Ian Anderson usa exemplo de Stephen King para explicar porque não quer ficar jogando golfe
Por Bruce William
Postado em 17 de agosto de 2023
Em entrevista com Mike Hsu da rádio 100 FM The Pike, Ian Anderson (Jethro Tull) explicou o que o motiva a continuar fazendo álbuns e excursionando, mais de cinco décadas após a formação da banda. A transcrição é do Blabbermouth.
Jethro Tull - Mais Novidades
"Lá nos anos setenta lançávamos um novo álbum todos os anos, o que parece um processo bastante trabalhoso. Mas daí me lembro que Stephen King vêm lançando dois livros por ano praticamente durante toda a sua vida adulta. E para nós que criamos para viver é difícil imaginar um ano passar sem que você tenha criado algo novo, mesmo que no meu caso não seja um novo álbum todo ano, mas há muitas outras coisas criativas que tenho feito nesse período; mesmo que não seja um novo lançamento de álbum, sempre há outras coisas acontecendo", explica Ian.
"E isto faz parte do que eu faço", prossegue o músico. "Não sei por quanto tempo vai continuar assim, vai chegar um ponto onde não vou ter mais nada para colocar pra fora. Mas não consigo imaginar como vai ser isso. A ideia de que não há mais nada para eu criar, que eu devo passar o tempo jogando golfe ou pescando ou algo assim - Deus me livre, eu prefiro lavar a roupa de outra pessoa do que jogar golfe".
Possivelmente se lembrando que tem uma pessoa próxima que é apaixonada pelo esporte, Ian conta então que seu genro é um grande praticante de golfe e que participa de torneios beneficentes, mas deixa claro que ele realmente não tem afinidade com a coisa, que para ele traz uma sensação de fim de carreira: "É algo bom para as pessoas que gostam. É um esporte recreativo e de esforço físico leve, mas para mim significa o fim. Não estou pronto para o golfe".
O mais recente álbum de estúdio do Jethro Tull é o "RökFlöte", lançado em abril. A banda sai em turnê ainda este mês, batizada "The Seven Decades", apresentando músicas do longo repertório construído pelo grupo ao longo das décadas desde que surgiu no final dos anos sessenta.
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



As únicas 11 músicas do Dream Theater que são boas, segundo Regis Tadeu
42 shows internacionais de rock e metal no Brasil até o final de setembro
Billy Gibbons explica continuidade do ZZ Top tendo apenas sua presença dos membros clássicos
Assista o primeiro show da Cretin Family (Ramones, Green Day, Rancid e Blink-182)
O disco do Rush que baixista do Napalm Death considera perfeito
O riff do Black Sabbath que Eddie Van Halen vivia pedindo para Tony Iommi tocar
Por que Luís Mariutti foi barrado no show do Angra, segundo o próprio
O disco que talvez seja a definição mais perfeita de "classic rock"
Gigantes do rock: 10 rockstars que beiram os 2 metros de altura
Tuomas Holopainen diz que refaria apenas uma letra em 30 anos de Nightwish
A artista com quem Freddie Mercury se identificava muito mais do que com o Led Zeppelin
O álbum pesado e melancólico do Soilwork que ajudou a salvar a minha vida
A banda que Robert Plant definiu como "clinicamente morta" após ir a show deles
A personalidade britânica que tem 100 anos de idade e disse "não" ao Nightwish
A música de um irmão Young que Brian Johnson colocou entre as maiores de todos os tempos

Joe Satriani fala sobre seu amor pelo Jethro Tull em artigo
A opinião nada carinhosa de Ian Anderson sobre uma banda clássica do progressivo setentista
O cantor que Ian Anderson diz merecer respeito por ter o trabalho mais duro do rock
O clássico do progressivo que fez Geddy Lee querer levar o Rush a caminhos mais ambiciosos
Tony Iommi coloca o papo em dia com Ian Anderson durante almoço
Jethro Tull: solo de "Aqualung" quase foi ferrado por causa do Jimmy Page
O álbum dos 60s que Ian Anderson acha que é melhor que o "Sgt. Peppers", dos Beatles


