emerson, nos canais Metal Musikast e Diário de São Paulo, no Youtube (transcrito pelo Whiplash.net).
Marcus começou contando porque decidiu residir em Las Vegas (EUA), esclarecendo que tal decisão ocorreu num momento em que a banda havia feito uma turnê de mais de 50 shows naquele país e surgiu a oportunidade de estabelecer as bases do Claustrofobia naquela cidade onde eles fizeram algumas amizades.
"Eu já estava estudando isso [mudar para os EUA] desde 2015 [...], mas foi meio sem querer [...] eu já tinha patrocínio da Jackson e fui pra Los Angeles conhecer os patrocinadores e depois conheci um pessoal em Las Vegas que, sabe quando você conhece alguém que parece que você conhece de outras vidas (risos)? E aí a gente se deu bem com o lugar...tem uma cena metal bem forte aqui, vários shows de death metal...tô falando de underground mesmo".
A entrevista completa pode ser vista no player de vídeo a seguir.
Quando o apresentador perguntou sobre bandas consagradas de Las Vegas, Marcus comentou que o Five Finger Death Punch é daquela cidade e que se tornou gigante nos EUA.
Antes dessa mudança, lembrou Marcus, o Claustrofobia foi convidado para tocar no Rock in Rio (2019), ao lado da banda Torture Squad e de Chuck Billy, vocalista de uma das maiores bandas do thrash metal mundial, Testament, logo depois de ter feito o show de abertura para o Slayer, na apresentação de despedida dos norte-americanos em São Paulo.
Sobre o Rock in Rio, o apresentador observa que Marcus começou a curtir metal em 1991, exatamente na época da segunda edição do festival, que foi histórica, com Judas Priest, Megadeth, Sepultura. Marcus diz que: "Lembro que eu descobri o Sepultura em 1991 e provavelmente foi por causa desse show do Rock in Rio, porque eu tinha uma fita em VHS que eu assistia muito".
Marcus lembrou que a apresentação do Claustrofobia no Rock in Rio foi marcante, não só pela importância do festival, mas também por ser ao lado de seus "irmãos" da banda Torture Squad e de Chuck Billy, vocalista do Testament.
Marcus comentou que: "geralmente, os caras vão ficando mais velhos e vão tocando mais na manha, mas ele não é assim (risos), teve uma parte que ele pediu pra tocar até mais rápido (risos)".
O apresentador ressaltou que achou curioso o fato de Chuck Billy pedir para tocar rápido, pois o Claustofobia é uma banda de thrash/death que, obviamente, já toca rápido.
Marcus fez questão de ressaltar sua admiração e seu respeito por Chuck Billy.
A conversa contou ainda com comentários sobre a carreira do Claustrofobia, sobre o novo álbum que será lançado em breve e sobrou tempo até para considerações sobre o álbum Kill'em All, do Metallica. "Se eu começo a ouvir esse play, não tem como parar [...] é sobrenatural (risos)".
A banda Claustrofobia está prestes a lançar um novo álbum de inéditas e tem em sua formação, além de Marcus D'Angelo nos vocais e na guitarra, Caio D'Angelo na bateria e Rafael Yamada no baixo.
A entrevista completa pode ser vista no player de vídeo a seguir.
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