O dia que P.A. confundiu nome de sua banda RPM com título público federal anti-inflação
Por Gustavo Maiato
Postado em 18 de novembro de 2022
A história do RPM é digna de filme e se confunde com a do rock nacional produzido ao longo dos anos 1980. Em entrevista no canal Vitrola Verde, o saudoso baterista Paulo Pagni, conhecido como P.A., relembrou a história de como foi convidado para integrar a trupe de Paulo Ricardo.
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De acordo com o músico, houve uma confusão no telefone, já que o nome da banda era RPM, mas ele entendeu ORTM, que significa Obrigações Reajustáveis do Tesouro Nacional. Esse termo dizia respeito a um título público federal emitido entre os anos de 1964 e 1986 que tinha objetivo de evitar que a inflação fizesse uma corrosão no valor das aplicações futuras.
"A história de quando eu entrei para o RPM foi a seguinte. Eu tinha feito uma jam com o Luiz Schiavon um tempo atrás. Aí, do nada ele me ligou e disse que estava com uma banda. Ele falou que foram contratados, mas estavam sem batera. Ele lembrou de mim e eu lembrei dele. Lembro que ele tocava bem. Nessa época, tudo que me chamavam eu ia conferir. Eu estava com seis bandas! Eu tinha entendido que o nome da banda era ORTM, que significa Obrigações Reajustáveis do Tesouro Nacional! No caminho, fui pensando nesse nome. Depois que cheguei para o ensaio que entendi que era RPM. Eu levei a bateria e já rolou uma química e empatia. Ensaiamos na casa do Ciro Pessoa, no porão e falei para eles contarem o tempo que eu entraria em seguida. Foi um ótimo ensaio, me dei bem com o Paulo Ricardo logo de cara. Eles estavam buscando baterista já tinha muito tempo. Disse que estava dentro".
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