A visão de Fábio Laguna sobre o fato de o Hangar ter tido 5 vocalistas diferentes
Por Gustavo Maiato
Postado em 19 de março de 2022
Troca de integrante é algo comum dentro do universo das bandas de todos os estilos, mas quando um grupo troca de vocalista muitas vezes isso pode acabar em um desgaste tanto para quem está dentro quanto para os fãs. No caso do Hangar, que tem como membro o tecladista Fábio Laguna, o grande problema foi estabilizar um vocalista no posto.
Em entrevista ao canal IbagensCast, Fábio Laguna foi convidado a refletir sobre sua visão a respeito dessa constante troca de vocalistas do Hangar, banda famosa por ter Aquiles Priester na bateria. Ao todo foram cinco vocalistas: Michael Polchowicz (1997-2005), Nando Fernandes (2006-2008), Humberto Sobrinho (2009-2011), André Leite (2011-2012) e o atual Pedro Campos.
"O núcleo da banda sempre foi forte. Se alguém me convidasse para entrar no Hangar hoje, acho que teria outro tecladista muito rápido! Só quem viu a banda crescer desde 2001, entende a paciência de crescer. Quem vê de fora, acha que é uma banda imensa, mas quando entra, vê que é algo underground bem-feito. Você acaba vendendo lambari como se fosse um dourado. Perante o público, há um desgaste. O vocalista é o principal e aí quando muda, muda a cara da banda. Fora que botar um integrante novo e explicar como tudo funciona é difícil. Tem gente que não aguenta e entendo. Se você recebe em troca algo que justifique engolir sapo, tudo bem. Se você está infeliz e não é o que você pensava, entendo", disse.
Confira a entrevista completa abaixo:
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