A crítica de Bruno Sutter ao show de Malmsteen: "Espero que termine tocando em boteco!"
Por Gustavo Maiato
Postado em 04 de novembro de 2022
Bruno Sutter esteve presente no polêmico show do Yngwie Malmsteen em São Paulo em que o guitarrista teria atrasado de propósito para prejudicar as bandas de abertura. Em entrevista ao Ibagenscast, o humorista refletiu sobre a experiência que teve naquela noite.
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"Eu vi um sonho de criança desmoronar na minha cara. Foi uma pena aquele show. Ouço Yngwie Malmsteen desde os 16 anos de idade. Ele me impactou muito, conheço bem a carreira dele e até montei uma banda cover com o Felipe Andreoli e o Edu Ardanuy. Eu fui embora do show na quarta música não puto, mas triste. Minha primeira impressão foi: Por que a bateria está no canto? Por que tem uma parede de Marshall? O Malmsteen estava com metade do palco e a luz só nele. A banda estava no escuro, no cantinho. Pensei que estava com problema na luz. A voz, teclado e baixo não dava para ouvir. Só a guitarra alta e a bateria. Aí, o Malmsteen começou a pagar esporro para os caras da banda. Fiquei envergonhado de ver aquilo. Me coloco no lugar do público e dos caras que estavam trabalhando para ele. Sempre que acabava a música, ele dava esporro. Entrei no meu grupo de WhatsApp do meu tributo ao Malmsteen e lá está o Silveira, que trabalhou no som daquele dia. O Malmsteen veio sem produção de áudio. Como você vem lá de fora e quer usar o técnico de som da casa? Como o cara vai saber o jeito que você gosta da amplificação da guitarra? Até o Massacration leva o técnico de som, como ele não leva? Demorou muito para acertar e atrasou tudo. Ele não queria luz para a banda. Saí de lá tão triste e chateado. O Felipe disse que nem está mais afim de fazer tributo para ele. Uma pessoa dessa merece um tributo? É melhor não conhecer certos ídolos. A carreira artística sempre vai ser melhor do que a vida pessoal dela. Tem que cancelar essas pessoas! Espero que ele termine tocando em boteco. Esse tipo de postura não é correta".
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