Paul Stanley sobre o Kiss: "Não fazemos arte intelectual, fazemos arte emocional"
Por André Garcia
Postado em 08 de outubro de 2023
Na primeira metade dos anos 70, reinava o complexo e pretensioso rock progressivo. Como uma ruptura àquilo surgiu o Kiss, com uma música mais simples e divertida. Desde então, foram inúmeras as ocasiões em que Paul Stanley e Gene Simmons torceram o nariz para o intelectualismo de bandas como Pink Floyd e o messianismo de bandas como o U2. Para eles, o papel do Kiss (e do rock) era entreter o público, não salvar o mundo.
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Em recente entrevista para a Gulf News, Stanley tornou a corroborar sua posição ao declarar: "Não fazemos arte intelectual, fazemos arte emocional".
"Eu sempre digo isso", comentou "uma banda m*rda fazendo um grande show continua sendo uma banda m*rda'. Não começamos como uma banda com tudo na mão, começamos como uma banda fazendo a música que ouvíamos. Quando eu era jovem, vi o Led Zeppelin, vi Jimi Hendrix duas vezes… vi todos os grandes. Eles me inspiraram. E nunca foi sobre fazer parte de uma banda com maquiagem e [fogos de artifício]... Nossa música não precisa de intelectualização ou filosofia."
"Eu sei que há artistas agora que atraem públicos maiores [que o Kiss], mas não sei se ainda farão isso daqui a 50 anos. Nós já fizemos isso. Nossa base de fãs leais é quase como uma tribo. Não fazemos arte intelectual, fazemos arte emocional... É por isso que as pessoas lembram do primeiro show do Kiss, da primeira música do Kiss, e lembram quando o Kiss tocou pela primeira vez no rádio… É uma conexão poderosa", concluiu.
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