Joe Bonamassa: "Jimmy Page tem a sonoridade mais difícil de copiar"
Por André Garcia
Postado em 28 de novembro de 2022
Ao lado de John Mayer, Joe Bonamassa é um dos grandes expoentes do blues do seculo XXI, tipo como sucessores de mestres como Eric Clapton. E não é para menos, afinal de contas, aos 12 anos Bonamassa abriu show para ninguém menos que B.B. King!
Joe Bonamassa - Mais Novidades
Em vídeo disponível no YouTube, ele falou sobre aquele que tem como uma de suas maiores influências — o fundador e líder do Led Zeppelin, Jimmy Page.
"Page provavelmente tem a sonoridade mais difícil de copiar. [Quando toca] ele tem aqueles borrões malucos e... sabe, certas correntes dizem que ele não é um guitarrista muito preciso, o que eu discordo. Ele é intrinsecamente muito consistente, então não é questão de precisão, e sim a forma como ele toca. Uma das coisas mais difíceis é emular aquelas idiossincrasias no jeito como ele toca. E eu nem vou me dar ao trabalho de tentar fazer isso na internet [risos]."
Se naquela ocasião Joe não quis se arriscar a tocar Led Zeppelin, sobre o palco ele já o fez, tocando uma das faixas mais obscuras do álbum de estreia de Page e companhia, "How Many More Times". Confira abaixo.
Led Zeppelin
Após a separação do Yardbirds em 1968, coube ao guitarrista Jimmy Page cumprir o resto da agenda de shows acompanhado de outros músicos sob o nome The New Yardbirds. Os escolhidos para a missão foram Robert Plant, John Paul Jones e John Bonham, e o resultado ficou tão bom que foi unânime a decisão de dar continuidade àquilo como Led Zeppelin.
Bastaram seus dois primeiros álbuns para que se tornasse uma das maiores bandas do planeta. Seu grande trunfo foi um blues não só pesado como acrescido de psicodelia, experimentações sonoras e referências musicais das mais diversas. Após chegar à estratosfera com "Led Zeppelin IV" e hits como "Stairway to Heaven", nos trabalhos seguintes embarcou em uma sonoridade mais experimental e progressiva, usando e abusando de elementos de estúdio. Fase essa que chegou ao auge no álbum duplo "Physical Graffiti" (1975).
A partir dali, por outro lado, a banda começou a sofrer com os desgastes entre seus integrantes. Para piorar, Robert Plant passou por problemas de saúde e tragédias pessoais, como a morte de seu filho Karac, de apenas cinco anos. E isso ao mesmo tempo que Jimmy Page, conforme afundava no alcoolismo, não conseguia mais repetir ao vivo as performances do começo da década.
A história do Led Zeppelin foi repentina e tragicamente encerrada em 1980 com a morte do baterista John Bonham, após ingerir dezenas de doses de whisky. Apesar de reuniões esporádicas com bateristas como Phil Collins e Jason Bonham — filho de Bonzo — jamais produziu novo material.
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



Floor Jansen garante que novo álbum solo é mais metal que o Nightwish
Os melhores álbuns de metal lançados em 1986, segundo Gastão Moreira
Nicko McBrain destruiu camarim por ter se decepcionado com atuação de Blaze em show do Maiden
O rockstar que Ozzy Osbourne considerava o "meu Deus do rock"
O erro que James Hetfield admite ter cometido com Jason Newsted no Metallica
O álbum mais subestimado do Led Zeppelin, segundo Robert Plant: "Um dos nossos melhores"
Cantora canadense Sass Jordan morre aos 63 anos
Os 10 melhores discos do thrash metal, de acordo com a Kerrang!
A banda que tentou trabalhar com Kurt Cobain, mas ele mal conseguia parar em pé
O erro de avaliação de David Gilmour sobre o "Dark Side of the Moon"
A música do U2 em que Bono precisou esconder que praticamente não conseguia cantar
Eleições 2026: e se os astros do metal disputassem todos os cargos?
Causa da morte de Phil Campbell, guitarrista do Motörhead, é revelada
O disco solo que Roger Waters coloca no mesmo nível dos maiores clássicos do Pink Floyd
Os 10 melhores discos de 2020, segundo a Louder Sound


