Regis Tadeu explica porque o Linkin Park melhorou com a Emily Armstrong no vocal
Por Bruce William
Postado em 30 de dezembro de 2024
Corte da participação de Regis Tadeu no podcast Entrando na Mente mostra o jornalista e crítico musical falando sobre o Linkin Park, que para ele melhorou após a entrada de Emily Armstrong como vocalista. Regis menciona que muitos fãs ficaram insatisfeitos com a mudança na formação da banda, principalmente porque esperavam um vocalista similar a Chester Bennington. Regis, no entanto, acredita que a banda tomou a decisão certa ao buscar uma identidade nova em vez de tentar replicar o passado.
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Segundo Regis, Emily trouxe uma qualidade vocal distinta e um frescor às composições do Linkin Park. "Aí o pessoal fica bravo quando eu falo que o Linkin Park melhorou. Não, mas melhorou mesmo! 'Ah, mas o som não é diferente, é igual'. Não, não é. O som é diferente, a menina entrou, entrou outro batera que é muito bom. O som melhorou, as canções ficaram melhores. Agora, isso pro fã é uma heresia. Porque ele passou a vida inteira dele, a vida medíocre inteira dele idolatrando alguém, e aí quando ocorre a modificação, a pessoa fala: 'Ah, agora também não gosto mais'."
Regis também criticou os fãs que desejavam um "clone" de Chester, afirmando que seria um caminho "patético e constrangedor". Para Regis, a mudança resultou em músicas melhores e mais maduras, que demonstram a capacidade da banda de se reinventar. "Tinha inclusive, eu vi uns fãs debochados reclamando que eles tinham que ter contratado um vocalista de uma banda tributo portuguesa que o cara canta parecido, o cara é parecido. Seria um negócio patético. É ridículo. Mas na cabeça do fã débil mental, fazia todo sentido."
Ao comentar sobre a transição, Regis destacou que muitos fãs ainda se prendem à ideia de que a banda deveria permanecer como era antes. Contudo, ele defendeu que a evolução sonora do Linkin Park foi essencial para manter sua relevância, e que Emily Armstrong desempenhou um papel crucial nesse processo. "Então, grande parte dos fãs do Linkin Park, aquela molecada com pouca testosterona, ficaram putos da vida. A banda mudou", diz, complementando mais adiante: "O som mudou e ficou melhor. Tanto que foi a primeira vez que eu tenho um disco do Linkin Park na minha casa (...) eu gosto de nu metal, mas aquilo ali não me agradava. 'Ah, mas você não pode dizer que aquilo era um chororô porque o Chester colocava a verdade dele nas letras'... Cada um com seus problemas."
O vídeo com a participação completa de Regis Tadeu no podcast Entrando na Mente pode ser visto no player abaixo.
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