Vocalista do The Cure sobre ter parado de fumar: "A coisa mais importante que eu fiz"
Por André Garcia
Postado em 16 de dezembro de 2024
Se você curte post punk e vem tentando parar de fumar, Robert Smith — o vocalista do The Cure e lenda do rock gótico — pode lhe servir de inspiração para fazer essa dura travessia. Em recente entrevista para a Radio X ele falou sobre o assunto e disse considerar que largar o cigarro foi "a coisa mais importante que já fiz".
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"Tenho sorte de ter os genes que tenho, porque não dei lá muita atenção à longevidade ao longo da minha vida [...] até uns 50 anos de idade. Quero dizer, fiquei surpreso por ter chegado aos 50! E foi aí que comecei a pensar que gostaria de chegar aos 60, então comecei a dar uma moderada. Eis que você faz 60 anos! Na verdade, cada ano a mais é tipo um pouco de bônus para mim. Suponho que isso tenha feito minha voz durar por muito mais tempo do que eu esperava."
"Eu parei de fumar. Foi a coisa mais importante que já fiz, na real. Quando fiz 40 anos [em 1999] pensei 'Nunca mais eu vou fumar'... e não voltei mesmo. Creio que foi isso, entre outras coisas, que me permitiu continuar fazendo o que faço. Só que tem vocalistas que se cuidam a vida toda e mesmo assim perdem a voz. Isso acontece também."
Smith não citou exemplos, mas podemos citar Paul Stanley: que não bebia, fumava ou usava drogas, mas que mesmo assim nos últimos anos do Kiss estava com a voz em frangalhos. Tanto que ele vivia sob suspeitas de estar apelando para playback para dar conta.
"Uma hora a minha voz vai acabar", prosseguiu o Sandman da vida real. "Mas, como disse recentemente, meu pai cantava todo dia até os 90 anos! Ele que me dizia para não parar de cantar. Ele sempre dizia isso para mim: continue cantando até que digam para parar."
Portanto, se você estiver tentando largar o cigarro, mas não consegue por conta própria, busque ajuda de um psicólogo/psiquiatra — ou até mesmo um grupo de apoio (tipo Clube da Luta).
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