O impacto da melancólica saída de Steve Morse do Deep Purple, segundo Don Airey
Por Gustavo Maiato
Postado em 27 de abril de 2023
Steve Morse precisou deixar o Deep Purple após doença da esposa e foi substituído por Simon McBride. Em entrevista ao jornalista musical Marcelo Vieira, o tecladista Don Airey comentou essa troca na formação.
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O Deep Purple vem de uma sequência muito boa de álbuns produzidos pelo Bob Ezrin, mas também sofreu a baixa do guitarrista Steve Morse. Enfim, ganha-se de um lado e perde-se de outro. Como você avalia o atual momento da banda?
"Mudanças na formação são muito comuns a todas as bandas. As circunstâncias que obrigaram o Steve a deixar o Deep Purple foram realmente infelizes, mas um pouco de sangue novo parece ter revitalizado toda a operação; músicos, equipe técnica, empresários. A vida continua e estamos ansiosos para voltar ao estúdio com o Señor Ezrino ainda este ano".
Sobre os álbuns produzidos pelo Ezrin, em que aspectos você acredita que eles se diferem daqueles que a banda vinha produzindo antes da chegada dele?
"Nós nos conectamos com Bob depois de um show em Toronto, em 2012. Ele ficou obviamente impressionado e começou a trabalhar conosco quase que de imediato. Ele é um capataz duro, mas muito simpático também, e apenas nos disse para sermos nós mesmos, deixarmos acontecer naturalmente, mas ao quadrado!"
Em relação ao Deep Purple no palco, muda alguma coisa com a entrada do Simon McBride no lugar do Steve? Como é tê-lo a bordo e conviver com ele fora dos palcos no dia a dia?
"A mudança na banda foi inacreditável, como se todos tivessem acordado e começado a detonar de novo. Simon se encaixou perfeitamente; ele tem um senso de humor irlandês realmente atrevido, é sempre pontual, gosta de uma bebida quando é a hora certa e se diverte todas as noites. Há um sorriso no rosto de todos novamente".
Confira a entrevista completa aqui.
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