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Steve Howe conta que só agora o Yes toca "Close to the Edge" como ela foi escrita

Por André Garcia
Postado em 02 de novembro de 2022

Entre 1967 e 68 a Inglaterra assistiu ao nascimento do rock progressivo: além do lançamento do álbum de estreia do Pink Floyd, nesse período foram formados o Genesis, o Yes e o Jethro Tull. Aquela cena floresceu no começo da década seguinte, com obras-primas como "Thick as a Brick", "Close to the Edge", "The Dark Side of the Moon" e "Selling England by the Pound", todas lançadas entre março de 1972 e outubro de 1973.

Quinto álbum de estúdio do Yes, "Close to the Edge" marcou seu auge — sucedendo outra obra-prima, "Fragile" (1971), e antecedendo o ao vivo "Yessongs" (1973). Seu maior clássico provavelmente é a épica faixa-título, que, dividida em quatro atos, soma quase 20 minutos.

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Mesmo após 50 anos de seu lançamento, só recentemente "Close to the Edge" foi tocada pela primeira vez da forma como foi composta. Assim contou em entrevista para a Ultimate Classic Rock o guitarrista Steve Howe:

"Pela primeira vez, nós tocamos o final de 'Close to the Edge' no tom certo! Por 50 anos, fizemos uma mudança bem no ápice dela: [subimos] um tom a seção final da música. Sempre achei que aquilo soava horrível, mas acabei me acostumando."

"[Recentemente] eu disse para os caras 'Por favor, mesmo que só dessa vez, vamos parar [de mudar o tom]. Jon Davison perguntou 'Como vou fazer isso?' Eu respondi: 'Bem, eu tenho uma ideia. Eu sei minha harmonia muito bem naquela parte."

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"O bom da minha melodia grave é que ela segue subindo, então dá a impressão de que não estamos evitando nota alta. É meio que um encaixe que rola entre Billy [Sherwood], Jon e eu, porque eu estou subindo, a coisa está andando, e alguém tem que abaixar."

"Nós podemos tocar em vários tons, mas, basicamente, o tom diferente é o que o Yes usava originalmente. Costumávamos cair no fá menor, mas no disco não, [lá] fomos para sol menor. Então estou muito contente, e soa maravilhoso quando cantamos aquela parte, nós três. Soa simplesmente fantástico!"

"Pode se dizer que por 50 anos nós tocamos [errado]. Espero que as pessoas notem! Eu não sei se alguém reparou na Inglaterra e no Japão, mas acho que falar sobre isso pode chamar a atenção do pessoal. Pode ser que digam: 'Steve estava certo, aquilo ficou muito bom! Não é [muito diferente], mas encaixa bem [risos]!'"

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"O Yes nunca teve dificuldade para tocar 'Close to the Edge', mas acho difícil de tocar realmente bem, e tão polida quanto ela maravilhosamente é no álbum. Acho que deixamos ela bem legal agora."

De acordo com o site setlist.fm, "Close to the Edge" é a #12 música mais tocada ao vivo pelo Yes, com 819 execuções. Os anos em que a banda mais a tocou foram 1977 (89) e 2014 (88). Entre 1980 e 1991, período em que o rock progressivo andou em baixa, ela desapareceu do repertório da banda.

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Sobre André Garcia

Sou redator e tradutor freelancer e escritor, autor do livro de contos Liber IMP. Ouço rock desde pequeno, leio coisas sobre bandas desde sempre e escrevo sobre ela já tem anos. Cresci como fã de Iron Maiden e paladino do rock, mas já me tratei. Hoje sou fã de nomes como Beatles, David Bowie, The Cure, Kraftwerk e Velvet Underground, e de cenas como a Londres psicodélica, a Nova Iorque proto-punk e a Manchester pós-punk. Escrevo notas e notícias rápidas para o Whiplash.Net visando compartilhar conteúdo relevante sobre música e cultura pop.
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