Sepultura: Jean lembra show na Índia com palco de bambu e comida vencida no camarim
Por Emanuel Seagal
Postado em 16 de agosto de 2021
Jean Dolabella, ex-baterista do Sepultura, participou do Colisão Podcast, em um bate papo de quase 2 horas, onde falou sobre sua banda atual, o Ego Kill Talent, e também histórias da época em que esteve no Sepultura. Respondendo a pergunta de um fã ele contou sua experiência tocando na Índia, envolvendo um show com comida vencida no camarim, e um palco de bambu.
"É muito diferente, uma experiência muito foda. Com certeza o maior choque em todos sentidos, choque cultural que eu já tive na vida, foi essa ida pra Índia", contou Jean.
"Eu cheguei no hotel e a comida é muito diferente, e eu lembrava de uma galera assim 'cara não toma água de qualquer lugar, fica esperto, é muito comum você ter um monte de revertério, diarreia, dor de barriga'. Aí eu pedi um negócio no quarto, um peixe, olha a ideia. No outro dia eu acordei zoadaço [...] Eu estava no hotel morrendo, muito ruim, passando muito mal, febre, diarreia, dor de barriga, dor no corpo, e aí eu lembro que liguei pro Andreas (Kisser), liguei pro quarto e falei 'cara, eu não vou conseguir tocar, eu tô muito mal e tal' (risos) aí eu lembro dele falando assim "maluco, nós tamo em Shillong, na fronteira com Butão, a gente tem que tocar', sacou?"
Jean aceitou a missão e pediu um balde pra deixar do lado caso passasse mal. Assim como no clássico do Queen, "o show deve continuar", no entanto essa não foi a única surpresa da viagem. "Aí eu lembro quando a gente chegou lá o palco era de bambu, o palco inteiro feito de bambu, e cara, uns fios meio desencapados, a parada é muito roots, muito roots. Chegamos no camarim e umas comidas meio vencidas, uma parada muito diferente (risos). Aí foi muito doido, eu subi pra tocar, e a adrenalina dá aquela ligada, aí eu toquei, comecei o show com cautela, porque eu estava com medo de passar mal, mas aí deu aquela subida na adrenalina, fiz o show de boa, saí de lá, passei mal, mas enfim, rolou", relembrou Jean.
No vídeo abaixo Andreas Kisser fala um pouco dessa passagem pela Índia e mostra a precariedade do show, que tinha até maionese vencida no backstage.
Confira abaixo o vídeo da entrevista do Jean Dolabella na íntegra
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



Geddy Lee ficou enojado com bateristas se oferecendo ao Rush após morte de Neil Peart
Black Label Society confirma shows no Brasil e apresentação exclusiva do Zakk Sabbath
A curiosa origem do nome artístico de Rafael Bittencourt, segundo o próprio
O álbum que quase enterrou o Black Sabbath, até que Ozzy voltou e salvou a banda
Álbum perdido do Slipknot ganha data de lançamento oficial
Slayer vem ao Brasil em dezembro de 2026, segundo José Norberto Flesch
Com ex-membros do Evanescence, We Are the Fallen quer retomar atividades
Show do Iron Maiden em Curitiba é oficialmente confirmado
Saturnus confirma primeiro show no Brasil; banda tem disco inspirado em Paulo Coelho
O álbum dos anos 1980 que define o heavy metal, segundo Zakk Wylde
A banda que fez Sharon den Adel, vocalista do Within Temptation, entrar no mundo da música pesada
Rafael Bittencourt, fundador do Angra, recebe título de Imortal da Academia de Letras do Brasil
As duas músicas "perfeitamente elaboradas" segundo Rachel Bolan (Skid Row)
Primavera Sound Brasil divulga seu Line-up para 2026
Vinnie Paul gostaria que disco do Guns N' Roses fosse tocado em seu funeral

O álbum do Queen que Derrick Green gostaria de ter feito
O disco que fez Derrick Green perder o interesse pelo Rush
Evan Seinfeld (Biohazard) canta "Slave New World" com o Sepultura nos EUA
Derrick Green diz que Eloy Casagrande não avisou ao Sepultura sobre teste no Slipknot
A verdadeira história da capa de "Roots", clássico do Sepultura que mudou o metal mundial
Primeiro disco do Soulfly traz doses de "desespero", segundo Max Cavalera
A música do Soulfly que "flerta" com o Tool, segundo Max Cavalera
Max Cavalera surpreende ao comentar seu maior ídolo musical fora do rock
Jairo Guedz traduz com analogia absurdamente triste a saída de Max Cavalera do Sepultura


