O curioso elo que une Chaves e Mamonas Assassinas, na opinião de Regis Tadeu
Por Mateus Ribeiro
Postado em 14 de julho de 2023
O crítico musical Regis Tadeu falou sobre o primeiro disco da banda Mamonas Assassinas em vídeo que foi ao ar no dia 28 de junho. O álbum, que leva o nome do grupo, fez muito sucesso e apresentou ao Brasil "Vira-Vira", "Pelados Em Santos", "Robocop Gay" e "Debil Metal".
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Embora tenha feito um sucesso estrondoso durante a sua curta trajetória, o grupo paulistano aparentemente não figura entre os artistas preferidos de Regis Tadeu, como é possível conferir na transcrição feita pelo redator Mateus Ribeiro.
"Eu ouvi o disco e nos quase 40 minutos de música, essas canções soam hoje como um atestado de infantilidade maquiavelicamente embrulhado na época (...) para ocupar uma fatia de mercado em que nenhum artista ou banda queria transitar naqueles tempos.
Só que esse mercado se provou muito maior do que qualquer executivo da EMI ou de outra gravadora poderia imaginar, tanto que o disco vendeu mais de 4 milhões de cópias. Só que a sátira impregnada nas canções funcionou para aquele imenso público apenas naquela época.
Até mesmo quem era criança naqueles tempos percebe hoje que o disco envelheceu muito mal. Só se você for dominado por uma memória afetiva irrefreável, ou apenas você é um abestalhado infantilóide nos dias atuais", disse Regis, que em outro trecho, falou até mesmo do famoso seriado Chaves.
"Tudo ali (no disco) foi feito para crianças, adolescentes e adultos com mentalidade de criança e de adolescente. Aliás, eu fico pensando se não foi com o Mamonas Assassinas e com o Chaves que essa onda de infantilização de adultos que impera nos dias atuais começou. Eu vou pensar um pouco mais, mas eu acho que começou lá atrás, exatamente com Mamonas e Chaves".
Clique no player a seguir para conferir o vídeo completo.
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